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Medição do pico de fluxo - Vídeo de demonstração

Equipamento necessário

Aplique um bocal e um filtro descartáveis novos caso vários pacientes usem o mesmo dispositivo.

Verifique se o paciente tem uma taxa de pico do fluxo expiratório (TPFE) basal. Obtenha essa informação nos registros do paciente - o melhor valor pessoal registrado nos últimos dois anos - ou, se eles não tiverem medido a taxa de pico do fluxo expiratório (TPFE) nos últimos dois anos, calcule-a a partir de um gráfico de TPFE predita.[39] No último caso, anote a idade, o sexo e a altura do paciente.

Contraindicações

Como em qualquer procedimento, os médicos não devem realizar medição da TPFE quando não houver consentimento ou conhecimento do paciente. A medição da TPFE é segura e não invasiva, mas sua precisão depende do esforço expiratório do paciente. Portanto, pode não ser adequada nem viável para crianças pequenas e pacientes confusos.

Indicações

A TPFE fornece uma medição da obstrução do fluxo aéreo e pode ser indicada no diagnóstico e no tratamento da asma.

A medição da TPFE deve ser realizada em:[39]

  • Pacientes que apresentam um ataque de asma agudo. A medição da TPFE ajuda a aferir a gravidade do ataque e informar o tratamento

  • Pacientes com suspeita de asma ocupacional. As leituras da TPFE, feitas quatro vezes por dia, tanto no trabalho como longe dele, são a investigação inicial de escolha.

A medição da TPFE deve ser considerada nos seguintes casos:[39]

  • Desenvolvimento de um plano de ação personalizado para adultos com asma. O plano também deve basear-se nos sintomas.

  • Adultos com possível diagnóstico de asma. A TPFE para mediar a variabilidade do fluxo aéreo pode ser usada para corroborar a história de sintomas episódicos recorrentes. Várias medições são realizadas ao longo de pelo menos duas semanas; um aumento na variabilidade pode ser evidente a partir de leituras duas vezes ao dia.

Complicações

Nenhum

Pós-tratamento

Nenhum