Última revisão: 25 Out 2020
Última atualização: 24 Julho 2018

Visão geral

Doença
Descrição

A lesão cerebral traumática pode ocorrer durante esportes de contato ou atividades recreativas de alto risco.[6] A abordagem inicial é uma rápida avaliação das vias aéreas, respiração e circulação, além de intervenção apropriada, se indicado.

Também denominada de lesão cerebral traumática leve, essa lesão cerebral aguda resulta de um golpe direto na cabeça ou da transmissão de uma força impulsiva para a cabeça. Os sintomas podem ser divididos em 3 grupos: cognitivos, somáticos e afetivos. Uma combinação de sintomas somáticos e cognitivos é o mais comum.

Acúmulo de sangue entre as membranas dural e aracnoide do cérebro. Pode ser agudo ou crônico, e a causa primária é o trauma. É a lesão que oferece risco de vida mais comum encontrada em boxeadores.[7] Tipicamente se manifesta com cefaleia, náuseas e vômitos e confusão, os quais podem ser decorrentes do aumento da pressão intracraniana, e redução das respostas oculares, verbais e motoras.

Uma dilatação anormal focal adquirida da parede de uma artéria no cérebro. Em geral, é hemodinamicamente induzida, embora o trauma possa contribuir para sua formação. Estresse e esforço físico podem desencadear a ruptura por meio de efeitos hemodinâmicos. Tipicamente, os pacientes apresentam cefaleia nova, a qual não tinham antes, de caráter variável.

A hemorragia subaracnoide (HSA) é um sangramento dentro do espaço subaracnoide. Ela pode ser decorrente de trauma ou ruptura de um aneurisma intracraniano (o qual pode ser desencadeado por estresse e esforço físico). Cefaleia intensa e súbita, fotofobia e perda da consciência são características.

Esportes são uma causa frequente dessas lesões traumáticas. Traumatismo contuso do globo ocular (por exemplo, impacto por uma bola de squash) pode causar fraturas no assoalho orbital e/ou parede medial. Também podem ocorrer fraturas da órbita posterior. Em crianças, o osso da órbita é muito mais elástico, podendo ocorrer uma fratura do tipo "alçapão". Ela pode prender o músculo reto inferior, ou pelo menos alguma porção da gordura orbital, impedindo o direcionamento do olho para cima. Sem a liberação do músculo preso dentro de 24 a 48 horas, pode ocorrer isquemia irreversível do músculo, causando uma contratura isquêmica de Volkmann e desarranjo da mobilidade visual irreversível, se não tratado.

Esportes de contato que não utilizam equipamentos de proteção para a face e esportes que envolvem bolas em alta velocidade, como hóquei, críquete e squash, são causas notáveis de trauma ocular. As lesões podem variar de abrasões leves com hematoma retrobulbar até lesões abertas no globo ocular.

O trauma é uma importante variável a ser determinada na história de um paciente com descolamento de retina. Dependendo do tipo de trauma, o descolamento pode ocorrer em dias ou semanas (geralmente após uma lesão aberta no globo ocular) ou em meses ou anos (geralmente após uma contusão).

Os sintomas típicos incluem sensação de corpo estranho (mesmo que nenhum esteja presente), fotofobia, lacrimejamento excessivo, blefaroespasmo e visão embaçada. Pode haver uma história de trauma leve, que pode ser seguido por início agudo do desconforto ocular. O exame físico pode encontrar acuidade visual reduzida, hiperemia conjuntival com coloração corneana com fluoresceína observada no olho afetado e a pálpebra pode estar edemaciada.

Pode ser dividida em dor cervical inespecífica e lesão em chicote. A dor cervical inespecífica é a dor com uma base postural ou mecânica (espondilose cervical), mas exclui a dor por fibromialgia. A dor cervical inespecífica pode incluir alguns pacientes com sintomas de base traumática, mas não inclui pessoas para as quais a dor ocorreu especificamente após lesões por aceleração-desaceleração súbita no pescoço (lesão em chicote). A lesão em chicote é comumente observada em lesões esportivas e em acidentes de trânsito.

O trauma agudo da medula espinhal é uma emergência médica que requer diagnóstico e tratamento rápidos, a fim de evitar lesões irreversíveis da medula espinhal e incapacidade em longo prazo.

Deve-se suspeitar de lesão aguda na medula espinhal em qualquer paciente após trauma, especialmente quando o trauma ocorre na cabeça ou no pescoço, e quando o paciente está sem resposta clínica devido à hipotensão e apresenta comprometimento respiratório.

Pode ocorrer como resultado de trauma da coluna, fratura por compressão vertebral, hérnia de disco intervertebral, tumor primário ou metastático da medula espinhal ou infecção. A lesão na medula espinhal resultante pode ser aguda, subaguda ou crônica. Ela ocorre devido a danos diretos na medula, causados pela compressão e/ou infiltração ou comprometimento do fornecimento vascular para a medula. O diagnóstico é realizado por radiografia ou ressonância nuclear magnética (RNM) da coluna, mas lesões na medula espinhal podem ocorrer sem achados nas imagens.

Mais comumente, resulta de esportes de contato, bem como de acidentes com veículo automotor, ferimentos por arma de fogo ou arma branca ou acidentes de trabalho durante trabalhos físicos pesados. Pode envolver as 2 ou 3 raízes nervosas superiores (lesão parcial) ou todas as 5 raízes nervosas (lesão completa). Tanto lesões parciais como lesões completas no plexo braquial podem ser tratadas com sucesso, mas as lesões completas podem exigir múltiplas cirurgias de grande porte ao longo de anos, enquanto as lesões parciais podem, muitas vezes, ser corrigidas com apenas uma cirurgia.

As rupturas do manguito rotador podem decorrer de um evento traumático agudo, de atividade repetitiva ou vigorosa acima da cabeça (como jogar beisebol ou levantar peso) ou de degeneração crônica. O sintoma manifesto mais comum é dor no ombro, que geralmente é agravada por atividades acima da cabeça. Outros sintomas incluem fraqueza dos ombros, perda da amplitude de movimento e dor à noite.

A separação total de 2 superfícies ósseas na articulação, muitas vezes resulta da energia de alta velocidade. As luxações comuns incluem ombro, cotovelo, dedo, patela, quadril e joelho. Tratamento tardio pode resultar em dano irreparável na superfície da articulação com consequências ao longo de toda a vida e artrite pós-traumática.

Uma condição fibrosante crônica, caracterizada por uma restrição insidiosa, progressiva e intensa da amplitude de movimento ativa e passiva do ombro, na ausência de um distúrbio intrínseco conhecido do ombro. Em geral, é considerada uma condição autolimitada e geralmente remite dentro de 18 a 24 meses; casos graves e resistentes podem exigir intervenção cirúrgica.

Ocorre quando o nervo mediano é comprimido no punho. Isso resulta em fraqueza muscular, parestesias e dor na mão. Atletas de cadeiras de rodas têm taxas muito elevadas de síndrome do túnel do carpo. O mecanismo pode ser secundário a esforço inevitavelmente superior do punho ou a extremos posturais prolongados.[8][9]

Epicondilite do cotovelo é uma condição associada a atividades repetitivas do antebraço e do cotovelo.[10][11] Tanto a epicondilite lateral (comumente conhecida como "cotovelo de tenista") quanto a medial (comumente conhecida como "cotovelo de golfista") são caracterizadas por dor durante ou após a flexão e extensão do cotovelo. As atividades esportivas comumente implicadas incluem tênis, esgrima, golfe, remo e beisebol (arremesso). Uma combinação de mecânica desfavorável, microrrupturas em áreas de hipoperfusão e resposta tardia à cicatrização contribui para a fisiopatologia da afecção.[12][13] Um diagnóstico pode ser feito por meio de uma história abrangente e de exame físico.

As fraturas do punho incluem aquelas que afetam as extremidades distais do rádio, da ulna e do carpo. As fraturas do rádio distal são as lesões mais comuns e, geralmente, são localizadas dentro dos 2.5 cm distais.[14] Em uma pequena proporção dos pacientes, podem ocorrer fraturas concomitantes do rádio distal e do escafoide.[15]

Surge como uma tenossinovite por estenose onde um tendão passa através de sua bainha retinacular correspondente. Estresse de cisalhamento repetitivo através do canal da bainha causa irritação no tendão e em seu revestimento sinovial (tenossinovite) com inflamação e hipertrofia, juntamente com fibrose da bainha retinacular. Com o tempo, o canal estreitará até o ponto de impedir o deslizamento suave do tendão. Participantes de esportes com raquetes, eventos atléticos de arremesso e remo podem ser particularmente vulneráveis a desenvolver esta afecção devido aos movimentos repetitivos da mão e dos punhos envolvidos.

Um termo geral para descrever a degeneração do tendão caracterizada por uma combinação de dor, edema e desempenho comprometido. Aproximadamente 10% dos corredores desenvolvem tendinopatia de Aquiles, que se manifesta com início insidioso de dor no calcanhar, geralmente após um aumento súbito na intensidade dos treinos. A tendinopatia patelar (joelho do saltador) é comum em esportes que envolvem saltos ou atividades de extensão repetitiva do joelho (por exemplo, voleibol, basquetebol e futebol). Os pacientes podem apresentar início insidioso de dor bem-localizada anterior do joelho no polo inferior da patela.

A dor lombar é um sintoma, não um diagnóstico. A maioria dos pacientes (85% ou mais) que procuram a unidade básica de saúde apresenta lombalgia que não pode confiavelmente ser atribuída a nenhuma causa específica (lombalgia inespecífica).[16] Várias estruturas da coluna vertebral, inclusive ligamentos, facetas articulares, musculatura e fáscia paravertebrais, discos intervertebrais e raízes nervosas da coluna vertebral, têm sido apontadas como geradoras de dor.[17] Embora as causas sejam inúmeras, uma história completa e um exame físico ajudam a elucidar o diagnóstico na maioria dos pacientes. A distensão/entorse lombar e fratura por compressão são exemplos de causas de dorsalgia mecânica (dor provocada com o movimento da coluna e que diminui com o repouso) que podem estar relacionados às lesões esportivas.[18]

Entorse/lesão muscular, fascial e ligamentar pode causar lombalgia (dor lombar). Espasmos musculares podem ser associados à dor incômoda, em facada, lacerante, ardente ou elétrica (em choque). Geralmente, a dor não se irradia para as pernas ou se estende além do joelho. A dor lombar pode surgir em decorrência de uma lesão por uso excessivo em atletas, como levantadores de pesos.[19]

A natureza da dor torácica deve ser determinada para ajudar a diferenciar entre causas cardíacas, respiratórias, musculoesqueléticas, entre outras. A dor no tórax pode ser referida (por exemplo, da coluna cervical ou dos ombros).[20]

As costelas intermediárias são fraturadas com maior frequência. A costela inferior poderá lesionar o diafragma, se fraturada. A primeira costela é a que sofre menos fratura, mas as fraturas podem provocar lesão no plexo braquial.

Causas agudas/traumáticas de dor na virilha incluem distensões musculares, contusões, luxação ou subluxação do quadril, ruptura labral, lesões condrais e fraturas. As causas crônicas/uso excessivo incluem bursite, tendinite, pubalgia atlética (hérnia esportiva), osteíte púbica, síndrome do ressalto do quadril e fraturas por estresse.[21] Em certos esportes (por exemplo, futebol e hóquei no gelo), a incidência de lesões na virilha pode chegar a 18%.[4]

Dor debilitante no cóccix, exacerbada ao sentar ou levantar da posição sentada. A dor geralmente tem qualidade pungente ou lancinante, pode se irradiar para o sacro ou nádegas e pode coexistir com a lombalgia. A coccigodínia pode ter origem traumática ou idiopática e é mais comum em mulheres.

De modo geral, é considerada como qualquer fratura do fêmur distal à cabeça do fêmur e em uma posição proximal a um nível de poucos centímetros abaixo do trocânter menor.

A distensão é uma lesão na junção muscular ou musculotendinosa, enquanto entorse é uma lesão no ligamento. A contusão muscular ocorre quando um músculo é submetido a uma força compressora intensa e repentina, como uma pancada direta no músculo. A lesão aguda de tornozelo é uma das lesões musculoesqueléticas mais comuns em atletas, responsável por 20% de todas as lesões esportivas nos EUA.[22][23][24]

Lesões traumáticas do joelho geralmente são diferenciadas com base nas lesões com ou sem contato. Além disso, elas podem ser definidas como lesões de alta velocidade ou baixa velocidade, especialmente no caso de luxações do joelho.

Geralmente ocorre como resultado de uma lesão aguda por desaceleração sem contato, de uma hiperextensão forçada ou de forças rotacionais excessivas sobre o joelho.[25][26] Sinais e sintomas manifestos incluem um "estalo" audível, edema rápido do joelho, incapacidade de retornar à atividade e uma sensação de instabilidade no joelho. Cerca de 70% das rupturas do ligamento cruzado anterior (LCA) ocorrem durante atividades esportivas. Os esportes associados a lesões do LCA incluem futebol, basquetebol e esqui.

Ocorre quando estresse excessivo em valgo ou forças de rotação externa são exercidos sobre a articulação do joelho. O sintoma mais comum é dor no joelho na porção medial acima ou abaixo da interlinha articular. Os pacientes geralmente conseguem andar. A incidência de lesão do ligamento colateral medial (LCM) é mais alta em esportes como o futebol americano (55%),[27] esqui (15% a 20% de todas as lesões e 60% de todas as lesões de joelho)[28] e rúgbi (29%),[29]em que forças em valgo (torção para fora afastando-se da linha média) e forças rotacionais externas sobre o joelho são comuns. As lesões no ligamento colateral medial também podem ocorrer em esportes que não envolvem contato.

Lesão de 1 ou ambos os meniscos, localizados na articulação do joelho, entre as superfícies articulares do fêmur e da tíbia. Uma ruptura de menisco pode ocorrer subitamente por meio de um incidente traumático ou pode se desenvolver gradualmente no decorrer do desgaste do joelho relacionado à idade. Ela geralmente causa dor na articulação do joelho.

Definida como dor no joelho resultante de alterações mecânicas e biomecânicas na articulação patelofemoral. Problemas patelofemorais são o sintoma mais comum na prática da medicina esportiva e muito comuns na prática ortopédica geral. As causas dos problemas patelofemorais são multifatoriais. Não há nenhum teste no exame físico que seja padrão para um diagnóstico.

Na bursite, ocorre o espessamento e a proliferação da membrana sinovial, aderências bursais, formação de vilos, pólipos e depósitos de calcário. Estes podem resultar de estresse por esforço repetitivo, infecção, doença autoimune ou trauma. Os principais achados diagnósticos são dor localizada, sensibilidade sobre a bursa e edema, caso esteja localizada superficialmente.

Uma síndrome de uso excessivo que geralmente afeta atletas jovens durante o estirão de crescimento adolescente. Ela se manifesta com dor, sensibilidade à palpação e edema diretamente sobre a tuberosidade tibial. Normalmente é autolimitada e remite após um período de modificação da atividade e quando o paciente atinge a maturidade esquelética.[30] Esportes de alto risco são aqueles que demandam extensão forçada e repetida do joelho (por exemplo, corrida, salto, agachamento e agachamento completo), incluindo corrida em pista, futebol americano, rúgbi, basquetebol, beisebol e futebol.[30][31]

O cisto poplíteo, também conhecido como cisto de Baker, é o resultado de um acúmulo de líquido sinovial na articulação que se forma atrás do joelho. Isso ocorre por meio do aumento da pressão intrassinovial que faz com que a cápsula sinovial forme uma protuberância em uma área onde há falta de suporte anatômico externo.[32] As condições subjacentes mais comuns que causam a superprodução de líquido sinovial incluem artrite e rupturas de menisco, as quais podem ser decorrentes de lesão esportiva.

Uma lesão idiopática adquirida, potencialmente reversível, do osso subcondral que resulta em delaminação e sequestro, com ou sem comprometimento e instabilidade da cartilagem articular.[33][34][35] Cada vez mais observada como causa de dor articular (joelho, tornozelo ou cotovelo) em atletas adolescentes e adultos jovens devido à participação precoce e mais intensa em esportes competitivos. A osteocondrite dissecante do joelho está fortemente associada a beisebol, ginástica, levantamento de peso, esportes com raquetes e líderes de torcida.[36] Os principais fatores de diagnóstico dependem da articulação afetada, mas incluem efusão e dor, exacerbadas por aumento da atividade e uso da articulação envolvida,[37][38] e dor na região posteromedial do tornozelo dorsifletido, região anterolateral do tornozelo em flexão plantar,[39] região anteromedial do joelho com o joelho fletido em 90 graus, ou região lateral do cotovelo.

A causa mais comum de dor lateral nos joelhos em corredores. Caracterizada por uma dor aguda ou ardente aproximadamente a 2 cm na porção superior da interlinha articular lateral. Pode haver irradiação da dor, além de edema local e crepitação. Os corredores que apresentam uma predisposição à síndrome da banda iliotibial (SBIT) tipicamente estão em sobretreinamento (overtraining) e em geral apresentam uma fraqueza subjacente da musculatura abdutora da articulação do quadril.[40][41][42][43] A SBIT também é comum em ciclistas e pode ser observada em atletas que participam de esportes como voleibol, tênis, futebol, esqui, levantamento de peso e aeróbica. Ela é incomum em não atletas.

Embora a maioria dos casos de cãibras musculares seja de natureza benigna e autolimitada, elas também podem ser sintomáticas de uma grande variedade de doenças sistêmicas potencialmente graves.

A síndrome compartimental é caracterizada pela alta pressão intersticial em um compartimento osteofascial fechado, resultando em restrição do fluxo sanguíneo capilar. Os compartimentos posteriores profundos e anteriores da perna e o compartimento volar do antebraço são os mais afetados. Ela pode surgir agudamente a partir de lesão traumática óssea ou de tecidos moles, ou pode ocorrer como uma condição crônica e recorrente, como resultado de intensa atividade muscular.

O termo "fratura do tornozelo" geralmente se refere a uma fratura dos maléolos medial, lateral ou posterior. Em geral, um "estalo" é ouvido no momento da queda. A formação de uma protuberância semelhante a uma tenda na pele sobre o maléolo medial e deformidade no tornozelo são sinais comuns de luxação. A lesão esportiva é a terceira causa mais comum de fraturas do tornozelo (10.2%).[44]

Dor crônica ou aguda no calcanhar inferior na ligação da banda medial da fáscia plantar à tuberosidade medial do calcâneo. Tem sido descrita como um processo inflamatório crônico e pode ser uma lesão de uso excessivo.[45] A dor é autolimitada e geralmente remite após 6 a 18 meses sem nenhum tratamento.[46] Os pacientes podem não ser capazes de se lembrar de algum trauma no pé. Ocorre em aproximadamente 10% das pessoas que correm regularmente.[47][48]

Podem ocorrer após algumas lesões agudas, como parte de doenças degenerativas ou como afecções primárias (por exemplo, enxaqueca e fibromialgia). As causas da dor crônica são variadas e podem ser decorrentes de causas musculoesqueléticas (mecânicas), neurológicas, de cefaleia, de causas psicológicas ou de doenças localizadas, ou como parte de um processo generalizado de doença.

Pré-participação no esporte

A avaliação pré-participação é um exame clínico usado para avaliar atletas em relação a lesões, afecções ou outras condições que possam aumentar o risco de dano a si próprios ou a outros ao participarem de um esporte.[49][50][51][52] A avaliação pré-participação é uma exigência legal ou administrativa para muitos atletas de competição em alguns países. Embora a avaliação pré-participação seja geralmente considerada uma ferramenta de rastreamento, ela também pode ser usada para avaliar a adequabilidade dos atletas com afecções conhecidas para a participação em atividades atléticas particulares.

Colaboradores

BMJ Publishing Group

Divulgações

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