Algoritmo de tratamento

Observe que as formulações/vias e doses podem diferir entre nomes e marcas de medicamentos, formulários de medicamentos ou localidades. As recomendações de tratamento são específicas para os grupos de pacientes:ver aviso legal

Inicial

sepse de causa desconhecida

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internação na unidade de terapia intensiva (UTI), terapêutica antimicrobiana empírica e terapia de suporte

A síndrome cardiopulmonar por hantavírus (SCPH) pode progredir rapidamente para choque cardiogênico e óbito, e deve ser manejada em ambiente de unidade de terapia intensiva (UTI).[51][66]​​[74]​​

A terapêutica antimicrobiana empírica para sepse é apropriada até que o diagnóstico de SCPH seja realizado. Devem ser seguidos os protocolos e diretrizes locais. Quando é estabelecido o diagnóstico, os antibióticos devem ser descontinuados. Consulte Sepse em adultos e Sepse em crianças.

Os analgésicos e antipiréticos podem ser administrados enquanto se aguarda a confirmação do diagnóstico.

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associado a – 

prevenção e controle de infecção

Tratamento recomendado para TODOS os pacientes no grupo de pacientes selecionado

Recomenda-se a adoção de precauções padrão no tratamento de todos os pacientes com infecção por hantavírus.[55][56]

A transmissão entre humanos foi relatada raramente com o vírus Andes (ANDV). Caso haja suspeita ou confirmação de infecção por ANDV, o paciente deve ser colocado em um quarto de isolamento, e recomenda-se a adoção de precauções de contato e transmissão aérea, incluindo o uso de jaleco, proteção ocular e respirador N95 (ou de nível superior) ao entrar no quarto do paciente. A duração das precauções deve ser determinada caso a caso, em conjunto com as autoridades locais de saúde pública.[6][57]

AGUDA

infecção por hantavírus confirmada

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Cuidados de suporte intensivos

A síndrome cardiopulmonar por hantavírus (SCPH) pode progredir rapidamente para choque cardiogênico e óbito, e deve ser manejada em ambiente de unidade de terapia intensiva (UTI).[51][66]​[74]

Caso tenha sido iniciado tratamento empírico com antibióticos, este pode ser descontinuado assim que for realizado o diagnóstico de infecção por hantavírus.

Pode ser necessário oxigênio suplementar, intubação e ventilação mecânica para suporte respiratório.[74]​ Cerca de 40% dos pacientes hospitalizados não precisam de intubação e podem ser manejados com oxigênio suplementar e administração cautelosa de fluidos.[10] Sobreviventes intubados geralmente podem ser extubados em 1 semana.[10]

Fluidos devem ser administrados com cautela para não acelerarem o desenvolvimento de edema pulmonar.[74]

Agentes vasoativos podem ser necessários no choque cardiogênico. Dobutamina associada à noradrenalina tem sido sugerida como um esquema eficaz.[64][74]​ A dosagem deve ser baixa no início e ajustada de acordo com a resposta. Consulte os protocolos locais para orientação sobre a escolha do esquema e da dose.

A transfusão de plaquetas pode ser necessária de acordo com os protocolos locais.[74]

As terapias experimentais podem ser usadas durante os surtos.

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associado a – 

prevenção e controle de infecção

Tratamento recomendado para TODOS os pacientes no grupo de pacientes selecionado

Recomenda-se a adoção de precauções padrão no tratamento de todos os pacientes com infecção por hantavírus.[55][56]

A transmissão entre humanos foi relatada raramente com o vírus Andes (ANDV). Caso haja suspeita ou confirmação de infecção por ANDV, o paciente deve ser colocado em um quarto de isolamento, e recomenda-se a adoção de precauções de contato e transmissão aérea, incluindo o uso de jaleco, proteção ocular e respirador N95 (ou de nível superior) ao entrar no quarto do paciente. A duração das precauções deve ser determinada caso a caso, em conjunto com as autoridades locais de saúde pública.[6][57]

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Considerar – 

oxigenação por membrana extracorpórea (ECMO)

Tratamento adicional recomendado para ALGUNS pacientes no grupo de pacientes selecionado

A avaliação precoce da transferência para um centro com acesso a ECMO é fundamental. Um índice cardíaco em queda com evidência de colapso cardiovascular é uma indicação para ECMO.[64]

Estudos sugerem que até 72% dos pacientes de síndrome cardiopulmonar por hantavírus (SCPH) com alto risco de mortalidade sobreviveram após terem alta hospitalar quando tratados com suporte de ECMO.[64][81]

As características que indicam alto risco de mortalidade incluem: um índice cardíaco <2.5 L/minuto/²; lactato sérico >4 mmol/L; arritmia cardíaca (fibrilação ventricular, taquicardia ou dissociação eletromecânica); choque refratário a fluidos; e terapêutica vasoativa.[73]

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