Monitoramento

A infecção pelo vírus da influenza aviária A (H5N1) é uma doença infecciosa aguda. Os pacientes podem apresentar replicação prolongada do vírus e eliminação de partículas virais e seus períodos hospitalares podem durar até 3 semanas ou mais após o início da doença. Quando os pacientes sobreviventes melhoram clinicamente e recebem alta, podem estar imunes a infecções subsequentes por cepas do vírus H5N1 da influenza aviária A altamente patogênica (IAAP) semelhantes antigenicamente.

As sequelas em longo prazo de síndrome do desconforto respiratório agudo (SDRA) incluem fraqueza neuromuscular, diminuição da função pulmonar, transtorno do estresse pós-traumático e declínio cognitivo em pacientes mais velhos.[109][110]

Recomenda-se observação estrita e quimioprofilaxia pós-exposição com oseltamivir ou zanamivir para os profissionais da saúde após exposição próxima sem proteção a um caso sintomático, suspeito ou confirmado de H5N1 da IAAP (no limite de 2 m) no ambiente de atendimento de saúde, bem como para membros domiciliares e contatos próximos de um paciente com suspeita ou confirmação de infecção pelo vírus H5N1 da IAAP.

Os casos suspeitos devem ser notificados imediatamente às autoridades de saúde pública, que ajudarão com a avaliação diagnóstica, manejo do caso e investigação de contatos.

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