Prognóstico

O diabetes do tipo 1 não tratado é uma condição fatal devido à cetoacidose diabética. O diabetes do tipo 1 mal-controlado é um fator de risco para complicações crônicas como cegueira, insuficiência renal, amputação dos pés e ataques cardíacos. O controle glicêmico intensivo mostrou diminuir a incidência de doença micro e macrovascular no diabetes do tipo 1,[117][118][119][120][121] e demonstrou-se que a menor incidência de doença macrovascular persiste por até 30 anos.[122] [ Cochrane Clinical Answers logo ] Até mesmo poucos anos de controle glicêmico intensivo se traduzem em taxas reduzidas de complicações micro e macrovasculares nos 10 anos seguintes.[118][123] A American Diabetes Association recomenda manter a hemoglobina glicosilada (HbA1c) <53 mmol/mol (<7%) para evitar complicações na maioria dos pacientes adultos não gestantes com diabetes do tipo 1, com metas menos rigorosas para crianças e adolescentes.[1]

De modo geral, a doença cardiovascular é a principal causa de morte e uma causa importante de morbidade para pacientes com diabetes. Uma análise dos pacientes com diabetes do tipo 1 diagnosticado antes dos 15 anos de idade revelou que complicações agudas do diabetes foram a principal causa de óbito antes dos 30 anos. Após os 30 anos de idade, a doença cardiovascular foi predominante, embora o óbito atribuível a complicações agudas ainda tenha sido importante nessa faixa etária.[124]

Com planejamento cuidadoso e tratamento adequado, a maioria das mulheres com diabetes do tipo 1 pode ter uma gestação bem-sucedida.

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