Diagnósticos diferenciais

SINAIS / SINTOMAS
Investigações
SINAIS / SINTOMAS

Os pacientes são frequentemente mais jovens e mais magros, e geralmente têm diabetes do tipo 1.

Dor abdominal é incomum no EHH, mas frequentemente observada (>50%) em pacientes com CAD.[1][8]

Nos EUA, os pacientes com diabetes do tipo 2 propensos à cetose são principalmente de origem afro-americana ou hispânica.[44]

Investigações

Potencial hidrogeniônico (pH) venoso <7.3.

HCO3 <15 mmol/L (<15 mEq/L); anion gap >12 mmol/L (>12 mEq/L).

Presença de cetonas ou beta-hidroxibutirato séricos.

SINAIS / SINTOMAS
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Pode ser clinicamente indistinguível de SHH e CAD, embora a maioria dos pacientes não tenha história de diabetes.

Às vezes, ocorre em associação com SHH e CAD.

Investigações

Potencial hidrogeniônico (pH) venoso <7.3.

HCO3 <15 mmol/L (<15 mEq/L) ; anion gap >12 mmol/L (>12 mEq/L).

Ácido lático >5 mmol/L.

A glicose sérica e as cetonas estão normais.

SINAIS / SINTOMAS
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SINAIS / SINTOMAS

Há história de abuso crônico de álcool.

Produzida por inanição decorrente da pouca ingestão de alimentos.

Estão presentes sinais periféricos de doença hepática crônica, como nevos arâneos, leuconíquia, eritema palmar, hematoma, icterícia, marcas de arranhões e hepatomegalia.

Investigações

O pH venoso é variável e pode ser normal.

HCO3 <15 mmol/L (<15 mEq/L) ; anion gap >12 mmol/L (>12 mEq/L).

A glicose sérica é baixa ou normal, mas os cetonas ou o beta-hidroxibutirato séricos são elevados.

Os níveis de lactato são geralmente elevados, mas a elevação é insuficiente para explicar a acidose.

SINAIS / SINTOMAS
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Há história de ingestão de etanol, metanol, etilenoglicol (constituinte de anticongelantes de automóveis) e/ou propilenoglicol (diluente em muitos medicamentos intravenosos, como o lorazepam).

A ingestão de paraldeído é sugerida pelo seu forte odor característico na respiração.[1]

Investigações

Os níveis de metanol sérico serão elevados.[1]

Os cristais de oxalato de cálcio e de hipurato na urina sugerem ingestão de etilenoglicol.[1]

Essas toxinas orgânicas podem produzir um gap osmolar em associação com o anion gap em decorrência de seus baixos pesos moleculares.[1]

SINAIS / SINTOMAS
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Há história de ingestão crônica de paracetamol ou superdosagem de paracetamol.

Os sinais clínicos incluem confusão, zumbido, hiperventilação e edema pulmonar.

Investigações

Os níveis de paracetamol sérico e na urina serão positivos, mas não necessariamente na faixa tóxica.

SINAIS / SINTOMAS
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Há história de ingestão crônica de salicilato ou superdosagem de salicilato.

Investigações

Os níveis de salicilato sérico serão elevados.

SINAIS / SINTOMAS
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SINAIS / SINTOMAS

O paciente pode ter história pregressa de eventos de convulsão.

Pode apresentar manifestações motoras disseminadas.

Investigações

Ureia e eletrólitos podem estar normais.

O eletroencefalograma revelará atividade epileptiforme.

SINAIS / SINTOMAS
Investigações
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Na maioria dos casos, os sintomas de acidente vascular cerebral (AVC) aparecem rapidamente, em segundos ou minutos.

Os pacientes podem apresentar fraqueza nos membros e/ou face (geralmente afetando o rosto, perna e braço igualmente); podem apresentar distúrbios visuais.

Investigações

Ureia e eletrólitos estão normais.

A tomografia computadorizada (TC) ou a ressonância nuclear magnética (RNM) de crânio demonstra hemorragia ou atenuação.

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