Última revisão: 26 Out 2020
Última atualização: 20 Nov 2018

Visão geral

Doença
Descrição

Independentemente da etiologia específica, um AVC isquêmico ocorre quando o suprimento de sangue para um território vascular cerebral é reduzido em decorrência da oclusão ou estenose crítica de uma artéria cerebral. Uma minoria dos AVCs isquêmicos é causada por trombose sinusal cerebral ou por trombose venosa cortical. Os fatores de risco fortemente associados a AVCs isquêmicos incluem idade avançada, história familiar, hipertensão,[1] tabagismo[2] diabetes,[3] fibrilação atrial,[4] comorbidades cardíacas,[5] estenose de artéria carótida,[6][7][8] doença falciforme[9] e dislipidemia.[10]

Estenose da artéria carótida

Causa de uma minoria dos acidentes vasculares cerebrais (AVCs) isquêmicos. Os principais fatores de risco incluem idade avançada, tabagismo e história familiar de doença cardiovascular.[11] Na revascularização da carótida assintomática de alto grau e sintomática moderada ou de alto grau, a estenose da artéria carótida ajuda a prevenir futuros AVCs.

Deve-se suspeitar de isquemia cerebral quando o paciente apresenta sintomas típicos de dormência ou fraqueza unilaterais rapidamente revertidas, mas também sintomas menos clássicos, como perda de visão unilateral, afasia transitória ou vertigem. Os ataques isquêmicos transitórios (AITs) têm grande risco de eventos isquêmicos cerebrais recorrentes precoces. Os principais fatores de risco incluem fibrilação atrial, valvopatia, insuficiência cardíaca congestiva, hipertensão, diabetes,[12] estenose da carótida,[13] tabagismo,[14] abuso de álcool[15] e idade avançada. A avaliação e a iniciação de prevenção secundária devem ocorrer rapidamente.

A hemorragia intracerebral é causada pela ruptura vascular com sangramento para o parênquima cerebral. Três quartos dos AVCs hemorrágicos decorrem de hemorragia intracerebral, sendo o restante devido a hemorragias subaracnoides. Os principais fatores de risco incluem história familiar, idade avançada,[16] hemofilia, angiopatia amiloide cerebral, hipertensão,[17] anticoagulação,[18][19] uso de drogas simpatomiméticas ilícitas,[20] malformações vasculares[21] e a síndrome de Moyamoya.[22]

Geralmente assintomático até a ruptura, que resulta em hemorragia subaracnoide. Recomenda-se rastreamento das populações de risco com neuroangiografia não invasiva. Os principais fatores de risco incluem tabagismo, consumo moderado a alto de álcool,[23] história familiar, hemorragia subaracnoide prévia e doença hereditária do tecido conjuntivo.[24]

Uma emergência médica em que ocorre sangramento dentro do espaço subaracnoide. A causa mais comum de hemorragia subaracnoide não traumática é o aneurisma intracraniano. Os fatores de risco fortes incluem hipertensão, tabagismo, história familiar e doença renal policística autossômica dominante.[25]

Colaboradores

BMJ Publishing Group

Divulgações

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