Diagnóstico diferencial

SINAIS / SINTOMAS DE DIFERENCIAÇÃO
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SINAIS / SINTOMAS DE DIFERENCIAÇÃO

Residência/viagem para um país/área ou território com transmissão local ou contato próximo com um caso confirmado, ou provável de COVID-19 nos 14 dias anteriores ao início dos sintomas.

Os sinais e sintomas são semelhantes, e por isso pode ser difícil de se diferenciar clinicamente essas condições.

A situação está evoluindo com rapidez; consulte nosso tópico sobre COVID-19 para obter mais informações.

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Reação em cadeia da polimerase via transcriptase reversa (RT-PCR) em tempo real: positiva para RNA do SARS-CoV-2.

Não é possível diferenciar a COVID-19 de outras causas de pneumonia à imagem do tórax.

SINAIS / SINTOMAS DE DIFERENCIAÇÃO
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SINAIS / SINTOMAS DE DIFERENCIAÇÃO

Nenhum sinal/sintoma de diferenciação.

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Os estudos diagnósticos devem ser considerados com base nas orientações locais bem como nos padrões microbianos em uma comunidade particular.

O isolamento de organismos como Streptococcus pneumoniae e Streptococcus do grupo A por cultura de escarro e hemocultura e através de resposta à terapia típica confirmam o diagnóstico.

Os achados da radiografia torácica para pneumonia típica são compatíveis com condensação.

Resultados positivos em testes específicos para H5N1 da influenza aviária A altamente patogênica (IAAP) não descartam coinfecção, embora não tenha sido identificada coinfecção bacteriana na maioria dos casos de H5N1 da IAAP, exceto em pacientes intubados com pneumonia associada à ventilação mecânica. A infecção por vírus da influenza sazonal com coinfecção bacteriana é mais comum.

SINAIS / SINTOMAS DE DIFERENCIAÇÃO
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SINAIS / SINTOMAS DE DIFERENCIAÇÃO

Nenhum sinal/sintoma de diferenciação.

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Confirmação da infecção por patógenos atípicos (incluindo patógenos da pneumonia atípica como Mycoplasma pneumoniae e Legionella pneumophila) por cultura de escarro, hemocultura ou outros testes específicos.

O diagnóstico de pneumonia atípica não descarta infecção pelo vírus H5N1 da influenza aviária A altamente patogênica (IAAP), mas uma coinfecção com o vírus H5N1 da IAAP e patógenos da pneumonia atípica não foi relatada.

SINAIS / SINTOMAS DE DIFERENCIAÇÃO
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SINAIS / SINTOMAS DE DIFERENCIAÇÃO

Causa mais comum de morbidade grave em crianças pequenas, adultos mais velhos e pessoas com afecções clínicas crônicas subjacentes (por exemplo, doença cardiopulmonar, imunossuprimidos).

É mais provável que seja uma condição autolimitada com sintomas mais leves entre pessoas previamente saudáveis. Pode ocorrer doença do trato respiratório inferior grave entre crianças previamente saudáveis, adultos jovens, gestantes e pessoas com obesidade mórbida.

EXAME

Os exames diagnósticos confirmando a infecção por outro vírus respiratório não descartam infecção pelo vírus H5N1 da IAAP, mas não foi relatada coinfecção com o vírus H5N1 da IAAP e outros vírus respiratórios.

SINAIS / SINTOMAS DE DIFERENCIAÇÃO
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SINAIS / SINTOMAS DE DIFERENCIAÇÃO

A epidemia tem se focado geograficamente na China.

A maioria dos pacientes requerem hospitalização para o tratamento da pneumonia e/ou insuficiência respiratória e frequentemente se apresentam logo após o início dos sintomas, em contraste com a apresentação tardia frequentemente observada na infecção por H5N1.

Nenhum sinal/sintoma de diferenciação.

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A reação em cadeia da polimerase via transcriptase reversa (RT-PCR) é positiva para RNA viral específico para H7.

SINAIS / SINTOMAS DE DIFERENCIAÇÃO
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SINAIS / SINTOMAS DE DIFERENCIAÇÃO

As infecções respiratórias devido a patógenos endêmicos na região onde ocorreu a infecção devem ser consideradas (por exemplo, infecção micótica endêmica, melioidose em partes do Sudeste Asiático).

Nenhum sinal/sintoma de diferenciação.

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Exames diagnósticos confirmando a infecção por uma pneumonia atípica não descartam a infecção pelo vírus H5N1 da IAAP, mas não foram relatadas coinfecção com H5N1 da IAAP e infecções respiratórias endêmicas.

SINAIS / SINTOMAS DE DIFERENCIAÇÃO
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SINAIS / SINTOMAS DE DIFERENCIAÇÃO

Causa mais comum de infecção do trato respiratório inferior em crianças com idade inferior a 1 ano.

Causa significativa e frequentemente não reconhecida de infecção do trato respiratório inferior em pacientes mais velhos e imunossuprimidos.

Dá origem a sintomas do trato respiratório superior e inferior atingindo a intensidade máxima em 3 a 5 dias e remitindo em 7 a 10 dias.

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Os ensaios rápidos usando tecnologia de captura de antígeno são a base do algoritmo de diagnóstico, visto que a identificação pela cultura pode levar de 4 dias a 2 semanas.[80]

Os exames diagnósticos confirmando a infecção por outro vírus respiratório não descartam infecção pelo vírus H5N1 da IAAP, mas não foi relatada coinfecção com o vírus H5N1 da IAAP e com outros vírus respiratórios.

SINAIS / SINTOMAS DE DIFERENCIAÇÃO
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SINAIS / SINTOMAS DE DIFERENCIAÇÃO

Nenhum sinal/sintoma de diferenciação.

Ambos podem ter início rápido de febre, tosse e pneumonia.

A ausência de casos confirmados desde 2004 torna o diagnóstico de SARS fora do ressurgimento do vírus muito improvável.

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O diagnóstico de SARS requer uma suspeita clínica elevada e deve ser informado pela vigilância global para infecções pelo coronavírus associado à SARS (SARS-CoV). Testes para vírus da influenza são negativos. Reação em cadeia da polimerase via transcriptase reversa (RT-PCR) positiva para SARS-CoV.

SINAIS / SINTOMAS DE DIFERENCIAÇÃO
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SINAIS / SINTOMAS DE DIFERENCIAÇÃO

A maioria dos casos está epidemiologicamente associada à Península Arábica. Muitos casos estão associados à transmissão nosocomial. Ocorreram casos de transmissão zoonótica de camelos dromedários e transmissão limitada e não sustentada entre humanos.

Nenhum sinal/sintoma de diferenciação. Os sintomas comuns são doença respiratória grave e aguda com febre, tosse, dispneia e dificuldades respiratórias. A maioria dos pacientes apresenta pneumonia, insuficiência respiratória e síndrome do desconforto respiratório agudo (SDRA). Muitos também apresentam sintomas gastrointestinais (incluindo diarreia), enquanto outros apresentam insuficiência renal.

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A RT-PCR é positiva para coronavírus da MERS. O exame pode ser encontrado em alguns laboratórios de saúde pública internacionais, particularmente em regiões afetadas pela MERS.

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