Monitoramento

Gestantes com infecção pelo vírus da Zika suspeita ou confirmada devem fazer ultrassonografias fetais regulares para avaliar o feto quanto à presença de microcefalia ou outras anormalidades. Todas as gestantes devem ser incentivadas a frequentar as consultas de pré-natal agendadas.[13]

Lactentes com síndrome congênita do vírus Zika devem ser acompanhados até 1, 3, 6, 9, 12, 18 e 24 meses de idade. O acompanhamento adicional pode ser necessário se houver outras complicações. O acompanhamento além dos 24 meses dependerá das necessidades individuais da criança.[179]

A avaliação deve incluir:[2][179]

  • Medição do perímetro cefálico

  • Avaliação de neurodesenvolvimento

  • Teste de audição

  • Avaliação oftalmológica

  • Alimentação e crescimento

  • Avaliação endócrina

  • Bem-estar psicológico das famílias e dos cuidadores.

Lactentes com evidências laboratoriais de infecção congênita que não apresentam qualquer anormalidade aparente consistente com infecção congênita devem ter rastreamento e monitoramento contínuo do neurodesenvolvimento, incluindo audiometrias, por parte de um médico da unidade básica de saúde.[2]

CDC: Zika in babies in US territories - monitoring early health and development external link opens in a new window

A Organização Mundial da Saúde (OMS) oferece orientações específicas para rastreamento, avaliação e manejo de neonatos e bebês com infecção congênita da Zika.

WHO: screening, assessment and management of neonates and infants with complications associated with Zika virus exposure in utero external link opens in a new window

Pacientes com síndrome de Guillain-Barré devem ser acompanhados quanto a sequelas e terapia de reabilitação multidisciplinar.[151]

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