Diagnóstico diferencial

SINAIS / SINTOMAS DE DIFERENCIAÇÃO
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SINAIS / SINTOMAS DE DIFERENCIAÇÃO

Residência/viagem para um país/área ou território com transmissão local ou contato próximo com um caso confirmado, ou provável de COVID-19 nos 14 dias anteriores ao início dos sintomas.

Os sinais e sintomas são semelhantes, por isso pode ser difícil diferenciar clinicamente as condições.

A situação está evoluindo com rapidez; consulte nosso tópico sobre COVID-19 para obter mais informações.

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Reação em cadeia da polimerase via transcriptase reversa (RT-PCR) em tempo real: positiva para RNA do SARS-CoV-2.

Não é possível diferenciar COVID-19 de outras causas de pneumonia na imagem do tórax.

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A rinite ocorre em resposta à exposição a alérgenos específicos.

Ciclo crônico flutuante, conforme exposição a alérgenos e de padrão sazonal.

A presença de faringite tornaria um resfriado comum mais provável.

Outras características de atopia sugestivas da doença.

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O teste de contato cutâneo para a identificação de alérgenos e a determinação da imunoglobulina E (IgE) específica in vitro são testes diagnósticos.

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SINAIS / SINTOMAS DE DIFERENCIAÇÃO

Os sintomas duram mais de 6 semanas. Geralmente diagnosticada com o auxílio de estudos radiológicos. As características clínicas comuns da sinusite crônica incluem a hiposmia ou anosmia.

É mais comumente caracterizada por uma inflamação crônica do que por uma infecção bacteriana, especialmente em adultos.

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As tomografias computadorizadas (TCs) dos seios da face são anormais em pessoas que sofrem de sinusite crônica.

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SINAIS / SINTOMAS DE DIFERENCIAÇÃO

O uso do sistema de pontuação de McIsaac[ Critérios de Avaliação e Tratamento da Faringite (McIsaac) ] pode ajudar a fazer a distinção; uma pontuação de 2 ou 3 indica a necessidade de se obter um swab da garganta.[26]

Linfonodos cervicais anteriores sensíveis à palpação, edemas ou exsudatos tonsilares (amigdalianos), ausência de tosse, temperatura acima de 38 °C (>100.4 °F) e menos de 15 anos de idade.

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Uma cultura faríngea positiva para estreptococos confirma o diagnóstico na maioria dos casos. Testes rápidos de antígenos estreptocócicos podem ser usados para testes imediatos no local do atendimento, mas são menos sensíveis que a cultura faríngea.

SINAIS / SINTOMAS DE DIFERENCIAÇÃO
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Doença aguda, geralmente de causa infecciosa.

No geral, o diagnóstico é clínico, podendo manifestar-se com uma congestão nasal, tosse, muco nasal de coloração anormal e pressão/dor facial.

A sensibilidade facial é um sinal raro e não confiável; no entanto, uma dor reproduzível à percussão dos seios paranasais (frontais e maxilares) é fortemente indicativa de uma sinusite bacteriana aguda. Dor de dente e uso de descongestionantes tópicos ou orais sem resposta satisfatória aumentam a probabilidade de uma sinusite bacteriana aguda.

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O diagnóstico é clínico.

SINAIS / SINTOMAS DE DIFERENCIAÇÃO
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SINAIS / SINTOMAS DE DIFERENCIAÇÃO

Muitas vezes subclínica em crianças pequenas.

Síndrome bem descrita com exantema maculopapular, sensação de fadiga, febre, laringite e mal-estar.

A hepatoesplenomegalia é comum.

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O hemograma completo revela uma linfocitose.

O teste positivo para anticorpos heterófilos geralmente é diagnóstico; pode ser falso-negativo nos estágios iniciais da doença.

Títulos de anticorpos antivírus Epstein-Barr (EBV) podem ajudar a diferenciar as formas agudas das formas crônicas da infecção por EBV.

SINAIS / SINTOMAS DE DIFERENCIAÇÃO
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SINAIS / SINTOMAS DE DIFERENCIAÇÃO

Febre, cefaleia, dores musculares e mal-estar são características predominantes.

Sintomas mais graves que um resfriado comum.

Uma febre acima de 38 °C (>100.4 °F) é sugestiva em adultos.

Pode causar períodos prolongados de absenteísmo/inatividade.

Pode causar complicações graves em idosos e pessoas imunocomprometidas.

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A cultura viral, a coloração com anticorpo imunofluorescente direto e a reação em cadeia da polimerase via transcriptase reversa são exames reconhecidos.

SINAIS / SINTOMAS DE DIFERENCIAÇÃO
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SINAIS / SINTOMAS DE DIFERENCIAÇÃO

Características clínicas típicas de influenza (por exemplo, febre, tosse, faringite, dores musculares e mal-estar), geralmente em comunidades onde o vírus H1N1 (vírus da gripe suína) esteja disseminado, ou em alguém que tenha viajado para tais comunidades.

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Os exames de cultura viral, a coloração de anticorpo imunofluorescente direto e a reação em cadeia da polimerase via transcriptase reversa detectam o vírus da gripe (influenza). A forma mais definitiva de identificar o vírus da gripe (influenza) A, o H1N1, é um teste específico da reação em cadeia da polimerase via transcriptase reversa em tempo real, que pode ser realizado em laboratórios especializados. Ele pode ser feito diretamente em amostras dos pacientes (por exemplo, por swab ou aspirado nasofaríngeo, lavagem e swab nasal ou aspirado traqueal) ou em vírus cultivados a partir de amostras dos pacientes.

SINAIS / SINTOMAS DE DIFERENCIAÇÃO
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SINAIS / SINTOMAS DE DIFERENCIAÇÃO

Características clínicas típicas de influenza (por exemplo, febre, tosse, faringite, dores musculares e mal-estar), geralmente em comunidades onde o vírus H5N1 esteja disseminado, ou em alguém que tenha viajado para tais comunidades.

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Os exames de cultura viral, a coloração de anticorpo imunofluorescente direto e a reação em cadeia da polimerase via transcriptase reversa detectam o vírus da gripe (influenza). A forma mais definitiva de identificar o vírus da gripe (influenza) A, o H5N1, é um teste específico da reação em cadeia da polimerase via transcriptase reversa em tempo real, que pode ser realizado em laboratórios especializados. Ele pode ser feito diretamente em amostras dos pacientes (por exemplo, por swab ou aspirado nasofaríngeo, lavagem e swab nasal ou aspirado traqueal) ou em vírus cultivados a partir de amostras dos pacientes.

SINAIS / SINTOMAS DE DIFERENCIAÇÃO
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SINAIS / SINTOMAS DE DIFERENCIAÇÃO

Características clínicas típicas de influenza (por exemplo, febre, tosse, faringite, dores musculares e mal-estar), geralmente em comunidades onde o vírus H7N9 esteja disseminado, ou em alguém que tenha viajado para tais comunidades.

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O teste de primeira escolha para o diagnóstico de infecção por H7N9 é a PCR por transcriptase reversa para RNA do vírus de linhagem asiática A (H7N9). O teste pode ser realizado em laboratórios especializados. Uma amostra do trato respiratório superior (por exemplo, swab nasal, swab da garganta, swab nasofaríngeo ou aspirado) pode ser usada, mas é menos provável que uma amostra do trato respiratório inferior (por exemplo, escarro, aspirado traqueal, lavado broncoalveolar) apresente um resultado falso-negativo.

SINAIS / SINTOMAS DE DIFERENCIAÇÃO
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SINAIS / SINTOMAS DE DIFERENCIAÇÃO

Depois de várias semanas, os sintomas iniciais do trato respiratório superior podem desencadear uma tosse mais grave; inicialmente há uma tosse paroxística que vai aumentando de frequência progressivamente, mas que depois permanece constante durante várias semanas. Podem ocorrer guinchos inspiratórios e vômitos pós-tosse. É possível ouvir um estridor inspiratório na ausculta.

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Evidência de Bordetella pertussis em swabs ou aspirados nasofaríngeos.

SINAIS / SINTOMAS DE DIFERENCIAÇÃO
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SINAIS / SINTOMAS DE DIFERENCIAÇÃO

Pode haver história de exposição ou viagem a áreas endêmicas.

Faringite e febre baixa (geralmente <39 °C [<102 °F]), seguidas de disfagia, disfonia, dispneia e uma tosse rouca, caso haja extensão da pseudomembrana e/ou envolvimento dos nervos faríngeos e laríngeos posteriores.

Uma pseudomembrana marrom-acinzentada pode formar-se sobre as amígdalas e/ou faringe após 2 a 5 dias de faringite. Na ausência de tratamento, ela pode tornar-se espessa e disseminar-se. O edema cervical e a linfadenopatia podem causar uma aparência característica de pescoço de touro.

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Microscopia e culturas de swabs do nariz e da garganta, obtidas quando possível da parte inferior da pseudomembrana, apresentam resultados positivos para Corynebacterium diphtheriae.

SINAIS / SINTOMAS DE DIFERENCIAÇÃO
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SINAIS / SINTOMAS DE DIFERENCIAÇÃO

Pode apresentar sinais/sintomas respiratórios inespecíficos. Pode apresentar a tríade taquicardia, hipotensão arterial e febre alta.

À medida que a doença evolui, pode haver sede, desconforto respiratório, rash petequial, vasoconstrição periférica, alteração do nível de consciência, fotofobia, hipotonia, rigidez de nuca, convulsões e taquicardia.

Os lactentes podem exibir uma fontanela abaulada e choro em tom agudo característico.

Um sinal positivo de Kernig ou de Brudzinski indica uma inflamação meníngea e sugere uma meningite; presente apenas em uma minoria dos pacientes.

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O isolamento da Neisseria meningitidis de um local estéril do corpo (sangue, líquido cefalorraquidiano [LCR], articulação, líquido pleural, líquido pericárdico, aspiração ou biópsia de uma lesão purpúrea) é o teste definitivo para o diagnóstico de infecções meningocócicas invasivas.

SINAIS / SINTOMAS DE DIFERENCIAÇÃO
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SINAIS / SINTOMAS DE DIFERENCIAÇÃO

Muitos indivíduos infectados pelo HIV desenvolvem uma doença clínica aguda que geralmente ocorre 2 a 4 semanas após a exposição ao HIV.

Muitas vezes a doença é reconhecida de forma retrospectiva porque as características são inespecíficas.

O início é agudo e dura até 2 semanas.

Os sintomas comuns são uma patologia do tipo febre glandular, com febre, mal-estar, mialgia, faringite, cefaleias, diarreia, neuralgia ou neuropatia, linfadenopatia, exantema maculopapular e ulceração mucocutânea.

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A imunodeficiência humoral mostra níveis baixos de imunoglobulina. A imunodeficiência celular indica uma disfunção da célula T, e/ou HIV.

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