Doença meningocócica
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Algoritmo de tratamento
Observe que as formulações/vias e doses podem diferir entre nomes e marcas de medicamentos, formulários de medicamentos ou localidades. As recomendações de tratamento são específicas para os grupos de pacientes:ver aviso legal
suspeita de meningite
antibioticoterapia empírica
O tratamento presuntivo para a meningite neonatal deve ser ativo contra os meningococos e outras causas de infecção bacteriana grave, inclusive Listeria.[55]van de Beek D, Cabellos C, Dzupova O, et al. ESCMID guideline: diagnosis and treatment of acute bacterial meningitis. Clin Microbiol Infect. 2016 May;22 Suppl 3:S37-62. https://www.clinicalmicrobiologyandinfection.com/article/S1198-743X(16)00020-3/fulltext http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/27062097?tool=bestpractice.com A antibioticoterapia deve ser administrada o mais rápido possível.
O esquema recomendado é ampicilina associada a cefotaxima.[55]van de Beek D, Cabellos C, Dzupova O, et al. ESCMID guideline: diagnosis and treatment of acute bacterial meningitis. Clin Microbiol Infect. 2016 May;22 Suppl 3:S37-62. https://www.clinicalmicrobiologyandinfection.com/article/S1198-743X(16)00020-3/fulltext http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/27062097?tool=bestpractice.com [66]Hasbun R. Progress and challenges in bacterial meningitis: a review. JAMA. 2022 Dec 6;328(21):2147-54. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/36472590?tool=bestpractice.com
Se uma cefalosporina não puder ser administrada (por exemplo, pacientes com alergia), um esquema alternativo é ampicilina associada a um aminoglicosídeo (por exemplo, gentamicina).[55]van de Beek D, Cabellos C, Dzupova O, et al. ESCMID guideline: diagnosis and treatment of acute bacterial meningitis. Clin Microbiol Infect. 2016 May;22 Suppl 3:S37-62. https://www.clinicalmicrobiologyandinfection.com/article/S1198-743X(16)00020-3/fulltext http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/27062097?tool=bestpractice.com
É aconselhável consultar um especialista para neonatos.
Opções primárias
ampicilina: consulte um especialista para obter orientação quanto às dose neonatal
e
cefotaxima: consulte um especialista para obter orientação quanto às dose neonatal
Opções secundárias
ampicilina: consulte um especialista para obter orientação quanto às dose neonatal
e
gentamicina: consulte um especialista para obter orientação quanto às dose neonatal
cuidados de suporte
Tratamento recomendado para TODOS os pacientes no grupo de pacientes selecionado
Os pacientes com infecções meningocócicas devem ser monitorados rigorosamente quanto a complicações como choque, hipertensão intracraniana, convulsões e coagulopatia.
As infecções meningocócicas graves frequentemente são complicadas por hipoglicemia ou hiperglicemia, acidose e outras anormalidades bioquímicas que requerem atenção.
Os pacientes com sintomas de choque (a frequência cardíaca pode estar persistentemente elevada, a pele mosqueada, os membros frios devido ao aumento da resistência vascular sistêmica, o tempo de enchimento capilar prolongado e o débito urinário diminuído) ou com dificuldade respiratória devem receber suporte respiratório adequado. Isso pode incluir oxigênio suplementar ou intubação e ventilação mecânica para pacientes com dificuldade respiratória grave, alteração do nível de consciência ou evidências de aumento da pressão intracraniana.[74]Weiss SL, Peters MJ, Alhazzani W, et al. Surviving sepsis campaign international guidelines for the management of septic shock and sepsis-associated organ dysfunction in children. Intensive Care Med. 2020 Feb;46(suppl 1):10-67. https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC7095013 http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/32030529?tool=bestpractice.com
A oxigenação adequada, a prevenção da hipoglicemia e da hiponatremia, a terapia anticonvulsivante, se necessária, para o controle precoce das convulsões, e as medidas para diminuir a pressão intracraniana e prevenir flutuações do fluxo sanguíneo cerebral são importantes no manejo.[74]Weiss SL, Peters MJ, Alhazzani W, et al. Surviving sepsis campaign international guidelines for the management of septic shock and sepsis-associated organ dysfunction in children. Intensive Care Med. 2020 Feb;46(suppl 1):10-67. https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC7095013 http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/32030529?tool=bestpractice.com [75]Sáez-Llorens X, McCracken GH Jr. Bacterial meningitis in children. Lancet. 2003 Jun 21;361(9375):2139-48. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/12826449?tool=bestpractice.com
Vasopressores devem ser administrados a pacientes com hipotensão ou má perfusão que não responderem prontamente à fluidoterapia.[74]Weiss SL, Peters MJ, Alhazzani W, et al. Surviving sepsis campaign international guidelines for the management of septic shock and sepsis-associated organ dysfunction in children. Intensive Care Med. 2020 Feb;46(suppl 1):10-67. https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC7095013 http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/32030529?tool=bestpractice.com Consulte um especialista para obter orientação sobre os esquemas de vasopressores/inotrópicos adequados.
Se o paciente estiver hipovolêmico ou em choque, deve-se administrar uma quantidade adicional de fluidos intravenosos. Os fluidos devem ser administrados com cautela em pacientes com evidência de hipertensão intracraniana, disfunção miocárdica ou síndrome do desconforto respiratório agudo.
A doença meningocócica é uma doença de notificação compulsória em muitos países, inclusive nos EUA; os casos devem ser notificados imediatamente aos departamentos de saúde locais e nacionais.[21]Centers for Disease Control and Prevention. Meningococcal disease. Feb 2024 [internet publication]. https://www.cdc.gov/meningococcal/about/index.html
antibioticoterapia empírica
O tratamento presuntivo para a meningite bacteriana deve ser ativo contra os meningococos e outras causas de infecção bacteriana grave, inclusive Streptococcus pneumoniae.[55]van de Beek D, Cabellos C, Dzupova O, et al. ESCMID guideline: diagnosis and treatment of acute bacterial meningitis. Clin Microbiol Infect. 2016 May;22 Suppl 3:S37-62. https://www.clinicalmicrobiologyandinfection.com/article/S1198-743X(16)00020-3/fulltext http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/27062097?tool=bestpractice.com A antibioticoterapia deve ser administrada o mais rápido possível.
O esquema recomendado é ceftriaxona ou cefotaxima associada a vancomicina.[55]van de Beek D, Cabellos C, Dzupova O, et al. ESCMID guideline: diagnosis and treatment of acute bacterial meningitis. Clin Microbiol Infect. 2016 May;22 Suppl 3:S37-62. https://www.clinicalmicrobiologyandinfection.com/article/S1198-743X(16)00020-3/fulltext http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/27062097?tool=bestpractice.com [66]Hasbun R. Progress and challenges in bacterial meningitis: a review. JAMA. 2022 Dec 6;328(21):2147-54. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/36472590?tool=bestpractice.com
Se uma cefalosporina não puder ser administrada (por exemplo, pacientes com alergia), um carbapenêmico (por exemplo, meropeném) associado a vancomicina pode ser considerado.[80]Mace SE. Acute bacterial meningitis. Emerg Med Clin North Am. 2008 May;26(2):281-317, viii. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/18406976?tool=bestpractice.com
Em regiões onde a resistência a ceftriaxona não está disseminada (como Brasil), uso de vancomicina pode não ser rotineiro.
პირველადი პარამეტრები
vancomicina: crianças: 15 mg/kg por via intravenosa a cada 6 horas; adultos: 15-20 mg/kg por via intravenosa a cada 8-12 horas
მეტი vancomicinaAjustar a dose de acordo com o nível de vancomicina sérica.
--და--
ceftriaxona: crianças: 80-100 mg/kg/dia por via intravenosa administrados em doses fracionadas a cada 12-24 horas; máximo de 4 g/dia; adultos: 2 g por via intravenosa a cada 12 horas
იყოს
cefotaxima: crianças: 200-300 mg/kg/dia por via intravenosa administrados em doses fracionadas a cada 6-8 horas, máximo de 12 g/dia; adultos: 2 g por via intravenosa a cada 4-6 horas
მეორეული ვარიანტები
vancomicina: crianças: 15 mg/kg por via intravenosa a cada 6 horas; adultos: 15-20 mg/kg por via intravenosa a cada 8-12 horas
მეტი vancomicinaAjustar a dose de acordo com o nível de vancomicina sérica.
და
meropeném: crianças ≥3 meses de idade e <50 kg de peso corporal: 40 mg/kg por via intravenosa a cada 8 horas, máximo de 6 g/dia; crianças ≥3 meses de idade e ≥50 kg de peso corporal e adultos: 2 g por via intravenosa a cada 8 horas
cuidados de suporte
მკურნალობა, რომელიც რეკომენდებულია <strong>ყველა</strong> პაციენტისთვის შერჩეულ ჯგუფში
Os pacientes com infecções meningocócicas devem ser monitorados rigorosamente quanto a complicações como choque, hipertensão intracraniana, convulsões e coagulopatia.
As infecções meningocócicas graves frequentemente são complicadas por hipoglicemia ou hiperglicemia, acidose e outras anormalidades bioquímicas que requerem atenção.
Os pacientes em choque (a frequência cardíaca pode estar persistentemente elevada, a pele mosqueada, os membros frios devido ao aumento da resistência vascular sistêmica, o tempo de enchimento capilar prolongado e o débito urinário diminuído) ou com dificuldade respiratória devem receber suporte respiratório adequado. Isso pode incluir oxigênio suplementar ou intubação e ventilação mecânica para pacientes com dificuldade respiratória grave, alteração do nível de consciência ou evidências de aumento da pressão intracraniana.[73]Evans L, Rhodes A, Alhazzani W, et al. Surviving Sepsis Campaign: international guidelines for management of sepsis and septic shock 2021. Crit Care Med. 2021 Nov 1;49(11):e1063-143. https://journals.lww.com/ccmjournal/Fulltext/2021/11000/Surviving_Sepsis_Campaign__International.21.aspx http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/34605781?tool=bestpractice.com [74]Weiss SL, Peters MJ, Alhazzani W, et al. Surviving sepsis campaign international guidelines for the management of septic shock and sepsis-associated organ dysfunction in children. Intensive Care Med. 2020 Feb;46(suppl 1):10-67. https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC7095013 http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/32030529?tool=bestpractice.com
A oxigenação adequada, a prevenção da hipoglicemia e da hiponatremia, a terapia anticonvulsivante, se necessária, para o controle precoce das convulsões, e as medidas para diminuir a pressão intracraniana e prevenir flutuações do fluxo sanguíneo cerebral são importantes no manejo.[49]McGill F, Heyderman RS, Michael BD, et al. The UK joint specialist societies guideline on the diagnosis and management of acute meningitis and meningococcal sepsis in immunocompetent adults. J Infect. 2016 Apr;72(4):405-38. https://www.journalofinfection.com/article/S0163-4453(16)00024-4/fulltext http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/26845731?tool=bestpractice.com [73]Evans L, Rhodes A, Alhazzani W, et al. Surviving Sepsis Campaign: international guidelines for management of sepsis and septic shock 2021. Crit Care Med. 2021 Nov 1;49(11):e1063-143. https://journals.lww.com/ccmjournal/Fulltext/2021/11000/Surviving_Sepsis_Campaign__International.21.aspx http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/34605781?tool=bestpractice.com [74]Weiss SL, Peters MJ, Alhazzani W, et al. Surviving sepsis campaign international guidelines for the management of septic shock and sepsis-associated organ dysfunction in children. Intensive Care Med. 2020 Feb;46(suppl 1):10-67. https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC7095013 http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/32030529?tool=bestpractice.com [75]Sáez-Llorens X, McCracken GH Jr. Bacterial meningitis in children. Lancet. 2003 Jun 21;361(9375):2139-48. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/12826449?tool=bestpractice.com
Vasopressores devem ser administrados a pacientes com hipotensão ou má perfusão que não responderem prontamente à fluidoterapia.[73]Evans L, Rhodes A, Alhazzani W, et al. Surviving Sepsis Campaign: international guidelines for management of sepsis and septic shock 2021. Crit Care Med. 2021 Nov 1;49(11):e1063-143. https://journals.lww.com/ccmjournal/Fulltext/2021/11000/Surviving_Sepsis_Campaign__International.21.aspx http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/34605781?tool=bestpractice.com [74]Weiss SL, Peters MJ, Alhazzani W, et al. Surviving sepsis campaign international guidelines for the management of septic shock and sepsis-associated organ dysfunction in children. Intensive Care Med. 2020 Feb;46(suppl 1):10-67. https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC7095013 http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/32030529?tool=bestpractice.com Consulte um especialista para obter orientação sobre os esquemas de vasopressores/inotrópicos adequados.
Se o paciente estiver hipovolêmico ou em choque, deve-se administrar uma quantidade adicional de fluidos intravenosos. Os fluidos devem ser administrados com cautela em pacientes com evidência de hipertensão intracraniana, disfunção miocárdica ou síndrome do desconforto respiratório agudo.
A doença meningocócica é uma doença de notificação compulsória em muitos países, inclusive nos EUA; os casos devem ser notificados imediatamente aos departamentos de saúde locais e nacionais.[21]Centers for Disease Control and Prevention. Meningococcal disease. Feb 2024 [internet publication]. https://www.cdc.gov/meningococcal/about/index.html
corticosteroide intravenoso
დამატებითი მკურნალობა, რომელიც რეკომენდებულია <strong>ზოგიერთი</strong> პაციენტისთვის შერჩეული ჯგუფიდან
Em casos suspeitos de meningite bacteriana, a maioria dos especialistas recomenda que pacientes com mais de 6 semanas de idade recebam dexametasona, com a primeira dose administrada antes ou simultaneamente à primeira dose de antibióticos.[49]McGill F, Heyderman RS, Michael BD, et al. The UK joint specialist societies guideline on the diagnosis and management of acute meningitis and meningococcal sepsis in immunocompetent adults. J Infect. 2016 Apr;72(4):405-38.
https://www.journalofinfection.com/article/S0163-4453(16)00024-4/fulltext
http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/26845731?tool=bestpractice.com
[67]Chaudhuri A, Martinez-Martin P, Kennedy PG, et al. EFNS guideline on the management of community-acquired bacterial meningitis: report of an EFNS Task Force on acute bacterial meningitis in older children and adults. Eur J Neurol. 2008 Jul;15(7):649-59.
https://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/j.1468-1331.2008.02193.x
http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/18582342?tool=bestpractice.com
[70]Mount HR, Boyle SD. Aseptic and bacterial meningitis: evaluation, treatment, and prevention. Am Fam Physician. 2017 Sep 1;96(5):314-22.
https://www.aafp.org/pubs/afp/issues/2017/0901/p314.html
http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/28925647?tool=bestpractice.com
[71]Ramirez D, Nigo M, Hasbun R, et al. Timing and use of adjunctive steroids in adults with bacterial meningitis: compliance with international guidelines. Open Forum Infect Dis. 2022 Dec15; 9(2):877.
https://academic.oup.com/ofid/article/9/Supplement_2/ofac492.877/6902745
[
]
In children with acute bacterial meningitis, is there randomized controlled trial evidence to support adding corticosteroids to standard treatment with antibacterial agents?/cca.html?targetUrl=https://cochranelibrary.com/cca/doi/10.1002/cca.1217/fullსწორი პასუხის ჩვენება
[
]
In adults with acute bacterial meningitis, is adding corticosteroids to standard treatment with antibacterial agents helpful?/cca.html?targetUrl=https://cochranelibrary.com/cca/doi/10.1002/cca.1273/fullსწორი პასუხის ჩვენება
Alguns estudos mostraram que corticosteroides em altas doses reduzem a probabilidade de sequelas neurológicas, principalmente na meningite secundária ao Haemophilus influenzae ou S pneumoniae. A efetividade dos corticosteroides adjuvantes na meningite causada por Neisseria meningitidis ainda não está clara.[55]van de Beek D, Cabellos C, Dzupova O, et al. ESCMID guideline: diagnosis and treatment of acute bacterial meningitis. Clin Microbiol Infect. 2016 May;22 Suppl 3:S37-62. https://www.clinicalmicrobiologyandinfection.com/article/S1198-743X(16)00020-3/fulltext http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/27062097?tool=bestpractice.com [68]Brouwer MC, McIntyre P, Prasad K, et al. Corticosteroids for acute bacterial meningitis. Cochrane Database Syst Rev. 2015 Sep 12;(9):CD004405. https://www.cochranelibrary.com/cdsr/doi/10.1002/14651858.CD004405.pub5/full http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/26362566?tool=bestpractice.com [69]van de Beek D, Farrar JJ, de Gans J, et al. Adjunctive dexamethasone in bacterial meningitis: a meta-analysis of individual patient data. Lancet Neurol. 2010 Mar;9(3):254-63. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/20138011?tool=bestpractice.com
A maioria dos especialistas recomenda descontinuar os corticosteroides para meningite bacteriana se ficar comprovado que o organismo causador é N meningitidis, embora alguns recomendem a continuação do tratamento adjuvante, independente do patógeno.[55]van de Beek D, Cabellos C, Dzupova O, et al. ESCMID guideline: diagnosis and treatment of acute bacterial meningitis. Clin Microbiol Infect. 2016 May;22 Suppl 3:S37-62. https://www.clinicalmicrobiologyandinfection.com/article/S1198-743X(16)00020-3/fulltext http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/27062097?tool=bestpractice.com Os corticosteroides deverão ser descontinuados se o diagnóstico de meningite bacteriana for contestado.
პირველადი პარამეტრები
dexametasona: crianças >6 semanas de idade: 0.15 mg/kg por via intravenosa a cada 6 horas; adultos: 10 mg por via intravenosa a cada 6 horas
antibioticoterapia empírica
O tratamento presuntivo para a meningite bacteriana deve ser ativo contra os meningococos e outras causas de infecção bacteriana grave, inclusive Listeria.[55]van de Beek D, Cabellos C, Dzupova O, et al. ESCMID guideline: diagnosis and treatment of acute bacterial meningitis. Clin Microbiol Infect. 2016 May;22 Suppl 3:S37-62. https://www.clinicalmicrobiologyandinfection.com/article/S1198-743X(16)00020-3/fulltext http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/27062097?tool=bestpractice.com A antibioticoterapia deve ser administrada o mais rápido possível.
O esquema recomendado é ampicilina associada a ceftriaxona ou cefotaxima associada a vancomicina.[55]van de Beek D, Cabellos C, Dzupova O, et al. ESCMID guideline: diagnosis and treatment of acute bacterial meningitis. Clin Microbiol Infect. 2016 May;22 Suppl 3:S37-62. https://www.clinicalmicrobiologyandinfection.com/article/S1198-743X(16)00020-3/fulltext http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/27062097?tool=bestpractice.com [66]Hasbun R. Progress and challenges in bacterial meningitis: a review. JAMA. 2022 Dec 6;328(21):2147-54. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/36472590?tool=bestpractice.com Caso a ampicilina não possa ser administrada (por exemplo, em pacientes com alergia), sulfametoxazol/trimetoprima pode ser considerado uma alternativa para alguns grupos de pacientes, a fim de garantir a cobertura contra Listeria monocytogenes em substituição à ampicilina.[66]Hasbun R. Progress and challenges in bacterial meningitis: a review. JAMA. 2022 Dec 6;328(21):2147-54. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/36472590?tool=bestpractice.com [80]Mace SE. Acute bacterial meningitis. Emerg Med Clin North Am. 2008 May;26(2):281-317, viii. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/18406976?tool=bestpractice.com Recomenda-se consultar um especialista para neonatos imunocomprometidos.
Em regiões onde a resistência a ceftriaxona não está disseminada (como Brasil), uso de vancomicina pode não ser rotineiro.
პირველადი პარამეტრები
ampicilina: neonatos: consulte um especialista para obter orientação quanto à dose; crianças: 200-400 mg/kg/dia por via intravenosa administrados em doses fracionadas a cada 4-6 horas, máximo de 12 g/dia; adultos: 1-2 g por via intravenosa a cada 3-4 horas
--და--
vancomicina: neonatos: consulte um especialista para obter orientação quanto à dose; crianças: 15 mg/kg por via intravenosa a cada 6 horas; adultos: 15-20 mg/kg por via intravenosa a cada 8-12 horas
მეტი vancomicinaAjustar a dose de acordo com o nível de vancomicina sérica.
--და--
ceftriaxona: neonatos: consulte um especialista para obter orientação quanto à dose; crianças: 80-100 mg/kg/dia por via intravenosa administrados em doses fracionadas a cada 12-24 horas, máximo de 4 g/dia; adultos: 2 g por via intravenosa a cada 12 horas
იყოს
cefotaxima: neonatos: consulte um especialista para obter orientação quanto à dose; crianças: 200-300 mg/kg/dia por via intravenosa administrados em doses fracionadas a cada 6-8 horas, máximo de 12 g/dia; adultos: 2 g por via intravenosa a cada 4-6 horas
მეორეული ვარიანტები
sulfametoxazol/trimetoprima: crianças ≥2 meses de idade e adultos: 10-20 mg/kg/dia por via intravenosa administrados em doses fracionadas a cada 6-12 horas
მეტი sulfametoxazol/trimetoprimaA dose refere-se ao componente trimetoprima.
--და--
vancomicina: neonatos: consulte um especialista para obter orientação quanto à dose; crianças: 15 mg/kg por via intravenosa a cada 6 horas; adultos: 15-20 mg/kg por via intravenosa a cada 8-12 horas
მეტი vancomicinaAjustar a dose de acordo com o nível de vancomicina sérica.
--და--
ceftriaxona: neonatos: consulte um especialista para obter orientação quanto à dose; crianças: 80-100 mg/kg/dia por via intravenosa administrados em doses fracionadas a cada 12-24 horas, máximo de 4 g/dia; adultos: 2 g por via intravenosa a cada 12 horas
იყოს
cefotaxima: neonatos: consulte um especialista para obter orientação quanto à dose; crianças: 200-300 mg/kg/dia por via intravenosa administrados em doses fracionadas a cada 6-8 horas, máximo de 12 g/dia; adultos: 2 g por via intravenosa a cada 4-6 horas
cuidados de suporte
მკურნალობა, რომელიც რეკომენდებულია <strong>ყველა</strong> პაციენტისთვის შერჩეულ ჯგუფში
Os pacientes com infecções meningocócicas devem ser monitorados rigorosamente quanto a complicações como choque, hipertensão intracraniana, convulsões e coagulopatia.
As infecções meningocócicas graves frequentemente são complicadas por hipoglicemia ou hiperglicemia, acidose e outras anormalidades bioquímicas que requerem atenção.
Os pacientes em choque (a frequência cardíaca pode estar persistentemente elevada, a pele mosqueada, os membros frios devido ao aumento da resistência vascular sistêmica, o tempo de enchimento capilar prolongado e o débito urinário diminuído) ou com dificuldade respiratória devem receber suporte respiratório adequado. Isso pode incluir oxigênio suplementar ou intubação e ventilação mecânica para pacientes com dificuldade respiratória grave, alteração do nível de consciência ou evidências de aumento da pressão intracraniana.[73]Evans L, Rhodes A, Alhazzani W, et al. Surviving Sepsis Campaign: international guidelines for management of sepsis and septic shock 2021. Crit Care Med. 2021 Nov 1;49(11):e1063-143. https://journals.lww.com/ccmjournal/Fulltext/2021/11000/Surviving_Sepsis_Campaign__International.21.aspx http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/34605781?tool=bestpractice.com [74]Weiss SL, Peters MJ, Alhazzani W, et al. Surviving sepsis campaign international guidelines for the management of septic shock and sepsis-associated organ dysfunction in children. Intensive Care Med. 2020 Feb;46(suppl 1):10-67. https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC7095013 http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/32030529?tool=bestpractice.com
A oxigenação adequada, a prevenção da hipoglicemia e da hiponatremia, a terapia anticonvulsivante, se necessária, para o controle precoce das convulsões, e as medidas para diminuir a pressão intracraniana e prevenir flutuações do fluxo sanguíneo cerebral são importantes no manejo.[49]McGill F, Heyderman RS, Michael BD, et al. The UK joint specialist societies guideline on the diagnosis and management of acute meningitis and meningococcal sepsis in immunocompetent adults. J Infect. 2016 Apr;72(4):405-38. https://www.journalofinfection.com/article/S0163-4453(16)00024-4/fulltext http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/26845731?tool=bestpractice.com [73]Evans L, Rhodes A, Alhazzani W, et al. Surviving Sepsis Campaign: international guidelines for management of sepsis and septic shock 2021. Crit Care Med. 2021 Nov 1;49(11):e1063-143. https://journals.lww.com/ccmjournal/Fulltext/2021/11000/Surviving_Sepsis_Campaign__International.21.aspx http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/34605781?tool=bestpractice.com [74]Weiss SL, Peters MJ, Alhazzani W, et al. Surviving sepsis campaign international guidelines for the management of septic shock and sepsis-associated organ dysfunction in children. Intensive Care Med. 2020 Feb;46(suppl 1):10-67. https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC7095013 http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/32030529?tool=bestpractice.com [75]Sáez-Llorens X, McCracken GH Jr. Bacterial meningitis in children. Lancet. 2003 Jun 21;361(9375):2139-48. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/12826449?tool=bestpractice.com
Vasopressores devem ser administrados a pacientes com hipotensão ou má perfusão que não responderem prontamente à fluidoterapia.[73]Evans L, Rhodes A, Alhazzani W, et al. Surviving Sepsis Campaign: international guidelines for management of sepsis and septic shock 2021. Crit Care Med. 2021 Nov 1;49(11):e1063-143. https://journals.lww.com/ccmjournal/Fulltext/2021/11000/Surviving_Sepsis_Campaign__International.21.aspx http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/34605781?tool=bestpractice.com [74]Weiss SL, Peters MJ, Alhazzani W, et al. Surviving sepsis campaign international guidelines for the management of septic shock and sepsis-associated organ dysfunction in children. Intensive Care Med. 2020 Feb;46(suppl 1):10-67. https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC7095013 http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/32030529?tool=bestpractice.com Consulte um especialista para obter orientação sobre os esquemas de vasopressores/inotrópicos adequados.
Se o paciente estiver hipovolêmico ou em choque, deve-se administrar uma quantidade adicional de fluidos intravenosos. Os fluidos devem ser administrados com cautela em pacientes com evidência de hipertensão intracraniana, disfunção miocárdica ou síndrome do desconforto respiratório agudo.
A doença meningocócica é uma doença de notificação compulsória em muitos países, inclusive nos EUA; os casos devem ser notificados imediatamente aos departamentos de saúde locais e nacionais.[21]Centers for Disease Control and Prevention. Meningococcal disease. Feb 2024 [internet publication]. https://www.cdc.gov/meningococcal/about/index.html
corticosteroide intravenoso
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Em casos suspeitos de meningite bacteriana, a maioria dos especialistas recomenda que pacientes com mais de 6 semanas de idade recebam dexametasona, com a primeira dose administrada antes ou simultaneamente à primeira dose de antibióticos.[49]McGill F, Heyderman RS, Michael BD, et al. The UK joint specialist societies guideline on the diagnosis and management of acute meningitis and meningococcal sepsis in immunocompetent adults. J Infect. 2016 Apr;72(4):405-38.
https://www.journalofinfection.com/article/S0163-4453(16)00024-4/fulltext
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[67]Chaudhuri A, Martinez-Martin P, Kennedy PG, et al. EFNS guideline on the management of community-acquired bacterial meningitis: report of an EFNS Task Force on acute bacterial meningitis in older children and adults. Eur J Neurol. 2008 Jul;15(7):649-59.
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[
]
In adults with acute bacterial meningitis, is adding corticosteroids to standard treatment with antibacterial agents helpful?/cca.html?targetUrl=https://cochranelibrary.com/cca/doi/10.1002/cca.1273/fullსწორი პასუხის ჩვენება
Alguns estudos mostraram que corticosteroides em altas doses reduzem a probabilidade de sequelas neurológicas, principalmente na meningite secundária ao Haemophilus influenzae ou S pneumoniae. A efetividade dos corticosteroides adjuvantes na meningite causada por Neisseria meningitidis ainda não está clara.[55]van de Beek D, Cabellos C, Dzupova O, et al. ESCMID guideline: diagnosis and treatment of acute bacterial meningitis. Clin Microbiol Infect. 2016 May;22 Suppl 3:S37-62. https://www.clinicalmicrobiologyandinfection.com/article/S1198-743X(16)00020-3/fulltext http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/27062097?tool=bestpractice.com [68]Brouwer MC, McIntyre P, Prasad K, et al. Corticosteroids for acute bacterial meningitis. Cochrane Database Syst Rev. 2015 Sep 12;(9):CD004405. https://www.cochranelibrary.com/cdsr/doi/10.1002/14651858.CD004405.pub5/full http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/26362566?tool=bestpractice.com [69]van de Beek D, Farrar JJ, de Gans J, et al. Adjunctive dexamethasone in bacterial meningitis: a meta-analysis of individual patient data. Lancet Neurol. 2010 Mar;9(3):254-63. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/20138011?tool=bestpractice.com
A maioria dos especialistas recomenda descontinuar os corticosteroides para meningite bacteriana se ficar comprovado que o organismo causador é N meningitidis, embora alguns recomendem a continuação do tratamento adjuvante, independente do patógeno.[55]van de Beek D, Cabellos C, Dzupova O, et al. ESCMID guideline: diagnosis and treatment of acute bacterial meningitis. Clin Microbiol Infect. 2016 May;22 Suppl 3:S37-62. https://www.clinicalmicrobiologyandinfection.com/article/S1198-743X(16)00020-3/fulltext http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/27062097?tool=bestpractice.com Os corticosteroides deverão ser descontinuados se o diagnóstico de meningite bacteriana for contestado.
პირველადი პარამეტრები
dexametasona: crianças >6 semanas de idade: 0.15 mg/kg por via intravenosa a cada 6 horas; adultos: 10 mg por via intravenosa a cada 6 horas
suspeita de bacteremia meningocócica
antibioticoterapia empírica
O tratamento presuntivo para a suspeita de bacteremia deve ser ativo contra meningococos e outras causas de infecção bacteriana grave, inclusive Streptococcus agalactiae do grupo B, Escherichia coli e Listeria.[55]van de Beek D, Cabellos C, Dzupova O, et al. ESCMID guideline: diagnosis and treatment of acute bacterial meningitis. Clin Microbiol Infect. 2016 May;22 Suppl 3:S37-62. https://www.clinicalmicrobiologyandinfection.com/article/S1198-743X(16)00020-3/fulltext http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/27062097?tool=bestpractice.com A antibioticoterapia deve ser administrada o mais rápido possível.
Cefotaxima, ceftriaxona, ceftazidima ou um aminoglicosídeo (por exemplo, gentamicina) associado a ampicilina é uma opção adequada para esses pacientes.[72]Gilbert DN, Chambers HF, Saag MS, et al, eds. The Sanford guide to antimicrobial therapy 2022. 52nd ed. Sperryville, VA: Antimicrobial Therapy, Inc; 2022.
O manejo da suspeita de bacteremia está se tornando cada vez mais complexo e deve se basear nas taxas de suscetibilidade locais, nos fatores de risco (por exemplo, estado imunocomprometido, infecção focal) e na gravidade da doença.
Primary options
ampicilina: consulte um especialista para obter orientação quanto às dose neonatal
-- AND --
ceftriaxona: consulte um especialista para obter orientação quanto às dose neonatal
or
cefotaxima: consulte um especialista para obter orientação quanto às dose neonatal
or
ceftazidima: consulte um especialista para obter orientação quanto às dose neonatal
or
gentamicina: consulte um especialista para obter orientação quanto às dose neonatal
aciclovir
Treatment recommended for SOME patients in selected patient group
O aciclovir é indicado para lactentes com características clínicas de infecção pelo vírus do herpes simples (HSV), incluindo aparência adoentada, vesículas mucocutâneas, convulsões ou pleocitose do líquido cefalorraquidiano.
Primary options
aciclovir: consulte um especialista para obter orientação quanto às dose neonatal
cuidados de suporte
Treatment recommended for ALL patients in selected patient group
Os pacientes com infecções meningocócicas devem ser monitorados rigorosamente quanto a complicações como choque, hipertensão intracraniana, convulsões e coagulopatia.
As infecções meningocócicas graves frequentemente são complicadas por hipoglicemia ou hiperglicemia, acidose e outras anormalidades bioquímicas que requerem atenção.
Os pacientes com sintomas de choque (a frequência cardíaca pode estar persistentemente elevada, a pele mosqueada, os membros frios devido ao aumento da resistência vascular sistêmica, o tempo de enchimento capilar prolongado e o débito urinário diminuído) ou com dificuldade respiratória devem receber suporte respiratório adequado. Isso pode incluir oxigênio suplementar ou intubação e ventilação mecânica para pacientes com dificuldade respiratória grave, alteração do nível de consciência ou evidências de aumento da pressão intracraniana.[74]Weiss SL, Peters MJ, Alhazzani W, et al. Surviving sepsis campaign international guidelines for the management of septic shock and sepsis-associated organ dysfunction in children. Intensive Care Med. 2020 Feb;46(suppl 1):10-67. https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC7095013 http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/32030529?tool=bestpractice.com
A oxigenação adequada, a prevenção da hipoglicemia e da hiponatremia, a terapia anticonvulsivante, se necessária, para o controle precoce das convulsões, e as medidas para diminuir a pressão intracraniana e prevenir flutuações do fluxo sanguíneo cerebral são importantes no manejo.[74]Weiss SL, Peters MJ, Alhazzani W, et al. Surviving sepsis campaign international guidelines for the management of septic shock and sepsis-associated organ dysfunction in children. Intensive Care Med. 2020 Feb;46(suppl 1):10-67. https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC7095013 http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/32030529?tool=bestpractice.com [75]Sáez-Llorens X, McCracken GH Jr. Bacterial meningitis in children. Lancet. 2003 Jun 21;361(9375):2139-48. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/12826449?tool=bestpractice.com
Vasopressores devem ser administrados a pacientes com hipotensão ou má perfusão que não responderem prontamente à fluidoterapia.[74]Weiss SL, Peters MJ, Alhazzani W, et al. Surviving sepsis campaign international guidelines for the management of septic shock and sepsis-associated organ dysfunction in children. Intensive Care Med. 2020 Feb;46(suppl 1):10-67. https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC7095013 http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/32030529?tool=bestpractice.com Consulte um especialista para obter orientação sobre os esquemas de vasopressores/inotrópicos adequados.
Se o paciente estiver hipovolêmico ou em choque, deve-se administrar uma quantidade adicional de fluidos intravenosos. Os fluidos devem ser administrados com cautela em pacientes com evidência de hipertensão intracraniana, disfunção miocárdica ou síndrome do desconforto respiratório agudo.
A doença meningocócica é uma doença de notificação compulsória em muitos países, inclusive nos EUA; os casos devem ser notificados imediatamente aos departamentos de saúde locais e nacionais.[21]Centers for Disease Control and Prevention. Meningococcal disease. Feb 2024 [internet publication]. https://www.cdc.gov/meningococcal/about/index.html
antibioticoterapia empírica
O tratamento presuntivo para a suspeita de bacteremia deve ser ativo contra meningococos e outras causas de infecção bacteriana grave, inclusive Streptococcus pneumoniae e Staphylococcus aureus.[55]van de Beek D, Cabellos C, Dzupova O, et al. ESCMID guideline: diagnosis and treatment of acute bacterial meningitis. Clin Microbiol Infect. 2016 May;22 Suppl 3:S37-62. https://www.clinicalmicrobiologyandinfection.com/article/S1198-743X(16)00020-3/fulltext http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/27062097?tool=bestpractice.com A antibioticoterapia deve ser administrada o mais rápido possível.
Ceftriaxona, cefotaxima ou cefepima associada a vancomicina é uma opção adequada para esses pacientes.[72]Gilbert DN, Chambers HF, Saag MS, et al, eds. The Sanford guide to antimicrobial therapy 2022. 52nd ed. Sperryville, VA: Antimicrobial Therapy, Inc; 2022.
O manejo da suspeita de bacteremia está se tornando cada vez mais complexo e deve se basear nas taxas de suscetibilidade locais, nos fatores de risco (por exemplo, estado imunocomprometido, infecção focal) e na gravidade da doença. Pode ser necessária cobertura antibiótica adicional para pessoas com fatores de risco relevantes (por exemplo, para Listeria).
Em regiões onde a resistência a ceftriaxona não está disseminada (como Brasil), uso de vancomicina pode não ser rotineiro.
Primary options
vancomicina: 15 mg/kg por via intravenosa a cada 6 horas
More vancomicinaAjustar a dose de acordo com o nível de vancomicina sérica.
-- AND --
ceftriaxona: 80-100 mg/kg/dia por via intravenosa administrados em doses fracionadas a cada 12-24 horas, máximo de 4 g/dia
or
cefotaxima: 200-300 mg/kg/dia por via intravenosa administrados em doses fracionadas a cada 6-8 horas, máximo de 12 g/dia
or
cefepima: crianças ≥2 meses de idade: 150 mg/kg/dia por via intravenosa administrados em doses fracionadas a cada 8 horas
cuidados de suporte
Treatment recommended for ALL patients in selected patient group
Os pacientes com infecções meningocócicas devem ser monitorados rigorosamente quanto a complicações como choque, hipertensão intracraniana, convulsões e coagulopatia.
As infecções meningocócicas graves frequentemente são complicadas por hipoglicemia ou hiperglicemia, acidose e outras anormalidades bioquímicas que requerem atenção.
Os pacientes com sintomas de choque (a frequência cardíaca pode estar persistentemente elevada, a pele mosqueada, os membros frios devido ao aumento da resistência vascular sistêmica, o tempo de enchimento capilar prolongado e o débito urinário diminuído) ou com dificuldade respiratória devem receber suporte respiratório adequado. Isso pode incluir oxigênio suplementar ou intubação e ventilação mecânica para pacientes com dificuldade respiratória grave, alteração do nível de consciência ou evidências de aumento da pressão intracraniana.[74]Weiss SL, Peters MJ, Alhazzani W, et al. Surviving sepsis campaign international guidelines for the management of septic shock and sepsis-associated organ dysfunction in children. Intensive Care Med. 2020 Feb;46(suppl 1):10-67. https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC7095013 http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/32030529?tool=bestpractice.com
A oxigenação adequada, a prevenção da hipoglicemia e da hiponatremia, a terapia anticonvulsivante, se necessária, para o controle precoce das convulsões, e as medidas para diminuir a pressão intracraniana e prevenir flutuações do fluxo sanguíneo cerebral são importantes no manejo.[74]Weiss SL, Peters MJ, Alhazzani W, et al. Surviving sepsis campaign international guidelines for the management of septic shock and sepsis-associated organ dysfunction in children. Intensive Care Med. 2020 Feb;46(suppl 1):10-67. https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC7095013 http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/32030529?tool=bestpractice.com [75]Sáez-Llorens X, McCracken GH Jr. Bacterial meningitis in children. Lancet. 2003 Jun 21;361(9375):2139-48. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/12826449?tool=bestpractice.com
Vasopressores devem ser administrados a pacientes com hipotensão ou má perfusão que não responderem prontamente à fluidoterapia.[74]Weiss SL, Peters MJ, Alhazzani W, et al. Surviving sepsis campaign international guidelines for the management of septic shock and sepsis-associated organ dysfunction in children. Intensive Care Med. 2020 Feb;46(suppl 1):10-67. https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC7095013 http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/32030529?tool=bestpractice.com Consulte um especialista para obter orientação sobre os esquemas de vasopressores/inotrópicos adequados.
Se o paciente estiver hipovolêmico ou em choque, deve-se administrar uma quantidade adicional de fluidos intravenosos. Os fluidos devem ser administrados com cautela em pacientes com evidência de hipertensão intracraniana, disfunção miocárdica ou síndrome do desconforto respiratório agudo.
A doença meningocócica é uma doença de notificação compulsória em muitos países, inclusive nos EUA; os casos devem ser notificados imediatamente aos departamentos de saúde locais e nacionais.[21]Centers for Disease Control and Prevention. Meningococcal disease. Feb 2024 [internet publication]. https://www.cdc.gov/meningococcal/about/index.html
antibioticoterapia empírica
O tratamento presuntivo para a suspeita de bacteremia deve ser ativo contra meningococos e outras causas de infecção bacteriana grave, inclusive Streptococcus pneumoniae e Staphylococcus aureus.[55]van de Beek D, Cabellos C, Dzupova O, et al. ESCMID guideline: diagnosis and treatment of acute bacterial meningitis. Clin Microbiol Infect. 2016 May;22 Suppl 3:S37-62. https://www.clinicalmicrobiologyandinfection.com/article/S1198-743X(16)00020-3/fulltext http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/27062097?tool=bestpractice.com A antibioticoterapia deve ser administrada o mais rápido possível. A terapia deve incluir um ou mais antibióticos de amplo espectro ativos contra organismos Gram-positivos e Gram-negativos.
A vancomicina associada a ceftriaxona, cefotaxima, cefepima, imipeném/cilastatina ou meropeném, com ou sem um aminoglicosídeo (por exemplo, gentamicina), é uma opção adequada para esses pacientes.[72]Gilbert DN, Chambers HF, Saag MS, et al, eds. The Sanford guide to antimicrobial therapy 2022. 52nd ed. Sperryville, VA: Antimicrobial Therapy, Inc; 2022.
O manejo da suspeita de bacteremia está se tornando cada vez mais complexo e deve se basear na microbiologia local, nos fatores de risco pessoais (por exemplo, estado imunocomprometido, infecção focal), na idade e na gravidade da doença. Pode ser necessária cobertura antibiótica adicional para pessoas com fatores de risco relevantes (por exemplo, para Listeria).
Em regiões onde a resistência a ceftriaxona não está disseminada (como Brasil), uso de vancomicina pode não ser rotineiro.
Primary options
vancomicina: 15-20 mg/kg por via intravenosa a cada 8-12 horas
More vancomicinaAjustar a dose de acordo com o nível de vancomicina sérica.
-- AND --
ceftriaxona: 2 g por via intravenosa a cada 12 horas
or
cefotaxima: 2 g por via intravenosa a cada 4-6 horas
or
cefepima: 2 g por via intravenosa a cada 8 horas
or
imipeném/cilastatina: 500 mg por via intravenosa a cada 6 horas
More imipeném/cilastatinaA dose refere-se ao componente de imipeném.
or
meropeném: 2 g por via intravenosa a cada 8 horas
OR
vancomicina: 15-20 mg/kg por via intravenosa a cada 8-12 horas
More vancomicinaAjustar a dose de acordo com o nível de vancomicina sérica.
-- AND --
ceftriaxona: 2 g por via intravenosa a cada 12 horas
or
cefotaxima: 2 g por via intravenosa a cada 4-6 horas
or
cefepima: 2 g por via intravenosa a cada 8 horas
or
imipeném/cilastatina: 500 mg por via intravenosa a cada 6 horas
More imipeném/cilastatinaA dose refere-se ao componente de imipeném.
or
meropeném: 2 g por via intravenosa a cada 8 horas
-- AND --
gentamicina: 5 mg/kg/dia por via intravenosa administrados em 1-3 doses fracionadas
More gentamicinaAjuste a dose de acordo com o nível de gentamicina sérica.
cuidados de suporte
Treatment recommended for ALL patients in selected patient group
Os pacientes com infecções meningocócicas devem ser monitorados rigorosamente quanto a complicações como choque, hipertensão intracraniana, convulsões e coagulopatia.
As infecções meningocócicas graves frequentemente são complicadas por hipoglicemia ou hiperglicemia, acidose e outras anormalidades bioquímicas que requerem atenção.
Os pacientes em choque (a frequência cardíaca pode estar persistentemente elevada, a pele mosqueada, os membros frios devido ao aumento da resistência vascular sistêmica, o tempo de enchimento capilar prolongado e o débito urinário diminuído) ou com dificuldade respiratória devem receber suporte respiratório adequado. Isso pode incluir oxigênio suplementar ou intubação e ventilação mecânica para pacientes com dificuldade respiratória grave, alteração do nível de consciência ou evidências de aumento da pressão intracraniana.[73]Evans L, Rhodes A, Alhazzani W, et al. Surviving Sepsis Campaign: international guidelines for management of sepsis and septic shock 2021. Crit Care Med. 2021 Nov 1;49(11):e1063-143. https://journals.lww.com/ccmjournal/Fulltext/2021/11000/Surviving_Sepsis_Campaign__International.21.aspx http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/34605781?tool=bestpractice.com
A oxigenação adequada, a prevenção da hipoglicemia e da hiponatremia, a terapia anticonvulsivante, se necessária, para o controle precoce das convulsões, e as medidas para diminuir a pressão intracraniana e prevenir flutuações do fluxo sanguíneo cerebral são importantes no manejo.[49]McGill F, Heyderman RS, Michael BD, et al. The UK joint specialist societies guideline on the diagnosis and management of acute meningitis and meningococcal sepsis in immunocompetent adults. J Infect. 2016 Apr;72(4):405-38. https://www.journalofinfection.com/article/S0163-4453(16)00024-4/fulltext http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/26845731?tool=bestpractice.com [73]Evans L, Rhodes A, Alhazzani W, et al. Surviving Sepsis Campaign: international guidelines for management of sepsis and septic shock 2021. Crit Care Med. 2021 Nov 1;49(11):e1063-143. https://journals.lww.com/ccmjournal/Fulltext/2021/11000/Surviving_Sepsis_Campaign__International.21.aspx http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/34605781?tool=bestpractice.com
Vasopressores devem ser administrados a pacientes com hipotensão ou má perfusão que não responderem prontamente à fluidoterapia.[73]Evans L, Rhodes A, Alhazzani W, et al. Surviving Sepsis Campaign: international guidelines for management of sepsis and septic shock 2021. Crit Care Med. 2021 Nov 1;49(11):e1063-143. https://journals.lww.com/ccmjournal/Fulltext/2021/11000/Surviving_Sepsis_Campaign__International.21.aspx http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/34605781?tool=bestpractice.com Consulte um especialista para obter orientação sobre os esquemas de vasopressores/inotrópicos adequados.
Se o paciente estiver hipovolêmico ou em choque, deve-se administrar uma quantidade adicional de fluidos intravenosos. Os fluidos devem ser administrados com cautela em pacientes com evidência de hipertensão intracraniana, disfunção miocárdica ou síndrome do desconforto respiratório agudo.
A doença meningocócica é uma doença de notificação compulsória em muitos países, inclusive nos EUA; os casos devem ser notificados imediatamente aos departamentos de saúde locais e nacionais.[21]Centers for Disease Control and Prevention. Meningococcal disease. Feb 2024 [internet publication]. https://www.cdc.gov/meningococcal/about/index.html
meningite meningocócica confirmada: sensível à penicilina
antibioticoterapia específica
Após a confirmação do diagnóstico (geralmente entre 12-48 horas após a internação), a terapêutica antimicrobiana pode ser modificada de acordo com o organismo causador e as sensibilidades aos antibióticos.[66]Hasbun R. Progress and challenges in bacterial meningitis: a review. JAMA. 2022 Dec 6;328(21):2147-54. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/36472590?tool=bestpractice.com [75]Sáez-Llorens X, McCracken GH Jr. Bacterial meningitis in children. Lancet. 2003 Jun 21;361(9375):2139-48. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/12826449?tool=bestpractice.com Normalmente a duração do tratamento antibacteriano depende da resposta clínica e da resposta microbiológica no líquido cefalorraquidiano após o início do tratamento. A maioria dos especialistas recomenda descontinuar os corticosteroides para meningite bacteriana se ficar comprovado que o organismo causador é Neisseria meningitidis, embora alguns recomendem a continuação do tratamento adjuvante, independente do patógeno.[55]van de Beek D, Cabellos C, Dzupova O, et al. ESCMID guideline: diagnosis and treatment of acute bacterial meningitis. Clin Microbiol Infect. 2016 May;22 Suppl 3:S37-62. https://www.clinicalmicrobiologyandinfection.com/article/S1198-743X(16)00020-3/fulltext http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/27062097?tool=bestpractice.com
A N meningitidis sensível à penicilina (concentração inibitória mínima [CIM] <0.1 microgramas/mL) deve ser tratada com ampicilina ou benzilpenicilina. As alternativas incluem uma cefalosporina de terceira geração (por exemplo, ceftriaxona).[66]Hasbun R. Progress and challenges in bacterial meningitis: a review. JAMA. 2022 Dec 6;328(21):2147-54. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/36472590?tool=bestpractice.com [76]Tunkel AR, Hartman BJ, Kaplan SL, et al. Practice guidelines for the management of bacterial meningitis. Clin Infect Dis. 2004 Nov 1;39(9):1267-84. https://academic.oup.com/cid/article/39/9/1267/402080 http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/15494903?tool=bestpractice.com
Ciclo do tratamento: 7 dias.
Primary options
benzilpenicilina sódica: neonatos: consulte um especialista para obter orientação quanto à dose; crianças: 180-300 mg/kg/dia por via intravenosa administrados em 4-6 doses fracionadas; adultos: 2.4 g por via intravenosa a cada 4 horas
OR
ampicilina: neonatos: consulte um especialista para obter orientação quanto à dose; crianças: 200-400 mg/kg/dia por via intravenosa administrados em doses fracionadas a cada 4-6 horas, máximo de 12 g/dia; adultos: 1-2 g por via intravenosa a cada 3-4 horas
Secondary options
ceftriaxona: neonatos: consulte um especialista para obter orientação quanto à dose; crianças: 80-100 mg/kg/dia por via intravenosa administrados em doses fracionadas a cada 12-24 horas, máximo de 4 g/dia; adultos: 2 g por via intravenosa a cada 12 horas
cuidados de suporte
Treatment recommended for ALL patients in selected patient group
Os pacientes com infecções meningocócicas devem ser monitorados rigorosamente quanto a complicações como choque, hipertensão intracraniana, convulsões e coagulopatia.
As infecções meningocócicas graves frequentemente são complicadas por hipoglicemia ou hiperglicemia, acidose e outras anormalidades bioquímicas que requerem atenção.
Os pacientes em choque (a frequência cardíaca pode estar persistentemente elevada, a pele mosqueada, os membros frios devido ao aumento da resistência vascular sistêmica, o tempo de enchimento capilar prolongado e o débito urinário diminuído) ou com dificuldade respiratória devem receber suporte respiratório adequado. Isso pode incluir oxigênio suplementar ou intubação e ventilação mecânica para pacientes com dificuldade respiratória grave, alteração do nível de consciência ou evidências de aumento da pressão intracraniana.[73]Evans L, Rhodes A, Alhazzani W, et al. Surviving Sepsis Campaign: international guidelines for management of sepsis and septic shock 2021. Crit Care Med. 2021 Nov 1;49(11):e1063-143. https://journals.lww.com/ccmjournal/Fulltext/2021/11000/Surviving_Sepsis_Campaign__International.21.aspx http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/34605781?tool=bestpractice.com [74]Weiss SL, Peters MJ, Alhazzani W, et al. Surviving sepsis campaign international guidelines for the management of septic shock and sepsis-associated organ dysfunction in children. Intensive Care Med. 2020 Feb;46(suppl 1):10-67. https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC7095013 http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/32030529?tool=bestpractice.com
A oxigenação adequada, a prevenção da hipoglicemia e da hiponatremia, a terapia anticonvulsivante, se necessária, para o controle precoce das convulsões, e as medidas para diminuir a pressão intracraniana e prevenir flutuações do fluxo sanguíneo cerebral são importantes no manejo.[49]McGill F, Heyderman RS, Michael BD, et al. The UK joint specialist societies guideline on the diagnosis and management of acute meningitis and meningococcal sepsis in immunocompetent adults. J Infect. 2016 Apr;72(4):405-38. https://www.journalofinfection.com/article/S0163-4453(16)00024-4/fulltext http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/26845731?tool=bestpractice.com [73]Evans L, Rhodes A, Alhazzani W, et al. Surviving Sepsis Campaign: international guidelines for management of sepsis and septic shock 2021. Crit Care Med. 2021 Nov 1;49(11):e1063-143. https://journals.lww.com/ccmjournal/Fulltext/2021/11000/Surviving_Sepsis_Campaign__International.21.aspx http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/34605781?tool=bestpractice.com [74]Weiss SL, Peters MJ, Alhazzani W, et al. Surviving sepsis campaign international guidelines for the management of septic shock and sepsis-associated organ dysfunction in children. Intensive Care Med. 2020 Feb;46(suppl 1):10-67. https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC7095013 http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/32030529?tool=bestpractice.com [75]Sáez-Llorens X, McCracken GH Jr. Bacterial meningitis in children. Lancet. 2003 Jun 21;361(9375):2139-48. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/12826449?tool=bestpractice.com
Vasopressores devem ser administrados a pacientes com hipotensão ou má perfusão que não responderem prontamente à ressuscitação fluídica.[73]Evans L, Rhodes A, Alhazzani W, et al. Surviving Sepsis Campaign: international guidelines for management of sepsis and septic shock 2021. Crit Care Med. 2021 Nov 1;49(11):e1063-143. https://journals.lww.com/ccmjournal/Fulltext/2021/11000/Surviving_Sepsis_Campaign__International.21.aspx http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/34605781?tool=bestpractice.com [74]Weiss SL, Peters MJ, Alhazzani W, et al. Surviving sepsis campaign international guidelines for the management of septic shock and sepsis-associated organ dysfunction in children. Intensive Care Med. 2020 Feb;46(suppl 1):10-67. https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC7095013 http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/32030529?tool=bestpractice.com Consulte um especialista para obter orientação sobre os esquemas de vasopressores/inotrópicos adequados.
Se o paciente estiver hipovolêmico ou em choque, deve-se administrar uma quantidade adicional de fluidos intravenosos. Os fluidos devem ser administrados com cautela em pacientes com evidência de hipertensão intracraniana, disfunção miocárdica ou síndrome do desconforto respiratório agudo.
erradicação nasofaríngea pré-alta
Treatment recommended for ALL patients in selected patient group
Os pacientes com infecções meningocócicas não tratados com ceftriaxona ou cefotaxima também devem receber rifampicina, ciprofloxacino ou ceftriaxona antes da alta do hospital, para erradicar a colonização nasofaríngea.[4]Mbaeyi S, Duffy J, McNamara L A. Chapter 14: meningococcal disease. Epidemiology and prevention of vaccine-preventable diseases. 14th ed. Atlanta, GA: Centers for Disease Control and Prevention; 2024.[51]American Academy of Pediatrics. Meningococcal infections. In: Kimberlin DW, Banerjee R, Barnett ED, et al, eds. Red Book: 2024-2027 report of the Committee on Infectious Diseases. 33rd ed. Itasca, IL: American Academy of Pediatrics; 2024:585-99.
Esses tratamentos são igualmente eficazes. A escolha baseia-se na idade do paciente e na presença de quaisquer contraindicações a um medicamento individual. É aconselhável consultar um especialista para neonatos.
Primary options
rifampicina: crianças: 20 mg/kg/dia por via oral, administrados em 2 doses fracionadas por 2 dias, máximo de 600 mg/dose; adultos: 600 mg por via oral duas vezes ao dia por 2 dias
OR
ceftriaxona: crianças: 125 mg por via intramuscular em dose única; adultos: 250 mg por via intramuscular em dose única
OR
ciprofloxacino: adultos: 500 mg por via oral em dose única
meningite meningocócica confirmada: sensibilidade intermediária à penicilina
antibioticoterapia específica
Após a confirmação do diagnóstico (geralmente entre 12-48 horas após a internação), a terapêutica antimicrobiana pode ser modificada de acordo com o organismo causador e as sensibilidades aos antibióticos.[66]Hasbun R. Progress and challenges in bacterial meningitis: a review. JAMA. 2022 Dec 6;328(21):2147-54. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/36472590?tool=bestpractice.com [75]Sáez-Llorens X, McCracken GH Jr. Bacterial meningitis in children. Lancet. 2003 Jun 21;361(9375):2139-48. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/12826449?tool=bestpractice.com Normalmente a duração do tratamento antibacteriano depende da resposta clínica e da resposta microbiológica no líquido cefalorraquidiano após o início do tratamento. A maioria dos especialistas recomenda descontinuar os corticosteroides para meningite bacteriana se ficar comprovado que o organismo causador é Neisseria meningitidis, embora alguns recomendem a continuação do tratamento adjuvante, independente do patógeno.[55]van de Beek D, Cabellos C, Dzupova O, et al. ESCMID guideline: diagnosis and treatment of acute bacterial meningitis. Clin Microbiol Infect. 2016 May;22 Suppl 3:S37-62. https://www.clinicalmicrobiologyandinfection.com/article/S1198-743X(16)00020-3/fulltext http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/27062097?tool=bestpractice.com
A N meningitidis com sensibilidade intermediária à penicilina (concentração inibitória mínima [CIM] de 0.1 a 1.0 microgramas/mL) deve ser tratada com ceftriaxona ou cefotaxima. As alternativas incluem uma fluoroquinolona (por exemplo, levofloxacino, ciprofloxacino) ou meropeném.[66]Hasbun R. Progress and challenges in bacterial meningitis: a review. JAMA. 2022 Dec 6;328(21):2147-54. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/36472590?tool=bestpractice.com [76]Tunkel AR, Hartman BJ, Kaplan SL, et al. Practice guidelines for the management of bacterial meningitis. Clin Infect Dis. 2004 Nov 1;39(9):1267-84. https://academic.oup.com/cid/article/39/9/1267/402080 http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/15494903?tool=bestpractice.com
Os antibióticos fluoroquinolonas sistêmicos podem causar eventos adversos graves, incapacitantes e potencialmente duradouros ou irreversíveis. Eles incluem, entre outros: tendinopatia/ruptura tendínea; neuropatia periférica; artropatia/artralgia; aneurisma e dissecção da aorta; regurgitação de valva cardíaca; disglicemia; e efeitos sobre o sistema nervoso central, inclusive convulsões, depressão, psicose e pensamentos e comportamento suicidas.[77]Rusu A, Munteanu AC, Arbănași EM, et al. Overview of side-effects of antibacterial fluoroquinolones: new drugs versus old drugs, a step forward in the safety profile? Pharmaceutics. 2023 Mar 1;15(3):804. https://www.mdpi.com/1999-4923/15/3/804 http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/36986665?tool=bestpractice.com
Aplicam-se restrições de prescrição ao uso das fluoroquinolonas, e essas restrições podem variar entre os países. Em geral, o uso das fluoroquinolonas deve ser restrito apenas às infecções bacterianas graves e com risco à vida. Algumas agências regulatórias também podem recomendar que elas sejam usadas apenas nas situações em que os outros antibióticos comumente recomendados para a infecção forem inadequados (por exemplo, resistência, contraindicações, falha do tratamento, indisponibilidade). Consulte as diretrizes e a fonte de informações de medicamentos locais para obter mais informações sobre adequação, contraindicações e precauções.
Ciclo do tratamento: 7 dias.
Primary options
ceftriaxona: neonatos: consulte um especialista para obter orientação quanto à dose; crianças: 80-100 mg/kg/dia por via intravenosa administrados em doses fracionadas a cada 12-24 horas, máximo de 4 g/dia; adultos: 2 g por via intravenosa a cada 12 horas
OR
cefotaxima: neonatos: consulte um especialista para obter orientação quanto à dose; crianças: 200-300 mg/kg/dia por via intravenosa administrados em doses fracionadas a cada 6-8 horas, máximo de 12 g/dia; adultos: 2 g por via intravenosa a cada 4-6 horas
Secondary options
meropeném: crianças ≥3 meses de idade e <50 kg de peso corporal: 40 mg/kg por via intravenosa a cada 8 horas, máximo de 6 g/dia; crianças ≥3 meses de idade e ≥50 kg de peso corporal e adultos: 2 g por via intravenosa a cada 8 horas
OR
levofloxacino: crianças: consulte um especialista para obter orientação quanto à dose; adultos: 750 mg por via intravenosa a cada 24 horas
OR
ciprofloxacino: crianças: consulte um especialista para obter orientação quanto à dose; adultos: 400 mg por via intravenosa a cada 8-12 horas
cuidados de suporte
Treatment recommended for ALL patients in selected patient group
Os pacientes com infecções meningocócicas devem ser monitorados rigorosamente quanto a complicações como choque, hipertensão intracraniana, convulsões e coagulopatia.
As infecções meningocócicas graves frequentemente são complicadas por hipoglicemia ou hiperglicemia, acidose e outras anormalidades bioquímicas que requerem atenção.
Os pacientes em choque (a frequência cardíaca pode estar persistentemente elevada, a pele mosqueada, os membros frios devido ao aumento da resistência vascular sistêmica, o tempo de enchimento capilar prolongado e o débito urinário diminuído) ou com dificuldade respiratória devem receber suporte respiratório adequado. Isso pode incluir oxigênio suplementar ou intubação e ventilação mecânica para pacientes com dificuldade respiratória grave, alteração do nível de consciência ou evidências de aumento da pressão intracraniana.[73]Evans L, Rhodes A, Alhazzani W, et al. Surviving Sepsis Campaign: international guidelines for management of sepsis and septic shock 2021. Crit Care Med. 2021 Nov 1;49(11):e1063-143. https://journals.lww.com/ccmjournal/Fulltext/2021/11000/Surviving_Sepsis_Campaign__International.21.aspx http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/34605781?tool=bestpractice.com [74]Weiss SL, Peters MJ, Alhazzani W, et al. Surviving sepsis campaign international guidelines for the management of septic shock and sepsis-associated organ dysfunction in children. Intensive Care Med. 2020 Feb;46(suppl 1):10-67. https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC7095013 http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/32030529?tool=bestpractice.com
A oxigenação adequada, a prevenção da hipoglicemia e da hiponatremia, a terapia anticonvulsivante, se necessária, para o controle precoce das convulsões, e as medidas para diminuir a pressão intracraniana e prevenir flutuações do fluxo sanguíneo cerebral são importantes no manejo.[49]McGill F, Heyderman RS, Michael BD, et al. The UK joint specialist societies guideline on the diagnosis and management of acute meningitis and meningococcal sepsis in immunocompetent adults. J Infect. 2016 Apr;72(4):405-38. https://www.journalofinfection.com/article/S0163-4453(16)00024-4/fulltext http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/26845731?tool=bestpractice.com [73]Evans L, Rhodes A, Alhazzani W, et al. Surviving Sepsis Campaign: international guidelines for management of sepsis and septic shock 2021. Crit Care Med. 2021 Nov 1;49(11):e1063-143. https://journals.lww.com/ccmjournal/Fulltext/2021/11000/Surviving_Sepsis_Campaign__International.21.aspx http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/34605781?tool=bestpractice.com [74]Weiss SL, Peters MJ, Alhazzani W, et al. Surviving sepsis campaign international guidelines for the management of septic shock and sepsis-associated organ dysfunction in children. Intensive Care Med. 2020 Feb;46(suppl 1):10-67. https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC7095013 http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/32030529?tool=bestpractice.com [75]Sáez-Llorens X, McCracken GH Jr. Bacterial meningitis in children. Lancet. 2003 Jun 21;361(9375):2139-48. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/12826449?tool=bestpractice.com
Vasopressores devem ser administrados a pacientes com hipotensão ou má perfusão que não responderem prontamente à ressuscitação fluídica.[73]Evans L, Rhodes A, Alhazzani W, et al. Surviving Sepsis Campaign: international guidelines for management of sepsis and septic shock 2021. Crit Care Med. 2021 Nov 1;49(11):e1063-143. https://journals.lww.com/ccmjournal/Fulltext/2021/11000/Surviving_Sepsis_Campaign__International.21.aspx http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/34605781?tool=bestpractice.com [74]Weiss SL, Peters MJ, Alhazzani W, et al. Surviving sepsis campaign international guidelines for the management of septic shock and sepsis-associated organ dysfunction in children. Intensive Care Med. 2020 Feb;46(suppl 1):10-67. https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC7095013 http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/32030529?tool=bestpractice.com Consulte um especialista para obter orientação sobre os esquemas de vasopressores/inotrópicos adequados.
Se o paciente estiver hipovolêmico ou em choque, deve-se administrar uma quantidade adicional de fluidos intravenosos. Os fluidos devem ser administrados com cautela em pacientes com evidência de hipertensão intracraniana, disfunção miocárdica ou síndrome do desconforto respiratório agudo.
erradicação nasofaríngea pré-alta
Treatment recommended for ALL patients in selected patient group
Os pacientes com infecções meningocócicas invasivas não tratados com ceftriaxona ou cefotaxima também devem receber rifampicina, ciprofloxacino ou ceftriaxona antes da alta do hospital, para erradicar a colonização nasofaríngea.[4]Mbaeyi S, Duffy J, McNamara L A. Chapter 14: meningococcal disease. Epidemiology and prevention of vaccine-preventable diseases. 14th ed. Atlanta, GA: Centers for Disease Control and Prevention; 2024.[51]American Academy of Pediatrics. Meningococcal infections. In: Kimberlin DW, Banerjee R, Barnett ED, et al, eds. Red Book: 2024-2027 report of the Committee on Infectious Diseases. 33rd ed. Itasca, IL: American Academy of Pediatrics; 2024:585-99.
Esses tratamentos são igualmente eficazes. A escolha baseia-se na idade do paciente e na presença de quaisquer contraindicações a um medicamento individual. É aconselhável consultar um especialista para neonatos.
Primary options
rifampicina: crianças: 20 mg/kg/dia por via oral, administrados em 2 doses fracionadas por 2 dias, máximo de 600 mg/dose; adultos: 600 mg por via oral duas vezes ao dia por 2 dias
OR
ceftriaxona: crianças: 125 mg por via intramuscular em dose única; adultos: 250 mg por via intramuscular em dose única
OR
ciprofloxacino: adultos: 500 mg por via oral em dose única
bacteremia meningocócica confirmada
antibioticoterapia específica
Uma vez confirmado o diagnóstico de infecção meningocócica, o paciente deve ser tratado com uma cefalosporina intravenosa (por exemplo, ceftriaxona ou cefotaxima). O tratamento geralmente tem a duração de 5-7 dias, dependendo da idade do paciente, da gravidade da infecção e da resposta à terapia inicial.[51]American Academy of Pediatrics. Meningococcal infections. In: Kimberlin DW, Banerjee R, Barnett ED, et al, eds. Red Book: 2024-2027 report of the Committee on Infectious Diseases. 33rd ed. Itasca, IL: American Academy of Pediatrics; 2024:585-99.
Se o paciente estiver recebendo dexametasona para suspeita de meningite, ela deverá ser descontinuada.[48]National Institute for Health and Care Excellence. Meningitis (bacterial) and meningococcal disease: recognition, diagnosis and management. Mar 2024 [internet publication]. https://www.nice.org.uk/guidance/ng240 [55]van de Beek D, Cabellos C, Dzupova O, et al. ESCMID guideline: diagnosis and treatment of acute bacterial meningitis. Clin Microbiol Infect. 2016 May;22 Suppl 3:S37-62. https://www.clinicalmicrobiologyandinfection.com/article/S1198-743X(16)00020-3/fulltext http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/27062097?tool=bestpractice.com
Primary options
ceftriaxona: neonatos: consulte um especialista para obter orientação quanto à dose; crianças: 80-100 mg/kg/dia por via intravenosa administrados em doses fracionadas a cada 12-24 horas, máximo de 4 g/dia; adultos: 2 g por via intravenosa a cada 12 horas
OR
cefotaxima: neonatos: consulte um especialista para obter orientação quanto à dose; crianças: 200-300 mg/kg/dia por via intravenosa administrados em doses fracionadas a cada 6-8 horas, máximo de 12 g/dia; adultos: 2 g por via intravenosa a cada 4-6 horas
cuidados de suporte
Treatment recommended for ALL patients in selected patient group
Os pacientes com infecções meningocócicas devem ser monitorados rigorosamente quanto a complicações como choque, hipertensão intracraniana, convulsões e coagulopatia.
As infecções meningocócicas graves frequentemente são complicadas por hipoglicemia ou hiperglicemia, acidose e outras anormalidades bioquímicas que requerem atenção.
Os pacientes em choque (a frequência cardíaca pode estar persistentemente elevada, a pele mosqueada, os membros frios devido ao aumento da resistência vascular sistêmica, o tempo de enchimento capilar prolongado e o débito urinário diminuído) ou com dificuldade respiratória devem receber suporte respiratório adequado. Isso pode incluir oxigênio suplementar ou intubação e ventilação mecânica para pacientes com dificuldade respiratória grave, alteração do nível de consciência ou evidências de aumento da pressão intracraniana.[73]Evans L, Rhodes A, Alhazzani W, et al. Surviving Sepsis Campaign: international guidelines for management of sepsis and septic shock 2021. Crit Care Med. 2021 Nov 1;49(11):e1063-143. https://journals.lww.com/ccmjournal/Fulltext/2021/11000/Surviving_Sepsis_Campaign__International.21.aspx http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/34605781?tool=bestpractice.com [74]Weiss SL, Peters MJ, Alhazzani W, et al. Surviving sepsis campaign international guidelines for the management of septic shock and sepsis-associated organ dysfunction in children. Intensive Care Med. 2020 Feb;46(suppl 1):10-67. https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC7095013 http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/32030529?tool=bestpractice.com
A oxigenação adequada, a prevenção da hipoglicemia e da hiponatremia, a terapia anticonvulsivante, se necessária, para o controle precoce das convulsões, e as medidas para diminuir a pressão intracraniana e prevenir flutuações do fluxo sanguíneo cerebral são importantes no manejo.[49]McGill F, Heyderman RS, Michael BD, et al. The UK joint specialist societies guideline on the diagnosis and management of acute meningitis and meningococcal sepsis in immunocompetent adults. J Infect. 2016 Apr;72(4):405-38. https://www.journalofinfection.com/article/S0163-4453(16)00024-4/fulltext http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/26845731?tool=bestpractice.com [73]Evans L, Rhodes A, Alhazzani W, et al. Surviving Sepsis Campaign: international guidelines for management of sepsis and septic shock 2021. Crit Care Med. 2021 Nov 1;49(11):e1063-143. https://journals.lww.com/ccmjournal/Fulltext/2021/11000/Surviving_Sepsis_Campaign__International.21.aspx http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/34605781?tool=bestpractice.com [74]Weiss SL, Peters MJ, Alhazzani W, et al. Surviving sepsis campaign international guidelines for the management of septic shock and sepsis-associated organ dysfunction in children. Intensive Care Med. 2020 Feb;46(suppl 1):10-67. https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC7095013 http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/32030529?tool=bestpractice.com [75]Sáez-Llorens X, McCracken GH Jr. Bacterial meningitis in children. Lancet. 2003 Jun 21;361(9375):2139-48. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/12826449?tool=bestpractice.com
Vasopressores devem ser administrados a pacientes com hipotensão ou má perfusão que não responderem prontamente à ressuscitação fluídica.[73]Evans L, Rhodes A, Alhazzani W, et al. Surviving Sepsis Campaign: international guidelines for management of sepsis and septic shock 2021. Crit Care Med. 2021 Nov 1;49(11):e1063-143. https://journals.lww.com/ccmjournal/Fulltext/2021/11000/Surviving_Sepsis_Campaign__International.21.aspx http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/34605781?tool=bestpractice.com [74]Weiss SL, Peters MJ, Alhazzani W, et al. Surviving sepsis campaign international guidelines for the management of septic shock and sepsis-associated organ dysfunction in children. Intensive Care Med. 2020 Feb;46(suppl 1):10-67. https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC7095013 http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/32030529?tool=bestpractice.com Consulte um especialista para obter orientação sobre os esquemas de vasopressores/inotrópicos adequados.
Se o paciente estiver hipovolêmico ou em choque, deve-se administrar uma quantidade adicional de fluidos intravenosos. Os fluidos devem ser administrados com cautela em pacientes com evidência de hipertensão intracraniana, disfunção miocárdica ou síndrome do desconforto respiratório agudo.
antibioticoterapia alternativa direcionada
Quando uma cefalosporina não é apropriada, os agentes alternativos incluem benzilpenicilina, ampicilina, meropeném ou cloranfenicol. A escolha do agente baseia-se na idade, nas circunstâncias individuais do paciente, nas suscetibilidades antibióticas e na disponibilidade local.
O tratamento das infecções causadas por essas cepas resistentes deve basear-se nos resultados dos teste de sensibilidade aos antibióticos. Os isolados resistentes relatados até o momento têm permanecido suscetíveis à cefotaxima e à ceftriaxona.
Se o paciente estiver recebendo dexametasona para suspeita de meningite, ela deverá ser descontinuada.[48]National Institute for Health and Care Excellence. Meningitis (bacterial) and meningococcal disease: recognition, diagnosis and management. Mar 2024 [internet publication]. https://www.nice.org.uk/guidance/ng240 [55]van de Beek D, Cabellos C, Dzupova O, et al. ESCMID guideline: diagnosis and treatment of acute bacterial meningitis. Clin Microbiol Infect. 2016 May;22 Suppl 3:S37-62. https://www.clinicalmicrobiologyandinfection.com/article/S1198-743X(16)00020-3/fulltext http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/27062097?tool=bestpractice.com
É aconselhável consultar um especialista para neonatos.
Primary options
benzilpenicilina sódica: neonatos: consulte um especialista para obter orientação quanto à dose; crianças: 180-300 mg/kg/dia por via intravenosa administrados em 4-6 doses fracionadas; adultos: 2.4 g por via intravenosa a cada 4 horas
OR
ampicilina: neonatos: consulte um especialista para obter orientação quanto à dose; crianças: 200-400 mg/kg/dia por via intravenosa administrados em doses fracionadas a cada 4-6 horas, máximo de 12 g/dia; adultos: 1-2 g por via intravenosa a cada 3-4 horas
OR
meropeném: crianças ≥3 meses de idade e <50 kg de peso corporal: 40 mg/kg por via intravenosa a cada 8 horas, máximo de 6 g/dia; crianças ≥3 meses de idade e ≥50 kg de peso corporal e adultos: 2 g por via intravenosa a cada 8 horas
OR
cloranfenicol: crianças com ≥1 mês de idade e adultos: 75-100 mg/kg/dia por via intravenosa, administrados em doses fracionadas a cada 6 horas, máximo de 4 g/dia
cuidados de suporte
Treatment recommended for ALL patients in selected patient group
Os pacientes com infecções meningocócicas devem ser monitorados rigorosamente quanto a complicações como choque, hipertensão intracraniana, convulsões e coagulopatia.
As infecções meningocócicas graves frequentemente são complicadas por hipoglicemia ou hiperglicemia, acidose e outras anormalidades bioquímicas que requerem atenção.
Os pacientes em choque (a frequência cardíaca pode estar persistentemente elevada, a pele mosqueada, os membros frios devido ao aumento da resistência vascular sistêmica, o tempo de enchimento capilar prolongado e o débito urinário diminuído) ou com dificuldade respiratória devem receber suporte respiratório adequado. Isso pode incluir oxigênio suplementar ou intubação e ventilação mecânica para pacientes com dificuldade respiratória grave, alteração do nível de consciência ou evidências de aumento da pressão intracraniana.[73]Evans L, Rhodes A, Alhazzani W, et al. Surviving Sepsis Campaign: international guidelines for management of sepsis and septic shock 2021. Crit Care Med. 2021 Nov 1;49(11):e1063-143. https://journals.lww.com/ccmjournal/Fulltext/2021/11000/Surviving_Sepsis_Campaign__International.21.aspx http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/34605781?tool=bestpractice.com [74]Weiss SL, Peters MJ, Alhazzani W, et al. Surviving sepsis campaign international guidelines for the management of septic shock and sepsis-associated organ dysfunction in children. Intensive Care Med. 2020 Feb;46(suppl 1):10-67. https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC7095013 http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/32030529?tool=bestpractice.com
A oxigenação adequada, a prevenção da hipoglicemia e da hiponatremia, a terapia anticonvulsivante, se necessária, para o controle precoce das convulsões, e as medidas para diminuir a pressão intracraniana e prevenir flutuações do fluxo sanguíneo cerebral são importantes no manejo.[49]McGill F, Heyderman RS, Michael BD, et al. The UK joint specialist societies guideline on the diagnosis and management of acute meningitis and meningococcal sepsis in immunocompetent adults. J Infect. 2016 Apr;72(4):405-38. https://www.journalofinfection.com/article/S0163-4453(16)00024-4/fulltext http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/26845731?tool=bestpractice.com [73]Evans L, Rhodes A, Alhazzani W, et al. Surviving Sepsis Campaign: international guidelines for management of sepsis and septic shock 2021. Crit Care Med. 2021 Nov 1;49(11):e1063-143. https://journals.lww.com/ccmjournal/Fulltext/2021/11000/Surviving_Sepsis_Campaign__International.21.aspx http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/34605781?tool=bestpractice.com [74]Weiss SL, Peters MJ, Alhazzani W, et al. Surviving sepsis campaign international guidelines for the management of septic shock and sepsis-associated organ dysfunction in children. Intensive Care Med. 2020 Feb;46(suppl 1):10-67. https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC7095013 http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/32030529?tool=bestpractice.com [75]Sáez-Llorens X, McCracken GH Jr. Bacterial meningitis in children. Lancet. 2003 Jun 21;361(9375):2139-48. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/12826449?tool=bestpractice.com
Vasopressores devem ser administrados a pacientes com hipotensão ou má perfusão que não responderem prontamente à ressuscitação fluídica.[73]Evans L, Rhodes A, Alhazzani W, et al. Surviving Sepsis Campaign: international guidelines for management of sepsis and septic shock 2021. Crit Care Med. 2021 Nov 1;49(11):e1063-143. https://journals.lww.com/ccmjournal/Fulltext/2021/11000/Surviving_Sepsis_Campaign__International.21.aspx http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/34605781?tool=bestpractice.com [74]Weiss SL, Peters MJ, Alhazzani W, et al. Surviving sepsis campaign international guidelines for the management of septic shock and sepsis-associated organ dysfunction in children. Intensive Care Med. 2020 Feb;46(suppl 1):10-67. https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC7095013 http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/32030529?tool=bestpractice.com Consulte um especialista para obter orientação sobre os esquemas de vasopressores/inotrópicos adequados.
Se o paciente estiver hipovolêmico ou em choque, deve-se administrar uma quantidade adicional de fluidos intravenosos. Os fluidos devem ser administrados com cautela em pacientes com evidência de hipertensão intracraniana, disfunção miocárdica ou síndrome do desconforto respiratório agudo.
erradicação nasofaríngea pré-alta
Treatment recommended for ALL patients in selected patient group
Os pacientes com infecções meningocócicas não tratados com ceftriaxona ou cefotaxima também devem receber rifampicina, ciprofloxacino ou ceftriaxona antes da alta do hospital, para erradicar a colonização nasofaríngea.[4]Mbaeyi S, Duffy J, McNamara L A. Chapter 14: meningococcal disease. Epidemiology and prevention of vaccine-preventable diseases. 14th ed. Atlanta, GA: Centers for Disease Control and Prevention; 2024.[51]American Academy of Pediatrics. Meningococcal infections. In: Kimberlin DW, Banerjee R, Barnett ED, et al, eds. Red Book: 2024-2027 report of the Committee on Infectious Diseases. 33rd ed. Itasca, IL: American Academy of Pediatrics; 2024:585-99.
Esses tratamentos são igualmente eficazes. A escolha baseia-se na idade do paciente e na presença de quaisquer contraindicações a um medicamento individual. É aconselhável consultar um especialista para neonatos.
Primary options
rifampicina: crianças: 20 mg/kg/dia por via oral, administrados em 2 doses fracionadas por 2 dias, máximo de 600 mg/dose; adultos: 600 mg por via oral duas vezes ao dia por 2 dias
OR
ceftriaxona: crianças: 125 mg por via intramuscular em dose única; adultos: 250 mg por via intramuscular em dose única
OR
ciprofloxacino: adultos: 500 mg por via oral em dose única
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