Diagnóstico diferencial

SINAIS / SINTOMAS DE DIFERENCIAÇÃO
EXAME
SINAIS / SINTOMAS DE DIFERENCIAÇÃO

História de diabetes mal controlado por cerca de 10 anos. Com frequência, com retinopatia diabética coexistente e outros estigmas da doença microvascular diabética.

EXAME

Hemoglobina glicada (HbA1c) geralmente é >53 mmol/mol (>7%).

Exames diagnósticos incluem urinálise para microalbumina ou proteína e creatinina sérica para avaliação da TFG.

A quantificação da proteinúria é variável ao longo do tempo e diminuirá conforme a TFG diminui.

O exame de microalbumina na urina é útil para confirmar o diagnóstico precoce de nefropatia diabética antes do início da macroalbuminúria.

A ultrassonografia do rim geralmente mostrará rins atróficos, pequenos somente nos estágios finais da doença, uma vez que ocorra lesão renal importante.

SINAIS / SINTOMAS DE DIFERENCIAÇÃO
EXAME
SINAIS / SINTOMAS DE DIFERENCIAÇÃO

História de hipertensão mal controlada por vários anos. Mais comum em pessoas negras que em pessoas brancas.

EXAME

Exames diagnósticos incluem urinálise para microalbumina ou proteína e creatinina sérica para avaliação da TFG.

O sedimento urinário é descrito como brando sem elementos formados nem hematúria. A quantificação da proteinúria é <2 g/24 horas.

Ultrassonografia renal geralmente revela rins atróficos e pequenos.

SINAIS / SINTOMAS DE DIFERENCIAÇÃO
EXAME
SINAIS / SINTOMAS DE DIFERENCIAÇÃO

História de hipertensão essencial de longa duração que fica sem controle subitamente. Mais comum em pessoas brancas e em idosos.

Geralmente terá uma história de doença aterosclerótica, como doença arterial coronariana ou doença vascular periférica. Além disso, há história de tabagismo e hiperlipidemia.

EXAME

O sedimento urinário é descrito como brando, sem elementos formados nem hematúria. A quantificação da proteinúria é <2 g/24 horas.

Ultrassonografia renal revela dimensão assimétrica do rim ≥2.5 cm com doença unilateral, e o exame duplex demonstra um aumento no índice de resistência, sugerindo obstrução.

Renograma do inibidor da enzima conversora da angiotensina (iECA), angiotomografia, angiografia por ressonância magnética ou arteriografia renal (exame de escolha) demonstram estenose luminal da artéria renal.

SINAIS / SINTOMAS DE DIFERENCIAÇÃO
EXAME
SINAIS / SINTOMAS DE DIFERENCIAÇÃO

Mais comum em homens e em idosos. Frequentemente se deve ao aumento prostático ou câncer.

Sintomas típicos incluem polaciúria, dificuldade em iniciar a micção, incapacidade de esvaziar a bexiga completamente e diminuição no fluxo urinário.

Pode haver desenvolvimento de infecções do trato urinário.

O exame retal pode revelar aumento prostático ou nódulos.

EXAME

A ultrassonografia do rim é o teste diagnóstico de escolha para documentar obstrução renal. Ela pode mostrar hidronefrose e também pode haver volume residual pós-miccional nesses casos quando há obstrução no fluxo vesical.

SINAIS / SINTOMAS DE DIFERENCIAÇÃO
EXAME
SINAIS / SINTOMAS DE DIFERENCIAÇÃO

Geralmente associada a um início mais súbito de hipertensão, ou agravamento da hipertensão essencial e desenvolvimento de edema periférico e periorbital.

EXAME

Evidências laboratoriais podem revelar hipoalbuminemia, hiperlipidemia e um aumento na creatinina sérica. A urinálise tem proteinúria como definidos a >3.5 g/24 horas.

Uma biópsia renal é necessária para determinar a lesão patológica para síndrome nefrótica.

Testes sorológicos para causas secundárias da síndrome nefrótica, como fator antinuclear no lúpus eritematoso sistêmico, HIV na glomeruloesclerose segmentar focal e hepatites B e C na nefropatia membranosa, além de eletroforese de proteínas séricas para amiloidose, geralmente são úteis para confirmar o diagnóstico da síndrome nefrótica.

SINAIS / SINTOMAS DE DIFERENCIAÇÃO
EXAME
SINAIS / SINTOMAS DE DIFERENCIAÇÃO

Geralmente associada ao início súbito de hipertensão ou agravamento da hipertensão essencial.

Pacientes com doenças autoimunes podem ter erupção cutânea ou artrite; os com glomerulonefrite pós-infecciosa têm uma história recente de infecção cutânea ou faríngea; diarreia hemorrágica é associada à síndrome hemolítico-urêmica.

EXAME

Evidências laboratoriais revelam um aumento na creatinina sérica, e a urinálise é significativa para hematúria e proteinúria.

O sedimento urinário é avaliado quanto à presença de eritrócitos dismórficos e cilindros eritrocitários, que são diagnósticos de glomerulonefrite.

Testes sorológicos como fator antinuclear, níveis de complemento, anticorpos da hepatite B e C, anticorpo anticitoplasma de neutrófilo, anticorpo basal antiglomerular e título de antiestreptolisina O geralmente são úteis para confirmar o diagnóstico de glomerulonefrite.

Uma biópsia renal é necessária para confirmar a lesão patológica da glomerulonefrite.

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