Diagnóstico diferencial

SINAIS / SINTOMAS DE DIFERENCIAÇÃO
EXAME
SINAIS / SINTOMAS DE DIFERENCIAÇÃO

Causada por lesões por aceleração/desaceleração no pescoço, mais comumente em decorrência de acidentes automobilísticos com engavetamento. Aproximadamente 65% dos pacientes têm uma recuperação completa, 25% têm sintomas residuais menores e 5% a 10% desenvolvem síndromes de dor crônica. Amplo espectro de sintomas, incluindo rigidez de nuca, dor no ombro ou braço, mialgias, parestesias, cefaleia, dor facial e vertigem.

EXAME

Radiografias simples geralmente solicitadas para descartar fratura ou subluxação em decorrência de uma laceração de um ligamento. As radiografias, às vezes, revelam o endireitamento da curva natural do pescoço por causa do intenso espasmo muscular. A maioria dos pacientes terá estudos radiológicos normais. Se a hérnia de disco ou o comprometimento da raiz nervosa for sugerido, uma ressonância nuclear magnética (RNM) pode ajudar a identificar o problema.[5]

SINAIS / SINTOMAS DE DIFERENCIAÇÃO
EXAME
SINAIS / SINTOMAS DE DIFERENCIAÇÃO

História do estresse cervical repetitivo ou, raramente, de um único incidente traumático. O risco elevado pode se acumular por causa do estresse vibracional, levantamento de pesos, posição sedentária prolongada, acidentes em chicote e aceleração/desaceleração frequente.

A radiculopatia cervical pode resultar da lesão da raiz nervosa na presença de hérnia de disco ou estenose, mais comumente a estenose foraminal, causando anormalidades sensoriais, motoras ou de reflexo na distribuição da raiz nervosa afetada.

EXAME

Melhor diagnosticada por RNM. Se aparecer >1 nível de hérnia, uma mielografia por tomografia computadorizada (TC) poderá ajudar a distinguir qual disco está irritando o nervo espinhal.

Se os sintomas de radiculopatia estiverem presentes, uma eletromiografia (EMG) poderá revelar qual nervo foi afetado, mas não confirmará a hérnia de disco. A EMG é mais eficaz quando a RNM mostra >1 nível de hérnia e não há qualquer deficit motor, sensorial ou de reflexo definitivo para distinguir qual raiz nervosa foi afetada.

SINAIS / SINTOMAS DE DIFERENCIAÇÃO
EXAME
SINAIS / SINTOMAS DE DIFERENCIAÇÃO

Dor espontânea, mas intensa e persistente, particularmente com comprometimento ósseo, que não remite com tratamentos iniciais.

A invasão óssea é comum na malignidade conhecida, mas frequentemente pode ser o sinal inicial de uma malignidade não diagnosticada avançada.

EXAME

RNM cervical mostrando lesão de massa de osso ou tecidos moles ou múltiplas lesões sugestivas de metástases ósseas.

SINAIS / SINTOMAS DE DIFERENCIAÇÃO
EXAME
SINAIS / SINTOMAS DE DIFERENCIAÇÃO

Tumor mais comum da coluna (juntamente com o plasmacitoma). Este último é raro, implica uma única lesão com uma evolução clínica indolente e é mais comumente observado em jovens. O mieloma múltiplo é observado em pacientes mais velhos, tem rápida progressão e comumente apresenta sintomas neurológicos devido ao colapso do corpo vertebral. Os pacientes também podem ter sintomas associados à hipercalcemia e insuficiência renal.

EXAME

Radiografias da coluna cervical mostram ≥1 corpos vertebrais líticos.

O mieloma múltiplo é uma discrasia plasmocitária caracterizada por infiltração de plasmócitos na medula óssea e presença de uma imunoglobulina ou fragmento de imunoglobulina monoclonal no soro e/ou na urina.

O aspirado de medula óssea e a biópsia com histopatologia mostram infiltrados de plasmócitos atípicos.

SINAIS / SINTOMAS DE DIFERENCIAÇÃO
EXAME
SINAIS / SINTOMAS DE DIFERENCIAÇÃO

Dor cervical espontânea mais intensa, frequentemente após uma infecção sistêmica, com acentuada diminuição na amplitude de movimento ou alterações neurológicas progressivas nos membros superiores. Geralmente começa como espondilodiscite cervical (isto é, infecção do espaço do disco) porque o disco é altamente susceptível à infecção. Dissemina-se para o osso adjacente, com dor cervical intensa. Frequentemente, essa entidade segue em algum tempo a sepse, poSrtanto o paciente pode ter superado o episódio séptico quando a dor cervical real começar.

EXAME

A RNM cervical geralmente mostra evidências de infecção óssea ou no espaço do disco. As áreas infectadas tipicamente aparecem com diminuição da intensidade de sinal em imagens ponderadas em T1 e aumento da intensidade de sinal em imagens ponderadas em T2.

SINAIS / SINTOMAS DE DIFERENCIAÇÃO
EXAME
SINAIS / SINTOMAS DE DIFERENCIAÇÃO

Comumente uma extensão da discite através de disseminação venosa vertebral, causando dor cervical intensa. Nos casos avançados, causa a mielopatia compressiva decorrente da compressão da medula espinhal.

EXAME

A RNM cervical é o exame preferencial porque tanto a coleção epidural e o seu efeito sobre a medula espinhal são facilmente discerníveis, bem como a provável origem da infecção. A RNM com contraste ajuda a indicar a disseminação da infecção.

SINAIS / SINTOMAS DE DIFERENCIAÇÃO
EXAME
SINAIS / SINTOMAS DE DIFERENCIAÇÃO

Dor cervical espontânea mais intensa ou perda progressiva da função neurológica.

Presença de condições clínicas subjacentes, como artrite reumatoide (isto é, C1/2), trauma prévio, cirurgia prévia, anomalia congênita (base do crânio) ou espondilolistese degenerativa espontânea.

EXAME

Radiografias cervicais, juntamente com a RNM cervical são úteis para distinguir a presença de instabilidade, os níveis envolvidos e as características da afecção associada.

SINAIS / SINTOMAS DE DIFERENCIAÇÃO
EXAME
SINAIS / SINTOMAS DE DIFERENCIAÇÃO

Apresenta dor disseminada no corpo, persistindo por >3 meses com múltiplos pontos doloridos; as queixas somáticas incluem cefaleias crônicas, perturbações do sono, depressão e ansiedade, síndrome do intestino irritável, distúrbios geniturinários e distúrbios sensoriais difusos.

EXAME

Nenhum exame radiográfico ou laboratorial; o diagnóstico é estritamente clínico. No entanto, se o paciente não satisfizer os critérios clínicos para o diagnóstico, testes incluindo hemograma completo, teste de função tireoidiana, febre reumática (FR) e fator antinuclear (FAN) poderão ajudar a explicar a dor musculoesquelética ou a fadiga do paciente.

SINAIS / SINTOMAS DE DIFERENCIAÇÃO
EXAME
SINAIS / SINTOMAS DE DIFERENCIAÇÃO

Apresenta história de rigidez e dor no pescoço, na cintura escapular e/ou na cintura pélvica, ocorrendo em pacientes >50 anos de idade (geralmente mulheres). Os pacientes se queixam de dificuldades para se levantar das posições sentada ou deitada de bruços, de diversos graus de desconforto muscular, bursite pélvica/escapular e/ou oligoartrite.

A melhora rápida é quase invariável em 24 a 48 horas com baixa dosagem de prednisolona.

EXAME

O diagnóstico é feito por meio da anamnese e de exames laboratoriais de suporte indicando velocidade de hemossedimentação (VHS) ou proteína C-reativa elevada.

Diagnóstico e ensaio clínico terapêutico de corticosteroide.

SINAIS / SINTOMAS DE DIFERENCIAÇÃO
EXAME
SINAIS / SINTOMAS DE DIFERENCIAÇÃO

As associações são novos episódios de cefaleia unilateral, claudicação da mandíbula associada à mastigação de comidas duras, desconforto mandibular difuso, desconforto dental, dor e pressão nos seios nasais e/ou dor na língua. Encontram-se também cegueira, diplopia ou visão embaçada e uma artéria temporal anormalmente espessa, sensível, eritematosa ou nodular.

Pacientes >50 anos com novo episódio de cefaleia devem ser rastreados para ACG ou arterite temporal. Aproximadamente 15% a 20% dos pacientes com PMR têm ACG; 40% a 60% dos pacientes com ACG têm PMR.

EXAME

VHS ou proteína C-reativa elevada.

Uma biópsia positiva da artéria temporal mostrando uma vasculite granulomatosa confirma o diagnóstico de ACG.

Diagnóstico e ensaio clínico terapêutico de corticosteroide.

SINAIS / SINTOMAS DE DIFERENCIAÇÃO
EXAME
SINAIS / SINTOMAS DE DIFERENCIAÇÃO

Uma artropatia inflamatória crônica progressiva que afeta, predominantemente, a coluna axial e as articulações sacroilíacas. Os pacientes se apresentam com dor intensa e rigidez na coluna, que no final podem causar fusão espinhal (coluna em bambu). Como consequência, esses pacientes apresentam incapacidade extrema. Articulações periféricas, ênteses (conexões de tendões ou ligamentos ao osso) e locais extra-articulares, como o olho e intestino, são frequentemente afetados.

EXAME

Não há um teste diagnóstico. O antígeno leucocitário humano B27 (HLA-B27), embora não tenha valor diagnóstico, será útil se for positivo. Marcadores inflamatórios, como VHS e proteína C-reativa, geralmente não são úteis no diagnóstico ou monitoramento. As radiografias da coluna cervical podem mostrar fusão espinhal (coluna em bambu).

SINAIS / SINTOMAS DE DIFERENCIAÇÃO
EXAME
SINAIS / SINTOMAS DE DIFERENCIAÇÃO

Dor e/ou edema em várias articulações, rigidez articular significativa pela manhã ou após o repouso, perda progressiva da função articular, comprometimento articular simétrico e boa resposta aos anti-inflamatórios não esteroidais (AINEs), apresentando-se, na maioria dos pacientes, por volta dos 50 anos de idade.

Características extra-articulares menos comuns, como nódulos reumatoides sobre as superfícies extensoras dos tendões ou envolvimento vasculítico da pele, podem ser observadas. Os sinais clínicos observados em manifestações mais graves incluem pleurite, pericardite e doença ocular inflamatória.

EXAME

As radiografias de linha basal das mãos e dos pés e da coluna mostram a erosão da cartilagem.

A FR é positiva em cerca de 70% dos pacientes com AR. Os anticorpos antipeptídeo citrulinado cíclico (anti-CCP) foram descritos recentemente e são encontrados em cerca de 70% a 80% dos pacientes com AR. Eles podem ser positivos quando a FR for negativa e parecem ter um papel patogênico no desenvolvimento da AR.

Os níveis de VHS ou proteína C-reativa são geralmente obtidos para refletir o nível de inflamação. No entanto, até 40% dos pacientes com AR podem apresentar níveis normais.

SINAIS / SINTOMAS DE DIFERENCIAÇÃO
EXAME
SINAIS / SINTOMAS DE DIFERENCIAÇÃO

Diagnosticadas a partir da história clínica. Os fatores históricos mais importantes são a frequência das cefaleias, a duração dos ataques, a intensidade dos ataques, se a cefaleia é constante ou intermitente, unilateral ou bilateral, associações (náuseas, sensibilidade à luz ou ao barulho) e a presença de fatores desencadeantes ou associações com lesões ou uso excessivo de analgésicos.

Episódios de cefaleia com duração <2 horas estão em consonância com as cefaleias em salvas crônicas. Episódios com duração >2 horas estariam em consonância com enxaqueca ou cefaleias tensionais.

EXAME

É um diagnóstico clínico de exclusão.

A mielografia cervical, TC ou RNM será negativa para a doença do disco cervical ou doença da medula espinhal.

SINAIS / SINTOMAS DE DIFERENCIAÇÃO
EXAME
SINAIS / SINTOMAS DE DIFERENCIAÇÃO

Comum em mulheres menopausadas e homens idosos com história materna de fraturas de fragilidade/osteoporose, baixo índice de massa corporal (IMC) e tabagismo. Pacientes com osteoporose são assintomáticos até ocorrer alguma fratura.

EXAME

Medição da densidade mineral óssea (DMO) usando a absorciometria por dupla emissão de raios X (DEXA) é o exame definitivo e o procedimento preferido para o diagnóstico. A utilização da DEXA para o rastreamento de pacientes com fatores de risco diagnosticará muitos casos de osteoporose.

A radiografia pode revelar osteopenia e/ou fraturas (por exemplo, fraturas vertebrais), mas não é um diagnóstico da afecção.

A TC quantitativa ou a ultrassonografia quantitativa do calcanhar pode ser usada para medir a densidade óssea trabecular se a DEXA não estiver disponível.

SINAIS / SINTOMAS DE DIFERENCIAÇÃO
EXAME
SINAIS / SINTOMAS DE DIFERENCIAÇÃO

Geralmente uma história de trauma, embora o evento agudo nem sempre seja lembrado; dor no repouso e à noite; história pregressa de fraturas; dor à palpação ao longo da linha média; aumento da cifose; exame neurológico normal, a menos que haja retropulsão de osso nos elementos neurais, como nas fraturas do tipo explosão.

EXAME

A radiografia simples mostra deformidade em cunha dos corpos vertebrais, tipicamente na parte anterior; deformidade cifótica; apenas a metade anterior do corpo vertebral está envolvida em fraturas por compressão.

SINAIS / SINTOMAS DE DIFERENCIAÇÃO
EXAME
SINAIS / SINTOMAS DE DIFERENCIAÇÃO

História de fraqueza simétrica nas cinturas escapular e pélvica.

EXAME

Níveis elevados de enzima muscular (por exemplo, CK), geralmente com um título de fator antinuclear (FAN) positivo.

Mudanças características na EMG incluem aumento na atividade de inserção de agulhas, fibrilações espontâneas, potenciais motores polifásicos de curta duração e baixa amplitude e descargas repetitivas complexas.

O diagnóstico é confirmado com biópsia muscular, indicando infiltração de células do sistema imunológico e destruição das fibras musculares.

SINAIS / SINTOMAS DE DIFERENCIAÇÃO
EXAME
SINAIS / SINTOMAS DE DIFERENCIAÇÃO

Dormência intermitente unilateral ou bilateral do membro superior, frequentemente sem perda sensorial objetiva e fraqueza observada raramente. A mielopatia cervical é constante, com alterações neurológicas nos membros superiores e inferiores frequentemente observadas.

Causada pela compressão das estruturas neurovasculares logo acima da primeira costela e atrás da clavícula, envolvendo as 2 raízes nervosas inferiores do plexo braquial (C8 e T1). Menos comumente, o comprometimento de C5, C6 e C7 causa sintomas referidos no pescoço, orelha, tórax e aspecto externo do braço.

EXAME

As angiografias braquiais podem mostrar estenose vascular e a EMG/velocidade de condução nervosa (VCN) pode mostrar alterações do plexo braquial proximal consistentes com o desfiladeiro torácico.

A radiologia cervical pode demonstrar uma anomalia esquelética, cervical ou da primeira costela, deformidade da clavícula, doença pulmonar ou tumor de Pancoast.

A ultrassonografia dúplex com mapeamento de cores, a arteriografia ou a venografia do braço pode demonstrar a síndrome do desfiladeiro torácico vascular.

A mielografia cervical, TC ou RNM será negativa para a doença do disco cervical ou doença da medula espinhal.

SINAIS / SINTOMAS DE DIFERENCIAÇÃO
EXAME
SINAIS / SINTOMAS DE DIFERENCIAÇÃO

Fraqueza proximal e distal unilateral grave e perda sensorial, frequentemente após uma lesão, ou espontânea (amiotrofia nevrálgica) após uma infecção viral, em um padrão diferente de radiculopatia cervical ou mielopatia.

EXAME

A EMG/VCN pode facilmente diferenciar alterações do neurônio motor superior versus inferior.

A RNM ou mielografia cervical pode apresentar alterações por avulsão da raiz.

SINAIS / SINTOMAS DE DIFERENCIAÇÃO
EXAME
SINAIS / SINTOMAS DE DIFERENCIAÇÃO

As manifestações espinhais podem mimetizar todos os sinais de mielopatia compressiva cervical e sobrepor-se. No entanto, em quase todos os casos também existem lesões cerebrais e achados neurológicos.

EXAME

A RNM cranioencefálica geralmente mostra alterações. Na RNM cervical não há compressão, mas as lesões intrínsecas da medula espinhal são geralmente observadas.

SINAIS / SINTOMAS DE DIFERENCIAÇÃO
EXAME
SINAIS / SINTOMAS DE DIFERENCIAÇÃO

Quadro clínico distinto de deficits motores e sensoriais progressivos na distribuição de nervos periféricos específicos.

O comprometimento de cada nervo ocorre sequencial ou simultaneamente.

A dor é um sintoma frequente; geralmente dor neuropática dentro da área da perda sensorial e dor profunda no membro afetado.

EXAME

O diagnóstico é baseado no quadro clínico e nas alterações vasculíticas características observadas na biópsia de nervo ou músculo sem desmielinização.

A EMG pode distinguir a MNM causada por vasculite, infecção ou infiltração neoplásica de várias neuropatias de encarceramento.

A mielografia cervical, TC ou RNM será negativa para a doença do disco cervical ou doença da medula espinhal.

SINAIS / SINTOMAS DE DIFERENCIAÇÃO
EXAME
SINAIS / SINTOMAS DE DIFERENCIAÇÃO

Pode mimetizar a mielopatia cervical, mas geralmente tem fraqueza proximal mais grave, fasciculações, achados no tronco encefálico (isto é, fasciculações da língua) e nenhuma alteração sensorial.

EXAME

A RNM cervical não mostra qualquer compressão da medula espinhal significativa, mas pode mostrar lesões intrínsecas da medula espinhal.

SINAIS / SINTOMAS DE DIFERENCIAÇÃO
EXAME
SINAIS / SINTOMAS DE DIFERENCIAÇÃO

Dor intensa e difusa no membro superior (geralmente unilateral) em uma distribuição não radicular, geralmente após uma lesão ou um procedimento cirúrgico nesse membro superior. Não há alterações sensoriais ou motoras específicas além da limitação pela dor.

EXAME

A RNM cervical e, geralmente, a EMG/VCN serão normais. Os bloqueios simpáticos podem ajudar a diferenciar.

SINAIS / SINTOMAS DE DIFERENCIAÇÃO
EXAME
SINAIS / SINTOMAS DE DIFERENCIAÇÃO

Fraqueza grave proximal e distal sem alterações sensoriais desde idade precoce.

EXAME

RNM cervical e EMG/VCN mostrarão apenas alterações miopáticas e nenhuma compressão da medula espinhal.

O uso deste conteúdo está sujeito aos nossos avisos legais