Última revisão: 20 Set 2021
Última atualização: 20 Fev 2020

Introdução

Condição
Descrição

Suspeitada em pacientes com história de tabagismo, fatores de risco ocupacionais/ambientais ou história pessoal/familiar de doença pulmonar crônica. Se apresenta como dispneia progressiva, sibilos, tosse e produção de escarro, incluindo hemoptise. As opções de tratamento incluem o abandono do hábito de fumar, broncodilatadores e corticosteroides. A vacinação contra a gripe viral (influenza) e o Streptococcus pneumoniae é recomendada. A oxigenoterapia de longo prazo aumenta a sobrevida nos casos de doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) grave.

Exacerbações agudas da DPOC variam de muito leve a grave e com risco de vida, as quais são comumente precipitadas por patógenos bacterianos ou virais, poluentes ou mudanças na temperatura e umidade. Elas se apresentam com um início agudo e agravamento continuado dos sintomas respiratórios, da função pulmonar, do status funcional e da qualidade de vida do paciente.[3][4][5][6][7] As exacerbações agudas tendem a se tornar mais frequentes e graves à medida que a DPOC evolui[8][9] e podem acelerar por si só a progressão da DPOC.[10] Além das terapias habituais utilizadas para a DPOC, observou-se que os antibióticos apresentam benefícios para o tratamento das exacerbações agudas,[11] sendo recomendados em pacientes nos quais se suspeita de um fator desencadeante bacteriano.[3]

Evitar o tabagismo é uma parte importante da prevenção e tratamento da doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC).

Um distúrbio genético no qual os indivíduos afetados não apresentam a atividade eficaz de um inibidor específico de protease, a alfa 1-antitripsina (AAT). Essa enzima é responsável por neutralizar a elastase dos neutrófilos, prevenindo, assim, o dano inflamatório tecidual dos pulmões.[12][13] A deficiência de AAT geralmente se manifesta como enfisema de início precoce em fumantes. No entanto, os não fumantes também podem ser afetados, apesar de alguns fumantes poderem nunca manifestar a doença.

A exacerbação da DPOC é uma causa comum de dispneia aguda. A dispneia crônica é uma característica da DPOC estável. Achados da história e do exame físico, em conjunto com testes diagnósticos, como espirometria e outros testes de função pulmonar, radiografia torácica, análise da gasometria arterial e tomografia computadorizada (TC) do tórax, ajudam a confirmar a doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) e descartar diagnósticos alternativos.

A tosse é o sintoma inicial usual da DPOC: frequentemente, uma tosse matinal que pode tornar-se constante conforme a doença evolui. Geralmente produtiva, e a qualidade do escarro pode ser alterada com as exacerbações ou infecções sobrepostas.

Colaboradores

Autores

Editorial Team

BMJ Publishing Group

Declarações

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