História e exame físico

Principais fatores de diagnóstico

A localização geográfica é um forte fator de risco.

Levantar à noite para urinar é típico.

Levantar à noite para beber água é típico.

Outros fatores de diagnóstico

Geralmente se manifesta na infância ou adolescência. Em geral, entre 5 e 15 anos.

A idade média varia em estudos diferentes. A incidência aumenta em crianças <5 anos de idade.[36]

A perda de peso ocorre no início.

Ocorre com níveis altos ou variáveis de glicemia.

Sugerem cetoacidose diabética (CAD).

Sugerem cetoacidose diabética (CAD).

Sugerem cetoacidose diabética (CAD).

Sugerem cetoacidose diabética (CAD).

Sugerem cetoacidose diabética (CAD).

Fatores de risco

O perfil de risco do HLA para diabetes do tipo 1 vem se ampliando ao longo do tempo, o que pode refletir o aumento da influência de fatores ambientais nos genótipos suscetíveis.[32]

A variação geográfica vai de 1/100,000 em regiões da China para 38/100,000 na Finlândia.[7] A variação regional sugere diferentes exposições ao risco contribuindo.[10]

Em um estudo, a concordância para diabetes do tipo 1 foi de 27.3% em gêmeos monozigóticos e 3.8% em gêmeos dizigóticos.[30]

Acredita-se que o antígeno leucocitário humano (HLA) no cromossomo 6 contribui para metade da base familiar.[31]

O DR4-DQ8 e o DR3-DQ2 estão presentes em 90% das crianças com diabetes do tipo 1; considerados como genes de suscetibilidade.[31]

O DR15-DQ6 é considerado protetor.[31]

Acredita-se que o gene da insulina no cromossomo 11 é o segundo gene de suscetibilidade mais importante, contribuindo para 10% da suscetibilidade genética.[31]

Vários outros loci associados ao diabetes do tipo 1 estão sendo estudados.[31]

A evidência mais forte até o momento é para o enterovírus humano.[15][16][17]

Entre os fatores alimentares, a suplementação do bebê com vitamina D pode conferir proteção.[18][19] Novas pesquisas são necessárias para determinar se o leite de vaca, a introdução precoce de cereais ou a ingestão materna de vitamina D aumentam o risco de diabetes do tipo 1.[20][21][22] Não existe consenso sobre o efeito da amamentação no risco de diabetes do tipo 1.[33]

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