Prognóstico

Na maioria das vezes, a doença renal crônica (DRC) é progressiva e leva à doença renal em estágio terminal (DRET) e à necessidade de terapia renal substitutiva (ou seja, diálise, transplante). Embora não tenha cura, ela pode ser controlada e tratada em grande medida. DRC é um forte fator de risco cardiovascular, e a maioria dos pacientes com DRC morrerá antes de atingir a DRET. Conforme a função renal diminui, complicações como anemia e hiperparatireoidismo desenvolvem-se e podem contribuir para o agravamento da doença cardiovascular e da osteodistrofia renal, respectivamente. O controle glicêmico está diretamente relacionado ao desenvolvimento de nefropatia diabética e à rapidez da evolução para doença renal em estágio terminal.[11] Há evidências de que o uso de inibidores da SGLT2 previne desfechos renais importantes (por exemplo, diálise, transplante ou morte relacionada a doença renal) em indivíduos com diabetes do tipo 2.[59] A otimização do controle da pressão arterial com o uso de inibidores da enzima conversora da angiotensina (ECA) ou agentes antagonistas dos receptores de angiotensina II e a redução da proteinúria podem diminuir a taxa de progressão para DRET e a eventual necessidade de terapia renal substitutiva.

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