Última revisão: 27 Out 2020
Última atualização: 24 Julho 2018

Visão geral

Doença
Descrição

Uma condição fibrosante crônica caracterizada por uma restrição insidiosa, progressiva e intensa da amplitude de movimento ativa e passiva do ombro. Mesmo não sendo um componente essencial da capsulite adesiva, muitos pacientes se queixam de dor no ombro.

Embora possam ocorrer outras fraturas no tornozelo ou ao redor dele (como fraturas do pilão tibial distal), o termo "fratura do tornozelo" geralmente se refere ao maléolo medial, lateral ou posterior.

Uma artrite inflamatória que afeta predominantemente as articulações sacroilíacas e a coluna vertebral. A dorsalgia inflamatória é sua principal característica clínica. Ela é definida como uma dorsalgia/rigidez do dorso que é pior pela manhã e melhora com exercícios físicos.

Lesão tipificada por um estalo audível, doloroso e súbito. Geralmente, o paciente apresenta incapacidade de retornar a suas atividades, instabilidade da articulação e desenvolvimento rápido de um derrame (hemartrose). O côndilo femoral lateral, o platô tibial lateral e as interlinhas articulares tibiofemorais ficam sensíveis à palpação.

Várias estruturas da coluna vertebral, inclusive ligamentos, facetas articulares, musculatura e fáscia paravertebrais, discos intervertebrais e raízes nervosas da coluna vertebral, têm sido apontadas como geradoras de dor. [6] As etiologias podem ser subdivididas em 3 grupos: mecânica, sistêmica e referida. A causa mais comum é decididamente a mecânica (97%).[7]No entanto, a maioria dos pacientes (85% ou mais) que procuram a unidade básica de saúde apresenta lombalgia que não pode de forma segura ser atribuída a nenhuma causa específica (lombalgia inespecífica).[8]

Em geral, resulta de acidentes com veículos automotores, ferimentos perfurantes ou por arma de fogo, acidentes em esportes de contato ou acidentes de trabalho durante esforços físicos extenuantes. Os efeitos da lesão incluem paralisia, perda de sensibilidade e dor. O quadro clínico específico dependerá das raízes nervosas envolvidas e do grau da lesão em cada raiz.

Uma bursa é um saco contendo uma quantidade pequena de líquido sinovial, situado entre um tendão e a pele ou o osso, que age como um amortecedor durante a fricção. Na bursite, ocorrem espessamento e proliferação da membrana sinovial, aderências bursais, formações vilosas, pólipos e depósitos calcários. Estes podem resultar de estresse por esforço repetitivo, infecção, doença autoimune ou trauma. Os principais achados diagnósticos são dor localizada, sensibilidade sobre a bursa e edema, caso esteja localizada superficialmente.

A artrite por pirofosfato de cálcio é causada pelo depósito de cristais articulares de pirofosfato de cálcio (PFC). Seu diagnóstico pode ser difícil. Os cristais de PFC no líquido sinovial podem ser pequenos, escassos e difíceis de serem encontrados. Geralmente ocorre em pacientes mais velhos. Em pacientes com menos de 60 anos de idade, deve-se investigar doenças metabólicas subjacentes associadas ao depósito de pirofosfato de cálcio, como hiperparatireoidismo ou hemocromatose.

Neuropatia de encarceramento mais comum. Os sintomas incluem dormência e/ou parestesia dos dedos polegar e radial, dor no punho e falta de coordenação.

O trauma agudo da medula espinhal é uma emergência médica que requer diagnóstico e tratamento rápidos, a fim de evitar lesões irreversíveis da medula espinhal e incapacidade em longo prazo.

Osteoartrite da coluna cervical, incluindo degeneração espontânea de discos ou facetas articulares. Os sintomas manifestos abrangem dor cervical axial e complicações neurológicas.

Início súbito ou gradual de fadiga significativa e debilitante não explicada por agentes biológicos conhecidos ou por processos de doenças. A síndrome está associada a um comprometimento funcional progressivo, depressão, sono fragmentado e intolerância a medicamentos.

A dor crônica é uma das razões mais comuns para a busca de atenção primária. Há diversas causas de dor crônica e elas podem ser atribuídas a causas musculoesqueléticas, neurológicas, de cefaleia, psicológicas ou como parte de um processo de doença sistêmica. A prevalência da dor crônica aumenta com a idade, afetando cerca de 30% dos idosos.[9] Etiologias típicas nessa população incluem artrite, osteoporose com fraturas e estenose da coluna lombar. Essas afecções são tratáveis e não devem ser consideradas parte do processo normal de envelhecimento. A dor crônica não tratada em pacientes idosos pode resultar em depressão, baixa qualidade de vida e perda de independência.

Dor debilitante no cóccix, geralmente provocada pelo ato de sentar ou se levantar da posição sentada. Ela pode ter origem traumática (por exemplo, uma queda ou um parto) ou idiopática.

Uma condição patológica caracterizada por elevação da pressão intersticial em um compartimento osteofascial fechado, resultando em comprometimento microvascular. Pode ser causada por fratura, hemorragia compartimental, lesão direta de tecidos moles ou lesão muscular direta.

Dor prolongada, desproporcional ao evento desencadeante (geralmente um trauma menor) e que costuma afetar o aspecto distal de um membro. A dor é frequentemente descrita como espontânea, lancinante, aguda, fulgurante, em pontadas ou queimação. Caracteristicamente se torna surda, incômoda e persistente ao se tornar crônica.

Apresenta-se com início insidioso de dor na parede torácica anterior, exacerbada por certos movimentos do tórax e inspiração profunda. Um sinal característico é a dor à palpação das articulações costocondrais (especialmente da segunda à quinta).

A lombalgia discogênica é a presença de lombalgia, com ou sem sintomas radiculares, com padrão crônico-progressivo. Sinais de alerta incluem dor noturna, perda de peso inexplicada, febre ou sintomas dos sistemas gastrointestinal, urinário e cardiorrespiratório sempre devem fazer parte da avaliação clínica, pois sua presença pode sugerir um diagnóstico alternativo para dorsalgia.

Típica da quarta e quinta décadas da vida.[10] Os pacientes descrevem uma história de atividades que contribuem para o uso excessivo dos músculos do antebraço que se originam no cotovelo. Os pacientes com epicondilite relatam dor durante ou após a flexão e extensão do cotovelo.

Os pacientes (geralmente mulheres) apresentam dores crônicas disseminadas pelo corpo e muitas vezes também têm fadiga, rigidez e um sono não reparador. Os critérios consistem em somar o número de zonas de dor no corpo, bem como a presença e a gravidade dos sintomas frequentes de comorbidade, como fadiga, problemas de memória e perturbações do sono.

Massas lisas, moles e benignas que geralmente se encontram no punho. Os pacientes podem apresentar desconforto doloroso ocasional, secundário à compressão das estruturas circundantes. Em certos pacientes, a dor se apresenta apenas após a atividade. Os cistos ganglionares ocultos não são geralmente detectados no exame físico, mas podem causar dor vaga no punho.

Início agudo de dor intensa na articulação. Edema, derrame, calor, eritema e/ou sensibilidade à palpação da(s) articulação(ões) envolvida(s). Essa doença afeta mais comumente o hálux (podagra), o pé, o tornozelo, o joelho, os dedos das mãos, o punho e o cotovelo; porém, pode afetar qualquer articulação.

A manifestação mais comum de patologia intra-articular do quadril; porém, não é incomum dor referida de outras origens. Seus sinais e sintomas geralmente incluem dor relacionada a atividades, dor com movimento do quadril e marcha antálgica.

Associadas mais comumente a lesões de baixa energia (por exemplo, quedas da própria altura) e osteoporose ou osteopenia. O risco aumenta significativamente com a idade.

A síndrome da banda iliotibial é a causa mais comum de dor na região lateral dos joelhos em corredores, e está relacionada ao atrito repetitivo da banda iliotibial com o epicôndilo femoral lateral. Os corredores predispostos a essa lesão geralmente encontram-se em fase de sobretreinamento e muitas vezes apresentam fraqueza subjacente da musculatura abdutora da articulação do quadril.

Uma separação total de 2 superfícies ósseas da articulação, muitas vezes causada por um impacto súbito na articulação. Os pacientes geralmente sentem muita dor ao se movimentarem e são tomados por uma apreensão substancial em relação à movimentação da articulação afetada. O diagnóstico geralmente é confirmado através de radiografia simples.

A artrite inflamatória é um termo comum para diversas condições que se manifestam com dor articular, edema e rigidez em graus variados de comprometimento funcional. Em casos de dor e edema em uma única articulação, a infecção aguda é uma causa relativamente comum, podendo resultar em um dano rápido e irreversível. Por outro lado, a maioria dos pacientes com comprometimento de várias articulações tende a apresentar distúrbios de duração crônica.

Esta é a artropatia crônica mais comum em crianças, abrangendo diversos subtipos. As articulações afetadas podem ficar doloridas, especialmente com movimentos e à palpação. A artrite objetiva em articulações por pelo menos 6 semanas é necessária para o diagnóstico.[11]

As lesões agudas do joelho podem representar um processo patológico de início recente ou uma nova lesão. De acordo com a maioria das definições, as lesões agudas do joelho costumam ser definidas como lesões diagnosticadas nos primeiros 30 a 45 dias após uma lesão ou o início dos sintomas. As lesões crônicas do joelho são decorrentes de traumas antigos residuais ou cirurgia, doenças degenerativas existentes ou condições prévias que não se tenham remitido nos primeiros 30 a 45 dias após seu início.

Ocorre quando estresse excessivo em valgo ou forças de rotação externa são exercidos sobre a articulação do joelho. O sintoma mais comum é a dor na porção medial do joelho, acima ou abaixo da interlinha articular. Os pacientes geralmente conseguem andar. O diagnóstico e a classificação são feitos primariamente com anamnese e exame físico.

Lesão de 1 ou ambos os meniscos, localizados na articulação do joelho, entre as superfícies articulares do fêmur e da tíbia. Uma ruptura do menisco pode ocorrer subitamente com um incidente traumático ou se desenvolver gradualmente com um desgaste do joelho relacionado à idade. Ela geralmente causa dor na articulação do joelho.

Embora a maioria dos casos de cãibras musculares seja de natureza benigna e autolimitada, elas também podem ser sintomáticas de uma grande variedade de doenças sistêmicas potencialmente graves.

Dor, rigidez e/ou sensibilidade da região lombossacra com duração de menos de 12 semanas. O diagnóstico é feito com a eliminação de causas específicas da lombalgia decorrentes de comprometimento neurológico, neoplasia, artrite inflamatória, fratura ou dor referida em outros locais ou sistemas de órgãos.

A distensão é uma lesão na junção muscular ou musculotendinosa, enquanto entorse é uma lesão no ligamento. A história e o exame físico são fundamentais para o diagnóstico e a classificação da lesão como de grau 1 (leve), 2 (moderada) ou 3 (grave com ruptura completa).

A dor cervical é um dos sintomas manifestos mais comuns de doença na coluna cervical. Os pacientes podem apresentar um quadro clínico agudo, especialmente no contexto de trauma ou quando associado a outras dores crônicas. A prevalência estimada ao longo da vida de um episódio significativo de dor cervical é de 40% a 70%.[12] Ao avaliar um paciente com dor cervical, é importante considerar a possibilidade de a dor decorrer de causas secundárias significativas (por exemplo, câncer primário ou metastático) e detectar dor cervical associada a comprometimento neurológico.

Tarefas repetitivas no local de trabalho podem causar uma variedade de síndromes de sobrecarga tão diversa quanto as ocupações que as podem causar. A história ocupacional de um paciente é vital para o diagnóstico da lesão. A dor decorrente desses distúrbios pode persistir e causar incapacidade no trabalho se não for verificada e não forem executadas estratégias de prevenção secundária.

Síndrome de sobrecarga da população pediátrica que resulta em apofisite de tração do tubérculo tibial. Ela geralmente ocorre durante o estirão de crescimento da adolescência em jovens atletas que participam de esportes com extensão forçada e flexão repetidas dos joelhos. Os homens são afetados com maior frequência que as mulheres. O diagnóstico é clínico; os pacientes geralmente apresentam dor, edema, calor e sensibilidade localizada à palpação sobre o tubérculo tibial.

Doença articular degenerativa. A prevalência aumenta com a idade. As articulações mais afetadas são os joelhos, o quadril, as mãos e a coluna lombar e cervical. Os pacientes apresentam dor e rigidez nas articulações, que normalmente pioram com atividade física. As radiografias mostram perda do espaço articular, esclerose subcondral e osteófitos.

A maioria dos pacientes é composta por atletas adolescentes ou adultos jovens. As principais articulações comprometidas são as do joelho, tornozelo e a articulação radiocapitelar do cotovelo. Quadro clínico variável: traumático ou sem trauma, início insidioso, dor articular inespecífica, exacerbação dos sintomas com exercício (principalmente, subir escadas ou aclives), derrame recorrente, falseio ou travamento.

A deficiência de vitamina D é a causa mais comum. Os pacientes geralmente se queixam de dor difusa nos ossos e têm uma história de pouca exposição à luz solar. São comumente encontradas fraqueza muscular proximal, sensibilidade à percussão da coluna, pseudofraturas e deformidades esqueléticas.

Uma infecção do osso que apresenta diversos desafios ao médico. A gravidade da doença é definida de acordo com a etiologia, patogênese, extensão do comprometimento ósseo e duração da infecção, além de fatores específicos ao paciente hospedeiro. A osteomielite pode ser hematogênica ou causada pela disseminação contígua da infecção. O Staphylococcus aureus é o organismo mais comumente isolado.

Assintomático até ocorrer a fratura. Diagnóstico baseado na história de fratura prévia por fragilidade ou baixa densidade de massa óssea, que é definida como um T-score <-2.5. O rastreamento é baseado em fatores de risco isolados, que incluem idade avançada, sexo feminino, história materna de fraturas por fragilidade/osteoporose, menopausa, índice de massa corporal (IMC) baixo e uso de tabaco.

Os pacientes podem relatar dorsalgia súbita decorrente de atividades não traumáticas, como ao se levantarem da posição sentada, curvarem-se para frente, tossirem e espirrarem. A dor é caracteristicamente exacerbada com movimento.

O agravamento da dor no decorrer de semanas ou meses é o primeiro e mais comum sintoma. A dor é geralmente leve no início e passa a ser mais intensa. Muitas vezes ela é relatada como mais intensa em repouso e à noite. Também é comumente descrita como profunda, surda, incômoda e incessante.

Distúrbio crônico e localizado da remodelação óssea, caracterizado pelo aumento na reabsorção, formação e remodelação ósseas, que pode causar grandes deformidades cranianas e nos ossos longos. A maioria dos pacientes geralmente é assintomática, mas pode apresentar dor intensa nos ossos longos e, raramente, em algumas áreas faciais.

A síndrome da dor patelofemoral é um dos distúrbios do joelho mais comumente observados na prática de medicina esportiva. As causas de problemas patelofemorais são multifatoriais, abrangendo mecânica anormal da articulação patelofemoral, alterações na cadeia cinética inferior e sobrecarga.

Afeta mais comumente pessoas entre 40 e 60 anos de idade que estejam com sobrepeso ou obesas. Também ocorre em 10% dos corredores.[13] A dor pode irradiar para a lateral do calcanhar. Para se diagnosticar a fasciite plantar, a dor deve ser aliviada com repouso.

Geralmente há história de rigidez e dor no pescoço, na cintura escapular e/ou cintura pélvica, em pacientes com 50 anos de idade ou mais. Os pacientes se queixam de dificuldades para se levantar das posições sentada ou deitada de bruços, de diversos graus de desconforto muscular, bursite pélvica/escapular e/ou oligoartrite. É mais comum em mulheres.[14] Cerca de 15% a 20% dos pacientes com polimialgia reumática (PMR) apresentam arterite de células gigantes (ACG); 40% a 60% dos pacientes com ACG apresentam PMR.[15]

Geralmente, resultante de patologia da articulação do joelho, como artrite, ou uma ruptura na cartilagem. Os pacientes podem apresentar edema na parte anterior do joelho ou dor, mas na maioria dos casos não há sintomas. Um cisto poplíteo pode sofrer ruptura, causando edema e dor intensa na panturrilha.

Doença articular inflamatória crônica associada à psoríase. A artrite psoriática frequentemente se apresenta em um padrão de envolvimento articular monoarticular ou oligoarticular. Em pacientes com envolvimento de várias articulações, o padrão não tem a simetria da artrite reumatoide.

Uma doença inflamatória que ocorre após exposição a certas infecções gastrointestinais e geniturinárias, sobretudo por espécies de Chlamydia, Campylobacter jejuni e Salmonella enteritidis. Os pacientes podem relatar história de infecção geniturinária ou disentérica prévia de 1 a 4 semanas antes do início da artrite. As características incluem sintomas sistêmicos como febre, artrite periférica e axial, entesite (inflamação do local de ligação entre tendões e ossos), dactilite (edema de um dedo inteiro do pé ou da mão), conjuntivite e irite, lesões cutâneas incluindo balanite circinada e ceratodermia blenorrágica.

A artrite inflamatória mais comum é caracterizada por artrite simétrica das articulações pequenas das mãos e pés. Uma artrite crônica e erosiva que requer tratamento agressivo.

As costelas intermediárias são fraturadas com maior frequência. A costela inferior poderá lesionar o diafragma, se fraturada. A primeira costela é a que sofre menos fraturas, mas essas fraturas podem provocar lesão no plexo braquial.

Mineralização deficiente na placa epifisária dos ossos longos que resulta em retardo do crescimento. Se a afecção subjacente não for tratada, ocorrerá deformidade óssea, tipicamente causando pernas arqueadas e espessamento das extremidades dos ossos longos. Ele ocorre apenas em crianças em fase de crescimento antes da fusão das epífises e tipicamente afeta os punhos, os joelhos e as junções costocondrais. Ocorre essencialmente em decorrência de deficiência nutricional de vitamina D, mas pode estar associado a deficiências de cálcio ou fósforo.

Afecção comum do ombro, especialmente em pacientes idosos e ativos. As rupturas podem ser sintomáticas ou assintomáticas. A causa da ruptura pode ser traumática ou por fricção.

A escoliose idiopática do adolescente é uma deformação estrutural da coluna vertebral caracterizada pela descompensação do alinhamento vertebral normal durante o rápido crescimento esquelético em crianças saudáveis. A dorsalgia é geralmente mínima ou ausente na apresentação. Dor significativa na apresentação deve justificar uma avaliação cuidadosa para outras causas de deformidade da coluna.

O distúrbio geralmente é observado na faixa etária adolescente. Pode se apresentar com início agudo/insidioso de dor e claudicação. A rotação externa involuntária com a flexão do quadril é um achado importante no exame físico.

Pode ocorrer como resultado de trauma da coluna, fratura por compressão vertebral, hérnia de disco intervertebral, tumor primário ou metastático da medula espinhal ou infecção.

Doença geralmente resultante de alterações degenerativas na coluna lombar. Claudicação neurogênica caracterizada por dorsalgia, dor e parestesia nos membros inferiores durante a deambulação, aliviadas pelo ato de sentar.

As lesões esportivas podem ser categorizadas de maneira geral como agudas ou crônicas; são muitas as afecções clínicas potencialmente resultantes de lesões esportivas ou relacionadas a exercícios. Mais de 90% de todas as lesões esportivas são contusões ou distensões.[16]

Um distúrbio inflamatório autolimitado do quadril que comumente afeta crianças pequenas. Apresenta-se agudamente com claudicação e dor leves a moderadas no quadril.

Abrange vários distúrbios da articulação mandibular, entre eles dor e disfunção miofasciais, disfunção interna e osteoartrite. Geralmente manifesta-se com 3 achados característicos: dor na articulação temporomandibular, ruído na articulação e movimento mandibular limitado.

Termo geral para descrever a degeneração do tendão caracterizada por uma combinação de dor, edema e comprometimento do desempenho. Os locais comuns incluem o manguito rotador (tendão supraespinhal), extensores do punho (epicôndilo lateral) e pronadores (epicôndilo medial), tendões patelar e do quadríceps e tendão de Aquiles.

A tenossinovite da mão e do punho é um grupo de entidades com uma patologia comum que envolve os tendões extrínsecos da mão e do punho e suas bainhas retinaculares correspondentes. Ela geralmente se inicia como uma irritação do tendão manifesta como dor, podendo evoluir para falseio e travamento quando houver falha no deslizamento causada por encarceramento do tendão.

Ocorre geralmente como resultado de traumas de alta energia (por exemplo, acidentes de trânsito e quedas de altura). Ele pode ocorrer espontaneamente em pacientes com distúrbios osteoporóticos, neoplásicos ou metabólicos da coluna.

Anomalias de torção dos membros inferiores são uma entidade clínica com frequência observada na população pediátrica. Elas são geralmente atribuídas a uma ou mais das seguintes causas: torção femoral ou tibial, contraturas dos tecidos moles, tônus muscular anormal, retropé em varo/valgo, adução/abdução do antepé.

As fraturas do rádio distal são as mais comuns em adultos. Elas são geralmente causadas por uma queda sobre a mão estendida. A lesão pode ser acompanhada por fraturas do estiloide ulnar, da ulna distal e do escafoide. Fraturas isoladas do escafoide também podem ocorrer.

Colaboradores

BMJ Publishing Group

Divulgações

This overview has been compiled using the information in existing sub-topics.

O uso deste conteúdo está sujeito aos nossos avisos legais