Exames diagnósticos

Primeiros exames a serem solicitados

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Confirme com uma repetição da HbA1c ou outro teste diagnóstico.[2] A HbA1c também é usada para monitorar o controle glicêmico, geralmente a cada 3 meses.

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48 mmol/mol (6.5%) ou maior

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Solicite após um jejum mínimo de 8 horas. Confirme o resultado elevado com uma HbA1c (que pode ser feita com a mesma amostra), um segundo exame de glicose plasmática em jejum ou outro teste diagnóstico de diabetes.[2]

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>6.9 mmol/L (>125 mg/dL)

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Exame sem jejum. Conveniente, mas menos preciso que a glicemia de jejum, HbA1c ou o teste oral de tolerância à glicose com 75 g de glicose.[2] Usado para uma avaliação rápida do nível de glicose, caso haja presença de sintomas como poliúria, polidipsia ou perda de peso.

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≥11.1 mmol/L (≥200 mg/dL)

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Mais dispendioso e inconveniente que a glicemia em jejum ou HbA1c. O diabetes deve ser confirmado em uma ocasião separada com outro teste diagnóstico.[2]

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≥11.1 mmol/L (≥200 mg/dL)

Exames a serem considerados

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A dislipidemia é comum no diabetes do tipo 2.

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pode mostrar lipoproteína de baixa densidade (LDL) elevada, lipoproteína de alta densidade (HDL) baixa e/ou triglicerídeos elevados

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Cetonúrias deve ser verificada se os pacientes forem sintomáticos de hiperglicemia (poliúria, polidipsia, fraqueza) e depleção de volume (secura da membrana mucosa, turgor cutâneo, taquicardia, hipotensão e, em casos graves, choque) no diagnóstico ou durante o curso da doença. A cetoacidose é uma apresentação comum do diabetes tipo 1, mas também pode ocorrer no diabetes tipo 2.[44][45][46]

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positiva em casos de cetoacidose

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Não é realizado rotineiramente para o diagnóstico de diabetes, mas pode ser útil na diferenciação entre o diabetes tipo 1 e tipo 2.[47] A deficiência absoluta de insulina é uma característica fundamental do diabetes tipo 1, que resulta em níveis de peptídeo C plasmático baixos (<0.2 nanomol / L) ou indetectáveis.[2][47] Os resultados do peptídeo C devem ser interpretados no contexto clínico da duração da doença, comorbidades e história familiar.[48]

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>1 nanomol/L

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Indica nefropatia e sugere outros possíveis danos microvasculares. Monitorada anualmente.

Pode ser avaliada por meio da relação albumina/creatinina em uma amostra aleatória de urina.[2]

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pode estar elevada

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A TFG é calculada de acordo com as fórmulas do Chronic Kidney Disease Epidemiology Collaboration (CKD-EPI) ou Modificação da Dieta na Doença Renal (MDRD, do inglês Modification of Diet in Renal Disease). A fórmula do CKD-EPI agora é recomendada pelo Kidney Disease Outcomes Quality Initiative (KDOQI), pois ela remove o viés em níveis maiores de TFG, permitindo que se reporte a TFG dentro de uma faixa de amplitude total.[ Taxa de filtração glomerular estimada pela equação CKD-EPI ]

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podem mostrar insuficiência renal

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Avaliação basal. Um ECG normal não descarta doença arterial coronariana. Pacientes com um ECG de repouso anormal podem necessitar de mais investigação cardíaca.[2]

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pode indicar isquemia prévia

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Uma ferramenta não invasiva para detectar doença arterial periférica (DAP), que tem alta prevalência em pacientes com diabetes. A American Diabetes Association recomenda que o ITB seja realizado em pacientes com sintomas de DAP.[2] Pode ser utilizado para o rastreamento de DAP.

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≤0.9 é anormal

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Os pacientes devem ser encaminhados a um oftalmologista no momento do diagnóstico da diabetes tipo 2.[2]

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pode mostrar retinopatia

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