Caso clínico

Caso clínico #1

Um homem branco de 34 anos, aparentemente saudável, é atendido no pronto-socorro. Ele relata 2 dias de febre de até 39.5 °C (103 °F), mialgias graves nas pernas e dorso, cefaleia, náuseas e vômitos. Ele mora em um trailer em uma área rural no sudeste do Colorado, e frequentemente vê ratos dentro e ao redor do trailer. Ele é carpinteiro e trabalha com reformas, transformando interiores de velhos celeiros em casas luxuosas. No exame físico são constatados febre de 39 °C (102 °F), pressão arterial de 110/76 mmHg, pulso de 96 bpm, frequência respiratória de 24 respirações por minuto e saturação de oxigênio de 96% em ar ambiente. O restante do exame físico é normal.

Caso clínico #2

Um homem branco de 54 anos da zona rural do Novo México, previamente saudável, foi hospitalizado 36 horas antes para manejo de uma suposta pneumonia viral. Foi iniciado tratamento empírico com antibióticos intravenosos e oseltamivir oral, enquanto os resultados dos exames laboratoriais eram aguardados. No exame físico realizado hoje, ele aparenta estar menos disposto, com pressão arterial de 95/60 mmHg, pulso de 96 bpm e frequência respiratória de 36 movimentos respiratórios por minuto. Com oxigênio nasal em 4 L/minuto, sua saturação de oxigênio é 90%. Ao exame do pulmão, ele apresenta estertores bilaterais difusos; ao exame cardíaco, B3 sem sopros.

Outras apresentações

​Sintomas do trato respiratório superior (por exemplo, faringite, congestão nasal e espirros) raramente são relatados na infecção por hantavírus, e tendem a descartar o diagnóstico.[5]​ Durante a fase cardiopulmonar da doença, os pacientes podem desenvolver dispneia, constrição torácica e tosse à medida que os pulmões se enchem de líquido.[6]

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