Diagnóstico diferencial

História
Exame
1° exame
Outros exames

dieta e ingestão de líquidos deficientes; história de paralisia cerebral, dificuldades de aprendizagem ou problemas na medula espinhal; fatores psicológicos (por exemplo, depressão, abuso, transtorno de deficit da atenção com hiperatividade [TDAH], autismo, transtorno desafiador de oposição), desmame, treinamento esfincteriano, início da vida escolar ou outras causas de estresse podem estar presentes; dor abdominal vaga, defecação dolorosa (os lactentes podem estender as pernas e contrair os músculos da região anal e glútea para impedir a evacuação; as crianças geralmente levantam os artelhos, movem-se para trás e para frente e enrijecem pernas e glúteos, incontinência fecal; medicamentos com agentes constipantes (por exemplo, suplementos de ferro); obesidade, baixo peso ao nascer

os achados ao exame físico podem ser mínimos (desconforto abdominal leve, fezes no reto); distensão abdominal em casos graves ou em crianças pequenas; massa fecal palpável ao exame retal ou abdominal; ausência de peritonite (defesa ou dor à descompressão brusca); covinhas ou depressões sacrais e/ou acrocórdones/tufos indicativos de anormalidade da medula espinhal (ou seja, espinha bífida); fissura anal, hemorroidas (raras em crianças; podem ser confundidas com acrocórdones na doença de Crohn); ânus perfurado ou estenose anal

  • nenhuma:

    diagnóstico clínico

    Mais
  • radiografia abdominal:

    fezes visíveis em todo o cólon

    Mais
  • tomografia computadorizada abdominal:

    fezes no cólon; ausência de outras etiologias de dor abdominal

    Mais
História
Exame
1° exame
Outros exames

história de dor periumbilical aguda ou com pontadas que migra para o quadrante inferior direito; febre, vômitos e/ou diarreia podem estar presentes; ocorre em todas as faixas etárias, mas é rara em lactentes

o paciente permanece parado, tenta não se mover (especialmente em casos graves com irritação peritoneal significativa); sinal de McBurney positivo (dor e sensibilidade no quadrante inferior direito à palpação em um ponto dois terços ao longo de uma linha desde o umbigo até a espinha ilíaca anterossuperior); sinal de Rovsing positivo (dor no quadrante inferior direito em resposta à palpação no lado esquerdo, sugerindo irritação peritoneal); sinal de psoas positivo (dor no quadrante inferior direito quando a criança é posicionada do lado esquerdo e o quadril direito é levemente hiperestendido, sugerindo irritação na fáscia e músculo psoas); sinal do obturador positivo (dor no quadrante inferior direito à rotação interna da coxa direita flexionada); sensibilidade retal e/ou abscesso palpável no quadrante inferior direito

  • Hemograma completo:

    leucócitos normais ou elevados

    Mais
  • urinálise:

    normal

    Mais
  • teste de gravidez na urina:

    negativo

    Mais
  • ultrassonografia abdominal:

    apêndice dilatado, líquido livre; pode haver apendicolito

    Mais
  • tomografia computadorizada (TC) de abdome e pelve:

    apêndice dilatado, líquido livre, encarceramento mesentérico, ou apendicolito; abscesso ou flegmão consistente com apendicite perfurado

    Mais
  • Ressonância nuclear magnética (RNM) de abdome e pelve:

    apêndice dilatado; hiperintensidade dos conteúdos luminais do apêndice, tecido periapendicial e parede espessa

    Mais
História
Exame
1° exame
Outros exames

dor abdominal vaga com náuseas e vômitos; diarreia com ou sem muco nas fezes; viagem ou contato recente com indivíduos doentes ou ingestão de alimentos e bebidas suspeitos; >10 dias sugere causa parasitária ou não infecciosa; febre, calafrios, mialgia, rinorreia, sintomas do trato respiratório superior

dor abdominal sem evidências de peritonite (ausência de defesa ou dor à descompressão brusca); distensão abdominal; ruídos hidroaéreos hiperativos; muco nas fezes (por causa bacteriana ou parasitária); sinais de depleção de volume (taquicardia, hipotensão, membranas mucosas ressecadas, enchimento capilar lentificado, fontanela deprimida em lactentes); febre baixa, letargia e/ou irritabilidade, resposta reduzida a estímulos nocivos, temperatura anormal (elevada ou baixa)

  • nenhuma:

    diagnóstico clínico

  • eletrólitos séricos:

    sódio e potássio normais ou baixos

    Mais
  • ureia e creatinina:

    normais; pode haver evidências de insuficiência renal em pacientes com síndrome hemolítico-urêmica

    Mais
  • microscopia das fezes e coprocultura:

    leucócitos fecais; ovos ou parasitas; cultura positiva para agente infeccioso na gastroenterite bacteriana

    Mais
  • tira reagente para exame de urina:

    pode detectar a presença de albumina ou sangue na síndrome hemolítico-urêmica

  • Hemograma completo:

    variável

    Mais
  • hemocultura:

    pode ser positiva para agente infeccioso na presença de sepse

    Mais
  • endoscopia com biópsia:

    variável

    Mais
História
Exame
1° exame
Outros exames

neonatos e lactentes: febre, vômitos, letargia, irritabilidade e baixa aceitação alimentar; crianças mais velhas: disúria, polaciúria, urgência urinária, dorsalgia se com pielonefrite

variável; febre >39 °C (>102.2 °F); sensibilidade suprapúbica e/ou no ângulo costovertebral; irritabilidade; urina com odor desagradável; hematúria macroscópica

  • tira reagente para exame de urina:

    esterase leucocitária positiva e/ou nitrito positivo

    Mais
  • microscopia da urina:

    >4 leucócitos por campo de grande aumento ou qualquer bactéria

    Mais
  • urocultura:

    aspirado suprapúbico: >1000 unidades formadoras de colônia (UFC)/mL; cateter: >10,000 UFC/mL; urina de jato médio: >100,000 UFC/mL

    Mais
  • ultrassonografia renal:

    pode haver anormalidades, como dilatação dos ureteres ou da pelve renal ou distensão da bexiga com parede espessa; abscesso renal: área radioluzente no parênquima renal com hipoperfusão local no Doppler colorido; abscesso perinefrético: líquido hipoecoico

    Mais
  • cistouretrografia miccional:

    quando há refluxo vesicoureteral: contraste observado ascendendo da bexiga para o trato urinário superior

    Mais
História
Exame
1° exame
Outros exames

história de trauma; a dor abdominal pode ser desproporcional aos achados no exame físico; pode haver várias queixas; a história pode sugerir abuso infantil ou trauma não acidental (por exemplo, história inconsistente ou alterada)

desconforto abdominal; marcas cutâneas que refletem mecanismo de lesão (por exemplo, marca de cinto de segurança); relato de dor no ombro esquerdo (por lesão esplênica); hematúria ou sangue no meato uretral (indicam lesão renal ou no trato urinário); pode haver sinais de trauma não acidental (por exemplo, queimaduras de cigarro, hemorragias subdurais em lactentes/crianças pequenas)

  • Hemograma completo:

    pode ser normal ou mostrar contagens reduzidas de hematócrito e hemoglobina

    Mais
  • tomografia computadorizada (TC) do abdome com contraste intravenoso:

    variável

    Mais
  • radiografia torácica:

    pode ser normal ou mostrar lesão torácica compatível (por exemplo, contusão pulmonar, pneumotórax); ar livre sob diafragma (sugere perfuração)

  • ultrassonografia abdominal:

    variável; pode mostrar líquido livre na cavidade abdominal

    Mais
  • radiografias de esqueleto completo:

    variável

    Mais
História
Exame
1° exame
Outros exames

dor no quadrante superior direito episódica e recorrente, pode irradiar-se para as costas, natureza clássica em cólica; ocorre frequentemente após comer, principalmente alimentos ricos em gordura; pode haver náuseas, vômitos e anorexia; dor e febre persistentes podem significar colecistite aguda; pode haver relato de dor no ombro direito; presença de fatores de risco (por exemplo, doença falciforme, fibrose cística)

sensibilidade na região subcostal direita; sinal de Murphy positivo (durante a palpação, a inspiração profunda faz com que a dor piore subitamente e produz parada inspiratória); vesícula biliar palpável, distendida e sensível; a presença de febre sugere colecistite aguda; é raro haver icterícia

  • ultrassonografia do quadrante superior direito:

    cálculos biliares; parede da vesícula biliar espessada (>4 mm); fluido pericolecístico; também pode-se observar o sinal ultrassonográfico de Murphy

  • testes hepáticos:

    pode-se observar fosfatase alcalina, bilirrubina e aminotransferase elevadas

    Mais
  • Hemograma completo:

    contagem normal de leucócitos (sugere colelitíase) ou leucocitose (sugere colecistite aguda)

  • proteína C-reativa:

    normal (sugere colelitíase) ou elevada (sugere colecistite aguda)

  • radiografia abdominal:

    opacidades no quadrante superior direito consistentes com cálculos biliares

    Mais
  • cintilografia com ácido iminodiacético hepatobiliar (HIDA):

    vesícula biliar não preenchida

    Mais
História
Exame
1° exame
Outros exames

história de dor em cólica recorrente, associada à menstruação

desconforto na parte abdominal inferior; exame pélvico normal

  • nenhuma:

    o diagnóstico é clínico

  • ultrassonografia abdominal/pélvica:

    normal; entretanto, é útil para descartar outros diagnósticos

História
Exame
1° exame
Outros exames

tosse; produção de expectoração purulenta; sintomas do trato respiratório superior (rinorreia, faringite, congestão nasal), dispneia, febre e calafrios; imobilização secundária à dor; vômitos, diarreia, anorexia

taquipneia, cianose, murmúrios vesiculares diminuídos, estertores à ausculta, macicez à percussão; desconforto e distensão abdominais sem defesa ou rebote

  • Hemograma completo:

    variável

    Mais
  • radiografia torácica:

    infiltração, consolidação, derrame

  • cultura de escarro:

    crescimento do organismo infeccioso

  • ultrassonografia do tórax:

    coleção de fluidos localizados

    Mais
  • TC do tórax com contraste intravenoso:

    consolidação de parênquima pulmonar; o líquido extraparenquimatoso com loculações sugere empiema

    Mais
História
Exame
1° exame
Outros exames

a história pode ser de dor aguda, crônica ou cíclica (frequentemente meninas de 8 a 12 anos de idade); é comum haver queixa de dor abdominal central, persistente e vaga; pode estar associada a náuseas e vômitos, particularmente em casos crônicos; história familiar de distúrbios funcionais também é comum (por exemplo, síndrome do intestino irritável, ansiedade, transtornos psiquiátricos e enxaqueca); os critérios de Roma IV usam sintomas para diagnóstico[37]

sensibilidade periumbilical, abdome macio, não distendido, ausência de defesa ou dor à descompressão brusca; resultado normal para exame físico de outros sistemas

  • nenhuma:

    o diagnóstico é clínico após a exclusão de possíveis causas orgânicas

  • Hemograma completo:

    normal

  • velocidade de hemossedimentação:

    normal

  • urinálise:

    normal

  • microscopia das fezes:

    normal

História
Exame
1° exame
Outros exames

geralmente ocorre em lactentes entre 3 meses e 12 meses de idade que apresentam cólica abdominal, flexão das pernas, febre, letargia e vômitos; a púrpura de Henoch-Schönlein (PHS) pode ser um fator causador em crianças mais velhas (geralmente com <11 anos de idade); queixas abdominais vagas; cólica abdominal intensa; as crianças podem ficar inconsoláveis

pode apresentar sangue macroscópico ou oculto que pode estar misturado com muco e ter um aspecto de "geleia de groselha", além de desconforto abdominal e massa abdominal à palpação; crianças mais velhas podem apresentar sinais de PHS (rash de púrpura palpável, sangue nas fezes)

  • enema de bário:

    falha de enchimento ou aplicação do contraste à medida que avança para o local da intussuscepção

    Mais
  • tomografia computadorizada (TC) de abdome e pelve:

    lesão em alvo: massa intraluminal de tecido mole, com uma área de gordura excentricamente posicionada; massa reniforme: alta atenuação periférica e atenuação central mais baixa; massa em forma de salsicha: áreas alternadas de baixa e alta atenuação representando a parede intestinal menos espaçada, gordura mesentérica e/ou fluido e gás intestinal

    Mais
  • ultrassonografia abdominal:

    massa tubular em vista longitudinal; lesão em alvo em vista transversal

    Mais
  • Hemograma completo:

    pode mostrar leucócitos elevados (sugere isquemia intestinal)

História
Exame
1° exame
Outros exames

comum em crianças com <2 anos de idade; pode manifestar-se com dor abdominal (intermitente ou mimetizar apendicite aguda) e/ou sangramento retal vermelho intenso indolor (hematoquezia); frequentemente assintomático

fezes vermelho-escuras, marrons ou do tipo "geleia de groselha"; desconforto abdominal com defesa e rebote (pode sugerir diverticulite); massa abdominal palpável (pode sugerir intussuscepção)

  • ultrassonografia abdominal:

    massa tubular em tomadas longitudinais e aparência de "donut" ou aparência de alvo em tomadas transversais sugerem intussuscepção

    Mais
  • teste de pertecnetato de tecnécio-99m:

    positiva

    Mais
  • tomografia computadorizada (TC) de abdome e pelve:

    pode mostrar intussuscepção, divertículo de Meckel e/ou intestino dilatado consistente com obstrução intestinal

    Mais
História
Exame
1° exame
Outros exames

dor abdominal difusa; história de infecção do trato respiratório superior recente ou atual

febre, desconforto abdominal não localizado no quadrante inferior direito, rinorreia, faringe ou orofaringe hiperêmica (faringite) e/ou linfadenopatia extramesentérica associada (geralmente cervical)

  • ultrassonografia abdominal:

    linfonodos mesentéricos aumentados

    Mais
  • tomografia computadorizada (TC) de abdome e pelve:

    linfonodos mesentéricos aumentados

    Mais
História
Exame
1° exame
Outros exames

os homens são afetados com mais frequência; manifesta-se principalmente na primeira infância (antes dos 6 meses); a incapacidade de eliminar o mecônio nas primeiras 36 horas de vida é altamente sugestiva; pode haver história de síndrome de Down

distensão abdominal, preenchimento no quadrante inferior esquerdo; massa fecal palpável ao exame do abdome; ausência de peritonite (ausência de defesa ou dor à descompressão brusca); reto pequeno e ausência de fezes ao exame retal; pode haver características dismórficas da síndrome de Down

  • radiografia abdominal:

    fezes visíveis em todo o cólon, ar diminuído no reto; pode haver níveis hidroaéreos

    Mais
  • enema de bário com contraste:

    dilatação proximal com estreitamento do cólon distal

    Mais
  • biópsia retal:

    ausência de células ganglionares e presença de nervos não mielinados em excesso; presença de acetilcolinesterase aumentada

    Mais
  • manometria anorretal:

    reflexo ausente

    Mais
História
Exame
1° exame
Outros exames

história familiar positiva, diarreia hemorrágica, dor abdominal do tipo cólica, anorexia, perda de peso, febre, erupção cutânea

evidências de perda de peso, palidez, desconforto abdominal, massa abdominal, irite (olhos irritados e inflamados), artrite, sacroileíte, eritema nodoso, pioderma gangrenoso

  • Hemograma completo:

    leucocitose, anemia, trombocitose

    Mais
  • colonoscopia com biópsia:

    envolvimento retal uniforme e contínuo, perda da marcação vascular, eritema difuso, friabilidade e granularidade da mucosa, edema e úlceras da mucosa, fístulas (raramente observadas), íleo terminal normal (ou ileíte de refluxo leve na pancolite)

    Mais
  • velocidade de hemossedimentação:

    elevado

    Mais
  • proteína C-reativa:

    elevado

    Mais
  • radiografias abdominais simples:

    alças dilatadas com nível hidroaéreo secundário ao íleo paralítico; ar livre consistente com a perfuração; no megacólon tóxico, o cólon transverso encontra-se dilatado em 6 cm ou mais de diâmetro

    Mais
  • tomografia computadorizada abdominal:

    mucosa intestinal inflamada e espessada, sinal da impressão digital, dilatação intestinal ou evidência de estenose; mesentério inflamado; abscessos intra-abdominais

    Mais
  • marcadores sorológicos: anticorpo anticitoplasma de neutrófilo com padrão perinuclear (p-ANCA) e anticorpo anti-Saccharomyces cerevisiae (ASCA):

    p-ANCA positivo

    Mais
História
Exame
1° exame
Outros exames

dor em cólica, diarreia intermitente, diarreia hemorrágica se a colite for uma característica (é menos comum haver sangue na doença de Crohn que na colite ulcerativa), perda de peso, fadiga, história familiar de doença inflamatória intestinal

úlceras aftosas, evidências de perda de peso, palidez, desconforto abdominal, massa abdominal, fístula perianal, abscesso perirretal, fissura anal, acrocórdones perianais; manifestações extraintestinais, como irite, artrite, sacroileíte, eritema nodoso, pioderma gangrenoso

  • Hemograma completo:

    leucocitose, anemia, trombocitose

    Mais
  • proteína C-reativa:

    elevado

    Mais
  • velocidade de hemossedimentação:

    elevado

    Mais
  • colonoscopia com biópsia:

    pode revelar inflamação, friabilidade, ulceração e edema

    Mais
  • radiografias abdominais simples:

    dilatação do intestino delgado ou cólon; calcificação; abscessos intra-abdominais

    Mais
  • radiografia do trato gastrointestinal superior com trânsito do intestino delgado:

    edema e ulceração da mucosa com estreitamento e estenose luminal

    Mais
  • tomografia computadorizada (TC) de abdome e pelve:

    lesões descontínuas e segmentares (skip lesions), espessamento da parede intestinal, inflamação adjacente, abscesso, fístulas

    Mais
  • marcadores sorológicos: anticorpo anticitoplasma de neutrófilo com padrão perinuclear (p-ANCA) e anticorpo anti-Saccharomyces cerevisiae (ASCA):

    ASCA positivo

    Mais
História
Exame
1° exame
Outros exames

intolerância alimentar, com náuseas e/ou vômitos biliosos; pode ocorrer ou não dor abdominal; história prévia de cirurgia abdominal; pode haver história de fibrose cística

distensão abdominal limitada (com obstruções proximais no duodeno ou nas primeiras porções do jejuno); pode ocorrer ou não desconforto abdominal; pode haver dor à descompressão brusca e defesa em caso de perfuração, isquemia e peritonite; ruídos hidroaéreos hiperativos (achado precoce), ruídos hidroaéreos hipoativos ou ausentes (achado tardio); possível presença de hérnia femoral, obturadora, umbilical ou ventral encarcerada

  • radiografia abdominal:

    alças do intestino delgado dilatadas, níveis hidroaéreos em todo o abdome

    Mais
  • ultrassonografia abdominal:

    pode demonstrar área focal causando obstrução

    Mais
  • estudo do trato gastrointestinal superior com contraste:

    intestino delgado dilatado; pode revelar uma zona de transição de obstrução

    Mais
  • estudo do trato gastrointestinal inferior com contraste:

    intestino delgado dilatado; pode revelar uma zona de transição de obstrução

    Mais
  • tomografia computadorizada abdominal:

    intestino delgado dilatado; pode revelar uma zona de transição de obstrução, massa, tumor, abscesso

    Mais
História
Exame
1° exame
Outros exames

faixa etária infantil; história de vômitos biliosos; a dor geralmente se manifesta como transição notável para um estado inconsolável

distensão e sensibilidade abdominais frequentemente difusas; ruídos hidroaéreos fracos ou ausentes, abdome rígido, defesa, dor à descompressão brusca, febre ou hematoquezia

  • estudo do trato gastrointestinal superior com contraste:

    sinal de bico de pássaro da estenose no local do volvo

    Mais
  • radiografia abdominal:

    obstrução parcial ou completa; alças intestinais dilatadas; níveis hidroaéreos; ar livre abdominal com perfuração

    Mais
  • Hemograma completo:

    leucócitos elevados (sugerem isquemia intestinal)

  • tomografia computadorizada abdominal:

    obstrução intestinal com padrão de turbilhão do mesentério

    Mais
História
Exame
1° exame
Outros exames

história de fatores de risco: transtorno mental, doença inflamatória intestinal, diabetes, dieta deficiente, ressecção colorretal prévia, abuso de laxativos, megacólon ou cirurgia abdominal prévia; mudança no hábito intestinal com obstrução parcial ou completa, ou alteração na densidade das fezes; cólica abdominal que se torna constante e se agrava ao movimento, tosse ou respiração profunda à medida que o intestino se aproxima da perfuração; intolerância alimentar, com náuseas ou vômitos

abdome timpânico e distendido; ruídos hidroaéreos hiperativos que desaparecem em estágios avançados; rebote, defesa e/ou rigidez abdominal quando há perfuração ou encontra-se próximo à perfuração; reto vazio; possível presença de hérnia femoral, obturadora, umbilical ou ventral encarcerada

  • radiografia abdominal:

    distensão gasosa do intestino grosso; volvo sugerido por alça intestinal em forma de feijão

    Mais
  • ultrassonografia abdominal:

    pode demonstrar área focal causando obstrução (por exemplo, intussuscepção)

  • estudo do trato gastrointestinal inferior com contraste:

    pode indicar o local da obstrução

    Mais
  • tomografia computadorizada (TC) de abdome e pelve:

    distensão gasosa do intestino grosso; pode revelar uma zona de transição de obstrução

    Mais
  • sigmoidoscopia flexível/rígida:

    grande quantidade de fezes e muco na eliminação e descompressão do ápice do volvo

    Mais
História
Exame
1° exame
Outros exames

neonatos prematuros com peso inferior a 1500 g; intolerância alimentar, apneia, letargia, fezes com sangue

distensão abdominal, sensibilidade, eritema na parede abdominal, hematoquezia, bradicardia

  • Hemograma completo:

    leucocitose ou leucopenia, anemia, trombocitopenia

    Mais
  • hemocultura:

    negativo

    Mais
  • painel de eletrólitos séricos:

    hiponatremia

  • radiografia abdominal:

    alças do intestino dilatadas, pneumatose intestinal, gás na veia porta, ar livre, alça intestinal presa; ausência do padrão de gases normal no intestino

    Mais
  • ultrassonografia abdominal:

    coleções de fluidos, ascites

    Mais
História
Exame
1° exame
Outros exames

história familiar de úlcera péptica; perda de peso, vômitos, anorexia e dor epigástrica intermitente, geralmente relacionada às refeições; dor muitas vezes noturna e geralmente aliviada com antiácidos; melena e/ou hematêmese quando o vaso sanguíneo está perfurado

sensibilidade epigástrica ou nada digno de nota; pode haver melena ao exame retal; o exame de sangue oculto nas fezes pode ser positivo

  • Hemograma completo:

    normal ou leucocitose; anemia presente quando o sangramento é sustentado

  • radiografia torácica em posição ortostática:

    geralmente normais

    Mais
  • radiografia do trato gastrointestinal superior com contraste hidrossolúvel:

    defeitos na mucosa consistentes com úlcera ou contraste intraperitoneal livre consistente com perfuração

    Mais
  • endoscopia digestiva alta:

    inflamação, ulceração e hemorragia da mucosa

    Mais
  • teste respiratório para Helicobacter pylori ou teste do antígeno fecal:

    resultado positivo se o Helicobacter pylori estiver presente

    Mais
História
Exame
1° exame
Outros exames

dor abdominal recorrente, cãibras ou distensão; distensão abdominal e diarreia; dermatite herpetiforme, uma erupção cutânea papulovesicular intensamente pruriginosa que afeta as superfícies extensoras dos membros, ocorre quase sempre em associação com a doença celíaca; pode haver história de deficiência de imunoglobulina A, diabetes do tipo 1, doença tireoidiana autoimune, síndrome de Down, síndrome de Sjögren, doença inflamatória intestinal ou colangite biliar primária; pode haver história familiar de doença celíaca

Dor abdominal generalizada ou distensão abdominal; abaixo do peso ou retardo do crescimento pôndero-estatural; dermatite herpetiforme

  • Hemograma completo:

    pode apresentar anemia ferropriva

  • imunoglobulina A-transglutaminase tecidual (IgA-tTG):

    título acima da faixa normal para o laboratório

  • endoscopia e biópsia do intestino delgado:

    presença de linfócitos intraepiteliais, atrofia das vilosidades e hiperplasia da cripta

    Mais
  • anticorpo antiendomísio (EMA):

    título elevado

    Mais
  • tipagem do antígeno leucocitário humano (HLA):

    HLA-DQ2 ou HLA-DQ8 positivo

    Mais
História
Exame
1° exame
Outros exames

nascimento ou residência em uma área endêmica, exposição pré-natal, história familiar de hepatite viral crônica, vários parceiros sexuais, relação sexual com indivíduos infectados (hepatite B e/ou C), viagem para países em desenvolvimento, gestante (hepatite E); doença em estágio inicial: mal-estar, dores musculares e articulares, febre, náuseas, vômitos, diarreia, cefaleia, anorexia, urina escura, fezes claras, dor abdominal; doença em estágio avançado: tendências a perda de peso, formação de hematomas e sangramento

icterícia; em estágio inicial: hepatoesplenomegalia, linfadenopatia sensíveis; doença em estágio avançado: degeneração generalizada, caquexia, ginecomastia, ascite, alteração sensorial, asterixis (flapping) ou reflexos tendinosos profundos diminuídos, cabeça de medusa, ascite, hepatoesplenomegalia, congestão secundários à insuficiência cardíaca direita

  • testes séricos da função hepática:

    níveis elevados de bilirrubina direta, aspartato transaminase (AST), alanina aminotransferase (ALT), fosfatase alcalina (FAL) e gama-glutamiltransferase

    Mais
  • anticorpo IgM (imunoglobulina M) sérico antivírus da hepatite A (anti-HAV):

    positivo quando há infecção aguda por hepatite A

  • teste para o antígeno de superfície da hepatite B (HBsAg) sérico:

    positivo quando há infecção por hepatite B

    Mais
  • antígeno de núcleo da hepatite B (HBcAg) sérico:

    positivo quando há infecção por hepatite B

    Mais
  • antígeno sérico e da hepatite B (HBeAg):

    positivo quando há infecção por hepatite B

    Mais
  • ácido ribonucleico do vírus da hepatite C sérico:

    positivo quando há infecção por hepatite C

    Mais
  • nível sérico total de anticorpos IgM e IgG (imunoglobina G) antivírus da hepatite D (anti-HDV):

    positivo quando há infecção por hepatite D

    Mais
  • anticorpos séricos IgM antivírus da hepatite E (anti-HEV):

    positivo quando há infecção aguda por hepatite E

  • Hemograma completo:

    contagem plaquetária baixa (plaquetopenia) ou normal

    Mais
  • perfil de coagulação (tempo de protrombina [TP], razão normalizada internacional [INR]):

    Pode estar elevado ou normal

    Mais
História
Exame
1° exame
Outros exames

história de investigação negativa prévia para colelitíase comum; dor recorrente no quadrante superior direito; náuseas e vômitos; os sintomas podem ou não estar associados à ação de comer

pode ser equívoca; sensibilidade no quadrante superior direito

  • TFHs:

    níveis normais de aspartato aminotransferase, alanina aminotransferase, fosfatase alcalina (FAL) e bilirrubina

  • ultrassonografia do quadrante superior direito:

    normal

    Mais
  • cintilografia com ácido iminodiacético hepatobiliar (HIDA):

    fração de ejeção de vesícula biliar reduzida (<35%)

    Mais
História
Exame
1° exame
Outros exames

náuseas, vômitos, dor epigástrica que se irradia para o dorso; dor abdominal de início agudo

desconforto na região epigástrica ou superior do abdome; taquicardia e hipotensão em casos graves; descoloração em torno do umbigo (sinal de Cullen positivo) ou dos flancos (sinal de Grey-Turner positivo) em casos de pancreatite hemorrágica; crianças pequenas podem demonstrar apenas piora da irritabilidade e distensão abdominal

  • amilase:

    pelo menos 3 vezes o limite superior da faixa normal

    Mais
  • lipase:

    pelo menos 3 vezes o limite superior da faixa normal; pode estar elevada se a amilase estiver normal

    Mais
  • bilirrubina:

    normal ou elevado

    Mais
  • ultrassonografia abdominal:

    pode parecer normal no início da evolução da doença; aumento do pâncreas; edema peripancreático; ducto pancreático dilatado; pode mostrar doença biliar subjacente

    Mais
  • tomografia computadorizada (TC) do abdome com contraste intravenoso:

    inflamação peripancreática (acúmulo de gordura); pode mostrar cálculos biliares

    Mais
História
Exame
1° exame
Outros exames

variável; pode haver história de trauma; cistos assintomáticos ou incômodos, dor abdominal no lado esquerdo; o infarto geralmente causa febre e dor, mas é ocasionalmente assintomático; dor no ombro esquerdo e/ou dor torácica; presença de fatores de risco para infarto esplênico (doença falciforme, grandes altitudes)

pode haver sensibilidade vaga no quadrante superior esquerdo

  • ultrassonografia com Doppler:

    infarto ou cisto no baço

    Mais
  • tomografia computadorizada (TC) do abdome com contraste intravenoso:

    infarto ou cisto no baço

    Mais
História
Exame
1° exame
Outros exames

história familiar de nefrolitíase e/ou gota; dor abdominal e/ou nos flancos em cólica, intermitente e intensa; náuseas e vômitos, hematúria macroscópica ou microscópica; polaciúria/urgência urinária; apresentação atípica comum em crianças mais novas

sensibilidade no ângulo costovertebral e no flanco ipsilateral; em pacientes com dor controlada, a presença de taquicardia e hipotensão pode sugerir urosepse concomitante

  • ultrassonografia do trato urinário:

    calcificação observada no trato urinário; possível ureter proximal dilatado e hidronefrose

    Mais
  • urinálise:

    pode estar normal ou tira reagente positiva para leucócitos, nitritos, sangue; análise microscópica positiva para leucócitos, eritrócitos ou bactérias

    Mais
  • radiografia abdominal:

    cálculos radiopacos

    Mais
  • tomografia computadorizada (TC) sem contraste do abdome e pelve:

    calcificação observada no sistema coletor renal ou ureter; possível ureter proximal dilatado e hidronefrose

    Mais
História
Exame
1° exame
Outros exames

dor testicular de início agudo; náuseas e vômitos; história de episódios recorrentes sugere episódios repetidos de torção testicular seguida de reversão espontânea; pode haver história de trauma

testículo edematoso sensível; o testículo afetado pode parecer mais alto e horizontalizado que o testículo não afetado; eritema e edema escrotais associados; reflexo cremastérico ausente; geralmente não há alívio da dor com a elevação do escroto

  • ultrassonografia duplex com Doppler do escroto:

    presença de líquido e sinal do redemoinho (aparência de espiral do cordão espermático devido à torção, à medida que a sonda de ultrassonografia avança em direção descendente, perpendicular ao cordão espermático); ausência ou diminuição do fluxo sanguíneo no testículo afetado, diminuição da velocidade do fluxo nas artérias intratesticulares, aumento de índices de resistência nas artérias intratesticulares

    Mais
    História
    Exame
    1° exame
    Outros exames

    início agudo de dor pélvica ou abdominal unilateral na parte inferior; náuseas e vômitos são comuns; história de episódios frequentes e similares; a febre é rara

    massa pélvica sensível (anexial); em pacientes com idade suficiente para a realização de exame pélvico, pode ocorrer dor à mobilização do colo; em geral, não há corrimento vaginal, mas pode haver sangramento vaginal de leve a moderado

    • ultrassonografia pélvica:

      aparência sólida do ovário, aumento ovariano unilateral, estruturas císticas periféricas ovarianas, edema estromal evidente, fluido no saco de Douglas

    • Doppler colorido:

      fluxo sanguíneo intraovariano reduzido ou ausente

      Mais
    • tomografia computadorizada (TC) de abdome e pelve:

      ovário edematoso aumentado com ou sem detalhamento vascular; líquido livre na pelve

      Mais
    História
    Exame
    1° exame
    Outros exames

    a ruptura geralmente é espontânea, pode estar associada à história de trauma ou relação sexual; um desconforto crônico e leve na parte inferior do abdome pode se intensificar repentinamente

    sensibilidade anexial; tamanho anexial nada digno de nota por causa do cisto colabado; pode haver peritonismo na pelve e parte inferior do abdome

    • ultrassonografia pélvica:

      massa de aparência complexa; fluido no saco de Douglas

      Mais
      História
      Exame
      1° exame
      Outros exames

      pacientes sexualmente ativas; vários parceiros; a história pode ser sugestiva de abuso sexual (particularmente em crianças pequenas); a dor aumenta com a relação sexual; dor incômoda na parte inferior do abdome com ou sem disúria; corrimento vaginal, febre baixa

      temperatura >38.3 °C (101 °F); dor à mobilização do colo, sensibilidade anexial ou uterina, corrimento vaginal ou cervical mucopurulento

      • câmara úmida de secreções vaginais:

        leucócitos polimorfonucleares (LPMNs) observados

        Mais
      • teste de amplificação de ácido nucleico ou cultura de secreções vaginais para Neisseria gonorrhoeae e Chlamydia trachomatis:

        um resultado positivo indica a presença de organismos

        Mais
      • ultrassonografia pélvica:

        normal ou pode demonstrar endometrite, hidrossalpinge, piossalpingite, abscesso tubo-ovariano

        Mais
      • sorologia do HIV:

        positivos ou negativos

        Mais
      • estudos de hepatite:

        positivos ou negativos

        Mais
      • reagina plasmática rápida (RPR):

        positivos ou negativos

        Mais
      • Hemograma completo:

        leucocitose

        Mais
      • Proteína C-reativa ou velocidade de hemossedimentação:

        elevado

        Mais
      • laparoscopia:

        normal ou pode demonstrar endometrite, hidrossalpinge, piossalpingite, abscesso tubo-ovariano

        Mais
      História
      Exame
      1° exame
      Outros exames

      história prévia de gravidez ectópica ou aborto espontâneo, cirurgia pélvica ou das tubas uterinas, doença inflamatória pélvica; dor na parte inferior do abdome, amenorreia e sangramento vaginal

      desconforto abdominal mínimo e/ou sangramento vaginal; o exame pélvico pode revelar uma massa, produzindo dor à mobilização do colo se houver presença de hemoperitônio; a ruptura tubária pode causar instabilidade hemodinâmica

      • teste de gravidez na urina:

        positiva

        Mais
      • gonadotropina coriônica humana subunidade beta (beta-hCG) sérica quantitativa:

        positiva

        Mais
      • ultrassonografia pélvica:

        revela líquido livre na pelve e/ou massa periovariana

        Mais
      • ultrassonografia transvaginal:

        presença ou ausência de gestação intrauterina

        Mais
      • tipagem e triagem sanguínea:

        variável

        Mais
      História
      Exame
      1° exame
      Outros exames

      pneumonia, febre, tosse, dor torácica recentes; mal-estar, anorexia, perda de peso ou fadiga podem ocorrer; presença de fatores de risco (imunocomprometimento, comorbidades predisponentes ao desenvolvimento de pneumonia, doença pulmonar preexistente, intervenções iatrogênicas no espaço pleural, sexo masculino)

      paciente febril e intoxicado, macicez à percussão, ausência de murmúrios vesiculares na área afetada; desconforto e distensão abdominais sem defesa ou rebote

      • Hemograma completo:

        contagem elevada de leucócitos

      • radiografia torácica:

        apagamento do ângulo costofrênico ou derrame no lado afetado, possível consolidação, com formato em "D" na pleura em empiema

        Mais
      • toracocentese:

        pus franco em empiema, seroso ou turvo em derrames parapneumônicos complicados

        Mais
      • hemocultura:

        positiva para patógenos específicos

        Mais
      • ultrassonografia do tórax:

        coleção de fluidos localizados

        Mais
      • TC do tórax com contraste intravenoso:

        consolidação de parênquima pulmonar; o líquido extraparenquimatoso com loculações sugere empiema

        Mais

      O uso deste conteúdo está sujeito aos nossos avisos legais