Rastreamento

Agora o US Preventive Services Task Force (USPSTF) recomenda o rastreamento dos níveis de glicose em adultos com idade entre 40 e 70 anos que tenham índice de massa corporal (IMC) ≥25. Pacientes com resultados normais de exames devem ser reavaliados a cada 3 anos. Pacientes com pré-diabetes devem ser avaliados subsequente e anualmente quanto a diabetes.[60]

A American Diabetes Association (ADA) recomendou o rastreamento de rotina de adultas não gestantes assintomáticas de qualquer idade com IMC ≥25 kg/m² (≥23 kg/m² para pessoas do sul da Ásia) associado a um ou mais fatores de risco de diabetes. Aquelas sem fatores de risco devem ser rastreadas a partir dos 45 anos de idade. Os fatores de risco do diabetes incluem história familiar de diabetes, sobrepeso ou obesidade, estilo de vida sedentário, ascendência de alto risco, diabetes gestacional, hipertensão, dislipidemia (baixo colesterol HDL [lipoproteína de alta densidade] e/ou triglicerídeos elevados), doença vascular, intolerância à glicose ou síndrome do ovário policístico.[2]

Os exames de rastreamento recomendados incluem glicemia de jejum (pré-diabetes se 5.6 a 6.9 mmol/L [100-125 mg/dL] uma vez, na ausência de diabetes) e/ou HbA1c (pré-diabetes se 39-46 mmol/mol [5.7% a 6.4%] uma vez, na ausência de diabetes; diabetes se ≥48 mmol/mol [≥6.5%] duas vezes). O teste oral de tolerância à glicose com 75 g de glicose é usado com menos frequência em adultas não gestantes.[2]

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